Criar categorias de produtos para o e-commerce é fundamental para que você possa melhorar a experiência do usuário no seu site. A partir disso, fica mais fácil gerar vendas e conquistar resultados positivos para o seu negócio.

Porém, é bastante comum que muitas lojas virtuais falhem nesse processo e não realizem a organização de produtos de maneira correta. Por isso, reunimos, a seguir, todas as informações necessárias para que você possa ter sucesso ao desenvolver esse tipo de estratégia de categorias de produtos para o e-commerce? Acompanhe!

Taxonomia: a teoria que orienta a categorização de produtos para e-commerce

A taxonomia é uma área da Biologia que se dedica à organização e à classificação dos seres vivos. Se você puxar pela memória, é bem provável que lembre de ter estudado isso na escola, em algum momento da sua infância ou adolescência.

Uma das categorias taxonômicas mais conhecidas é o Systema Naturae, que classifica os seres vivos em Filo, Classe, Ordem, Família, Gênero e Espécie.

Agora, você deve estar se perguntando: o que tudo isso tem a ver com a categorização de produtos para o e-commerce?

A resposta é simples! A área de desenvolvimento de sites se apropriou desse conceito da biologia e o utiliza para organizar as páginas.

Ao projetar um e-commerce, por exemplo, o webdesigner e os desenvolvedores web precisam fazer um grande trabalho de taxonomia. É preciso criar categorias e ver como elas se relacionam umas com as outras, assim como acontece na classificação de seres vivos feita pela Biologia.

No caso dos estudos biológicos, a Espécie é uma subcategoria para Gênero, que por sua vez é uma subcategoria de Família e assim por diante.

Agora, vamos pensar em um e-commerce que venda roupas a atacado. Nesse caso, podemos ter três grandes categorias: Masculino, Feminino e Infantil.

Dentro da categoria de roupas masculinas, no entanto, existem outras classificações tais como: Camisetas, Calças, Moletons, Bermudas, Cuecas etc.

Agora, vamos pegar à subcategoria Camisetas. Nela, podem ser feitas várias subdivisões, por modelos, por cores, por tipo de tecido, por tamanho da peça entre tantas outras.

Tudo isso é um grande trabalho de taxonomia, que deve ser feito pelos gestores do e-commerce. Afinal, as categorias facilitam a navegação pelo site.

Ao ir clicando nas categorias, o cliente consegue encontrar mais facilmente o que ele deseja comprar. Ou seja, quanto mais organizado for o seu site, melhor!

3 motivos para criar categorias de produtos para o e-commerce

Agora que você já sabe mais sobre a teoria por trás das categorias de produtos para o e-commerce, confira os motivos que você tem para aplicá-la na sua loja virtual.

1. A busca de produtos é facilitada

Ao investir em um trabalho de organização em categorias de produtos para o e-commerce, os clientes encontrarão o que estão procurando mais facilmente.

Se o seu site for mal organizado e os usuários tiverem dificuldade em encontrar os produtos, eles fecharão a página e comprarão na concorrência. Por isso, as categorias de produtos para o e-commerce deve ser feito de forma correta.  categorização corretamente é tão importante.

2. Você poderá desenvolver ações de cross-selling

Quando você cria categorias de produtos para o e-commerce também ajuda no cross-selling, técnica de vendas que oferece itens relacionados para os clientes.

Vamos supor, por exemplo, que o seu e-commerce venda livros e que um cliente comprou uma obra do gênero Suspense.

Nesse caso, antes de levar o usuário para a tela de pagamento, é possível, automaticamente, mostrar outras obras desse gênero que ele pode ter interesse.

O cross-selling é uma excelente tática para aumentar o ticket médio do negócio e funciona muito mais facilmente quando você tem categorias bem organizadas no e-commerce.

3. É possível criar promoções por categorias

Ao definir as categorias de produtos para o e-commerce fica mais fácil de fazer promoções segmentadas, algo que é muito eficiente para aproveitar a sazonalidade.

Vamos supor, por exemplo, que no mês de março, você faça uma ação comemorativa ao Dia Internacional da Mulher e queira dar descontos às suas clientes.

Se for realizada uma organização de itens por gênero Masculino e Feminino, você pode colocar apenas os produtos voltados para mulheres em promoção.

Dessa maneira, poderá dar o desconto que deseja nessa categoria e seguir com o mesmo preço nas demais.

Escolha das categorias de produtos para o e-commerce: como desenvolver essa estratégia

Compreendido sobre a importância das categorias de produtos para o e-commerce? Então, agora vamos mostrar um passo a passo sobre como desenvolver esse trabalho no seu negócio.

Dessa forma, você poderá colocar a mão na massa e pensar nas melhores categorias de produtos para uma loja virtual. Continue lendo e veja como fazer!

1º passo: entenda o seu público-alvo

Antes de iniciar o processo de criação de categorias de produtos para o e-commerce, é importante que você estude bem o público-alvo do seu negócio, ou seja, qual é o perfil de cliente que consome a sua mercadoria.

Dessa forma, conhecendo o seu consumidor, fica mais fácil para você compreender como ele está acostumado a procurar produtos na internet, por exemplo.

Com todas essas informações em mãos, você terá muito mais facilidade em desenvolver as categorias para o seu site.

Ao desenvolver o trabalho de taxonomia, muitas vezes, vale a pena convidar usuários para que deem entrevistas e demonstrem como navegam pela internet.

Valores culturais também devem ser levados em consideração! Vamos supor, por exemplo, que você tem um supermercado online e está fazendo a categorização dos produtos.

Porém, ao ter que classificar o tomate, bateu uma dúvida: ele vai na categoria das frutas ou dos legumes?

Se você for conversar com um biólogo ou um agrônomo, eles dirão que o tomate é uma fruta, assim como a laranja, o limão e o maracujá, pelo fato dele ter sementes dentro de si.

No entanto, sabemos que, para a grande maioria das pessoas, o consumo do tomate não é realizado  da mesma forma que uma fruta, mas sim como um legume, tal qual o pepino, a beterraba e a cenoura.

Em que categoria, portanto, ele se encaixa melhor: fruta ou legume? Essa é uma questão que merece ser analisada pelo supermercadista, para garantir que o produto esteja no espaço em que será encontrado pelo cliente.

2º passo: faça uma análise minuciosa da concorrência

Analisar os sites de lojas virtuais concorrentes é bem importante para que você possa conhecer como a categorização de produtos é feita por eles.

A ideia aqui não é copiar, mas sim analisar como os demais e-commerces trabalham essa questão. Dessa forma, você pode se inspirar e criar categorias que envolvam palavras-chave que já estão consolidadas, por exemplo.

Ao fazer essa análise, lembre-se de focar, principalmente, nas lojas que atendem no mesmo segmento que você. Não adianta analisar um e-commerce de eletrônicos se você vende sapatos, por exemplo.

3º passo: defina os nomes das categorias

Agora é preciso que você defina os nomes das categorias, algo que é muito importante para otimizar o e-commerce. Nesse momento, vale a pena pensar em nomes que sejam de fácil entendimento e que facilitem que o usuário encontre os seus produtos em buscas na internet.

Uma ideia interessante é criar as categorias pensando em técnicas de SEO, para que o seu site seja melhor ranqueado em buscas orgânicas realizadas no Google e outros buscadores.

Além dos nomes, nesse momento é bem importante que você trabalhe bem a descrição dos produtos. Aqui sim é importante que você crie textos que sejam chamativos para o leitor, mas que ao mesmo tempo estejam otimizados para os buscadores.

O planejador de palavras-chave do Google é uma ferramenta gratuita e que pode ajudar muito na escolha das melhores palavras-chave para o seu negócio. Por isso, vale a pena utilizá-lo.

4º passo: desenvolva o design do site

Agora que as categorias de produtos para o e-commerce estão todas criadas, é preciso aplicá-las no design do site, sempre pensando em formas para que o usuário tenha uma boa experiência de navegação.

É importante que você pense na forma como será mostrado o menu com as categorias, por exemplo. Além disso, deve ser pensada em uma navegação que seja simples e intuitiva, para que usuários não tenham qualquer tipo de dificuldade ao fazer o acesso.

O desenvolvimento de um wireframe é interessante para nortear o desenvolvimento do site e fazer alterações antes dos desenvolvedores começarem a colocar a “mão na massa”.

O wireframe é uma espécie de mapa do site, desenvolvido pelos webdesigners. Ele funciona como uma “planta da casa” e deve mostrar como cada página será mostrada para o usuário.

Ao analisar o wireframe, os estrategistas poderão pensar nas melhores formas de dividir e organizar as categorias no site.

5º passo: crie filtros no seu site

Para que os seus produtos sejam encontrados mais facilmente pelos clientes, é de extrema importância apostar nos botões de filtro.

Os botões de filtro são aquelas caixinhas que você marca e pode definir critéri
os para que os produtos sejam mostrados para você de acordo com as suas preferências.

Os filtros podem seguir critérios como a faixa de preços, o tamanho dos produtos, as cores, os modelos, as marcas disponíveis etc.

Vamos supor, por exemplo, que uma loja de calçados tenha a categoria tênis. Dentro dela, podem ser criados diversos filtros, para que o cliente refine a sua escolha.

Assim, uma pessoa que calça o número 40, por exemplo, pode selecionar esse filtro, para que sejam mostrados a ela apenas os calçados que servem no seu pé. Isso facilita a busca e ajuda o cliente a não cometer erros, como comprar um par de tênis que fique muito grande ou muito pequeno.

6º passo: trabalhe com vitrines personalizadas para destacar categorias

As vitrines virtuais personalizadas são ferramentas úteis para que as categorias de produtos para o e-commerce que são mostradas aos usuários na  página inicial sejam personalizadas.

Ou seja, com essa ferramenta, por meio de cookies coletados, cada usuário recebe em uma página inicial determinadas categorias de produtos, de acordo com as suas preferências.

Dessa forma, o cliente pode ser impactado de maneira mais profunda pelos anúncios da tela inicial e as chances dele vender mais aumentam.

Criar categorias de produtos para o e-commerce não é uma tarefa das mais fáceis! Apesar de parecer simples em um primeiro momento, a tarefa exige muito estudo, dedicação e estratégia, para que realmente o site fique bem organizado para os clientes comprarem.

Por isso, dedique tempo para isso e conquiste os melhores resultados no seu negócio digital! Também aproveite para aprender o  que é prova social e como isso é útil para o seu e-commerce, lendo o nosso artigo que fala sobre esse assunto!

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