Você já conhece os impactos das regras da LGPD no e-commerce? A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) surgiu para regular a proteção de dados pessoais e afeta as organizações de todos os setores – especialmente aquelas que coletam dados para operações online.

Em meio ao cenário de pandemia e crescimento das vendas online, os e-commerces precisam ter uma atenção ainda maior com a LGPD. Diversos cuidados precisam ser tomados para gerenciar corretamente os dados pessoais de clientes, fornecedores e outras pessoas que possuem relação com a empresa.
 

Quer entender como você pode se adequar às regras da LGPD no e-commerce? Confira logo a seguir!
 

O que você precisa saber sobre a LGPD?

Com muita frequência, dados altamente confidenciais são usados indevidamente para fins publicitários ou mesmo transmitidos a terceiros. E, apesar de já existirem normas sobre o assunto, ainda não existia uma legislação específica para regular a proteção de dados pessoais – especialmente considerando as operações em formato digital. Foi justamente para isso que foi criada a Lei Geral de Proteção de Dados.
 

A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) é a versão brasileira do Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR) da União Europeia – que é uma norma que estabelecesse princípios básicos para o tratamento de dados. Trata-se de um conjunto de normas claras e rígidas sobre o tratamento de dados no Brasil – aumentando a liberdade e a privacidade dos usuários.
 

O principal objetivo da LGPD é garantir que os dados do usuário estejam seguros e sejam coletados somente com o seu consentimento. Por isso, estão previstas graves punições para as empresas em caso de vazamentos, roubo ou uso indevido dos dados pessoais.
 

As determinações sobre a proteção de dados pessoais estão previstas na Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018 (LGPD). Veja quais são as principais delas:

Art. 1º Esta Lei dispõe sobre o tratamento de dados pessoais, inclusive nos meios digitais, por pessoa natural ou por pessoa jurídica de direito público ou privado, com o objetivo de proteger os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade e o livre desenvolvimento da personalidade da pessoa natural.

Art. 2º A disciplina da proteção de dados pessoais tem como fundamentos:

I – o respeito à privacidade;

II – a autodeterminação informativa;

III – a liberdade de expressão, de informação, de comunicação e de opinião;

IV – a inviolabilidade da intimidade, da honra e da imagem;

V – o desenvolvimento econômico e tecnológico e a inovação;

VI – a livre iniciativa, a livre concorrência e a defesa do consumidor; e

VII – os direitos humanos, o livre desenvolvimento da personalidade, a dignidade e o exercício da cidadania pelas pessoas naturais.

Obrigações da LGPD no e-commerce

As lojas de comércio eletrônico processam dados pessoais. Elas coletam, armazenam ou de outra forma usam informações que poderiam identificar um indivíduo. Por essa razão, é fundamental observar as normas da LGPD no e-commerce.
 

Veja alguns exemplos de dados pessoais que são processados por um e-commerce em suas operações:

  • Nomes, endereço de e-mail, endereços de entrega e outras informações que podem ser usadas para identificar diretamente os indivíduos.

  • Detalhes do cartão de pagamento e, em alguns casos, informações confidenciais ou reveladoras que devem ser processadas com segurança.

  • Informações técnicas, como endereços IP e cookies, que podem ser usados para identificar indiretamente os indivíduos.

Todos esses são dados que devem ser tratados corretamente para evitar complicações para a empresa e para os usuários. Neste sentido, as obrigações da LGPD no e-commerce são baseadas nos seguintes princípios:

  1. Finalidade: realização do tratamento para propósitos legítimos, específicos, explícitos e informados ao titular, sem possibilidade de tratamento posterior de forma incompatível com essas finalidades;

  2. Adequação: compatibilidade do tratamento com as finalidades informadas ao titular, de acordo com o contexto do tratamento;

  3. Necessidade: limitação do tratamento ao mínimo necessário para a realização de suas finalidades, com abrangência dos dados pertinentes, proporcionais e não excessivos em relação às finalidades do tratamento de dados;

  4. Livre acesso: garantia, aos titulares, de consulta facilitada e gratuita sobre a forma e a duração do tratamento, bem como sobre a integralidade de seus dados pessoais;

  5. Qualidade dos dados: garantia, aos titulares, de exatidão, clareza, relevância e atualização dos dados, de acordo com a necessidade e para o cumprimento da finalidade de seu tratamento;

  6. Transparência: garantia, aos titulares, de informações claras, precisas e facilmente acessíveis sobre a realização do tratamento e os respectivos agentes de tratamento, observados os segredos comercial e industrial;

  7. Segurança: utilização de medidas técnicas e administrativas aptas a proteger os dados pessoais de acessos não autorizados e de situações acidentais ou ilícitas de destruição, perda, alteração, comunicação ou difusão;

  8. Prevenção: adoção de medidas para prevenir a ocorrência de danos em virtude do tratamento de dados pessoais;

  9. Não discriminação: impossibilidade de realização do tratamento para fins discriminatórios ilícitos ou abusivos;

  10. Responsabilização e prestação de contas: demonstração, pelo agente, da adoção de medidas eficazes e capazes de comprovar a observância e o cumprimento das normas de proteção de dados pessoais e, inclusive, da eficácia dessas medidas.
     

Penalidades no descumprimento das normas

Quando as normas da LGPD no e-commerce não são observadas é preciso encarar uma série de penalidades. O artigo 52 da LGPD prevê as seguintes sanções que podem ser aplicadas em razão de infrações cometidas às normas previstas nesta na lei:

  • Advertência, com indicação de prazo para adoção de medidas corretivas;

  • Multa simples, de até 2% (dois por cento) do faturamento da pessoa jurídica, excluídos os tributos, limitada, no total, a R$ 50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais) por infração;

  • Multa diária, observado o limite total de R$ 50.000.000,00

  • Publicização da infração após devidamente apurada e confirmada a sua ocorrência;

  • Bloqueio dos dados pessoais a que se refere a infração até a sua regularização;

  • Eliminação dos dados pessoais a que se refere a infração;

  • Suspensão parcial do funcionamento do banco de dados a que se refere a infração pelo período máximo de 6 (seis) meses, prorrogável por igual período, até a regularização da atividade de tratamento pelo controlador;

  • Suspensão do exercício da atividade de tratamento dos dados pessoais a que se refere a infração pelo período máximo de 6 (seis) meses, prorrogável por igual período;

  • Proibição parcial ou total do exercício de atividades relacionadas a tratamento de dados.
     

7 dicas para se adequar às regras da LGPD no e-commerce

Afinal, como se adequar às regras da LGPD no e-commerce?
 

Além de seguir os princípios da Lei Geral da Proteção de Dados que vimos anteriormente, existem diversas outras medidas que podem ser adotadas. Veja algumas dicas para colocar isso em prática:

1. O consentimento é fundamental

A LGPD capacita os usuários a controlar exatamente como seus dados são usados. Como resultado, ser compatível com a LGPD no e-commerce significa que você não pode presumir o que seus usuários desejam.
 

Ou seja, você deve garantir que os usuários que passam pelo seu site autorizem o uso de seus dados para as mais diversas finalidades – como envio de e-mails com promoções ou veiculação de anúncios personalizados.
 

2. Colete apenas os dados de que você precisa

O coração da conformidade com a LGPD no e-commerce é proteger os dados das pessoas. Você pode limitar sua exposição não coletando dados desnecessários.
 

Se não houver valor comercial em saber, digamos, para qual empresa seu comprador trabalha, a LGPD lhe dá um incentivo para nem perguntar. A lógica é bem simples: se você não vai usar as informações, não as peça. E se você for usá-las, seja bem claro para que você usará.
 

Por exemplo, às vezes você verá páginas de checkout que pedem o número de telefone de um comprador. Os proprietários de lojas precisam se perguntar: “para que vou usar o número de telefone dessa pessoa?”
 

Definitivamente, existem razões legítimas para solicitar um número de telefone. Pode ser para campanhas de SMS ou como proteção contra pedidos fraudulentos. Entretanto, é preciso que isso fique claro para os consumidores.
 

3. Deixe tudo bem claro

Outra palavra-chave quando falamos sobre LGPD no e-commerce é “transparência”. Você pode colocar um link “cancelar” em seu site ao lado de “assinar”. Você pode criar um link diretamente para seus termos e condições no rodapé. E sua política de privacidade.
 

Colocar tudo isso abertamente é uma das maneiras mais simples de se proteger de preocupações com a conformidade com a LGPD.
 

4. Não faça coisas questionáveis

Em grande parte dos casos, se adequar às regras da LGPD se resume a simplesmente não ser sorrateiro. Se você for honesto e transparente e implementar as práticas recomendadas, não enfrentará maiores complicações.
 

Mantendo em mente os princípios da LGPD e tomando os cuidados necessários para ser transparente, a maior parte das ameaças já serão neutralizadas.
 

5. Atualize sua política de proteção de dados

Atualizar sua política de privacidade é um passo importante para se adequar às regras da LGPD no e-commerce. Conforme já vimos, é importante manter todas as comunicações com os consumidores relacionadas aos dados o mais transparente possível. Quando não há nada a esconder, o procedimento fica ainda mais simples.
 

Se estiver envolvido com outras ferramentas de terceiros, certifique-se de que elas também sejam compatíveis com a LGPD – incluindo plataformas de marketing por e-mail, fornecedores de loja online e aplicativos móveis de terceiros.
 

6. Faça os ajustes necessários no site

Alguns ajustes podem ser necessários no site da sua empresa para garantir adequação às normas da LGPD no e-commerce. Veja os principais desses ajustes:
 

Formulários de inscrição

Esta é a forma padrão com que as empresas coletam informações, portanto, você precisa ajustar todos os formulários que usa. Isso inclui algumas práticas simples:

  • Adicionar uma caixa de consentimento sobre a finalidade dos dados

  • Não solicitar dados que não serão usados
     

Uso de cookies

Informe seus visitantes em linguagem simples sobre a finalidade de seus cookies e rastreadores antes de definir qualquer coisa que não seja os cookies estritamente necessários.
 

Existem diferentes maneiras de as empresas implementarem isso, mas geralmente estamos falando de uma pequena caixa que surge quando o usuário acessa o site pela primeira vez – que permite selecionar quais cookies podem ser usados.
 

7. Monitore constantemente

As empresas devem reconhecer que ser transparente sobre como os dados são usados e protegidos agora é exigido por lei. Cada organização deve definir um escopo para o qual coletam dados específicos.
 

Você só deve coletar informações pessoais necessárias para fornecer o serviço ou produto e nada mais. Além disso, os dados não devem ser compartilhados para outros fins não relacionados.
 

Outra grande coisa é manter os dados protegidos contra hackers, precisos e atualizados, e até mesmo excluí-los após um período.
 

Com as dicas que vimos ao longo deste artigo, você tem condições de se adequar às regras da LGPD no e-commerce. Porém, continue acompanhando as novidades sobre o assunto – afinal, trata-se de uma legislação nova que ainda pode passar por mudanças.
 

A LGPD chegou para beneficiar a todos!

Na opinião de muitas pessoas, a LGPD é uma norma que já deveria ter sido criada há muito tempo. Suas normas garantem direitos básicos aos usuários que navegam pela internet e compartilham seus dados com empresas – gerando mais segurança para todos.
 

Além disso, um e-commerce tem condições totais de continuar executando suas operações de vendas e publicidade com eficiência mesmo incorporando as limitações impostas pela LGPD. Ou seja, todos podem sair ganhando com essa lei.
 

-> Confira também: Ações de sustentabilidade: como o e-commerce pode ajudar na preservação do planeta
 

A sua empresa já está se adequando às regras da LGPD no e-commerce? Ficou com alguma dúvida sobre o assunto? Deixe o seu comentário!

É cada vez mais comum vermos empresas investindo em ações de sustentabilidade para minimizar seu impacto no planeta. Mas o que isso representa na prática para um e-commerce? Quais são as etapas para tornar seu negócio mais sustentável sem perder dinheiro?

Ao contrário do que muitos gestores ainda pensam, investir na sustentabilidade não é apenas uma despesa. Atualmente, as ações de sustentabilidade são importantes não apenas para o meio ambiente, mas também para seus resultados financeiros. Afinal, os consumidores esperam que todas as empresas, grandes, pequenas, físicas e digitais adotem a gestão ambiental.
 

Em uma pesquisa da Nielsen, 81% dos entrevistados disseram que concordam com a afirmação: “é extremamente ou muito importante que as empresas implementem programas para melhorar o meio ambiente”.
 

Então, como você garante que seu e-commerce atenda às expectativas dos compradores? Neste artigo vamos entender mais sobre a sustentabilidade para sua empresa. Confira!
 

O que é sustentabilidade, exatamente?

De modelos de negócios a embalagens de produtos, as ações de sustentabilidade pode assumir muitas formas – e todas elas terão um grande impacto nos negócios de comércio eletrônico nos próximos anos.
 

Em sua forma mais básica, sustentabilidade se refere a um equilíbrio duradouro que permite aos humanos (e tudo o mais que vive neste planeta) obter o que precisamos da terra sem abusar e estender seus recursos.
 

À medida que sustentabilidade cresceu e se tornou uma palavra da moda, seu significado ficou um pouco nebuloso. Para compreender melhor esse conceito, vamos usar a explicação de sustentabilidade de Michael Ben-Eli para o Instituto Buckminster Fuller. É uma interpretação concreta baseada na aplicação da sustentabilidade em cinco domínios principais:

  • O domínio material constitui a base para regular o fluxo de materiais e energia que sustentam a existência – em outras palavras, como usamos, conservamos, regeneramos e gerenciamos nossos recursos.

  • O domínio econômico fornece um guia para criar e administrar riqueza – em outras palavras, como países, empresas, sociedades, mercados e pessoas desenvolvem valor.

  • O domínio da vida fornece a base para o comportamento apropriado na biosfera – como as pessoas podem viver em equilíbrio com a natureza.

  • O domínio social fornece a base para as interações sociais – o direito de cada ser humano à autorrealização e à liberdade.

  • O domínio espiritual identifica a orientação atitudinal necessária – em outras palavras, a base para um código universal de ética.

Os consumidores estão exigindo comércio eletrônico sustentável

As marés estão mudando e a sustentabilidade está se tornando uma iniciativa maior para muitas empresas. E isso ocorre por dois motivos principais:

  1. Uma preocupação genuína das partes interessadas da empresa em operar de forma mais sustentável e ética.

  2. A sustentabilidade também está se tornando um bom senso financeiro porque os clientes estão clamando por ela.

Aqui estão algumas estatísticas a serem consideradas sobre a relação dos consumidores com ações de sustentabilidade:

Os consumidores estão valorizando esses esforços. Eles estão apoiando ativamente as empresas que realizam ações de sustentabilidade com suas carteiras. Como uma empresa, se você pode tomar uma decisão que terá um impacto econômico e ambiental positivo, por que você não faria essas mudanças?
 

Claro, há algumas advertências para isso.
 

Em primeiro lugar – e isso se aplica à maioria dos aspectos de negócios e marketing – conheça seu público. Para o bem ou para o mal, alguns dados demográficos e bases de consumidores darão menos valor às ações de sustentabilidade do que outros. Embora a adoção de práticas de negócios mais sustentáveis beneficie o meio ambiente e a perspectiva para as gerações futuras de qualquer maneira, você pode não ver o mesmo ROI se o seu público em particular não for tão focado na sustentabilidade.
 

Em segundo lugar, certifique-se de que não está fazendo mudanças sustentáveis apenas para cortejar a crescente base de clientes – mas sim que está realmente buscando fazer uma diferença genuína para o meio ambiente. Os consumidores atuais e potenciais verão através dos esforços quais empresas estão defendendo a sustentabilidade da boca para fora, sem fazer mudanças reais.
 

Como implementar ações de sustentabilidade no seu e-commerce?

Você está disposto a implementar ações de sustentabilidade no seu e-commerce para ajudar na preservação do planeta e acompanhar essa tendência? Aqui estão algumas dicas para colocar isso em prática:
 

1. Atualize o ethos de sua marca

O ethos de sua marca diz aos clientes quem você é como marca e o que você valoriza. Pode ser uma parte importante para descobrir a história de sua marca e como seus clientes o veem. Uma marca sustentável é aquela que assumiu uma postura clara sobre a sustentabilidade e assumiu as práticas ambientais ou sociais para apoiá-la.
 

Como uma empresa de comércio eletrônico, a ethos da sua marca deve ser refletida em seu site e canais. Pode ser transmitido de forma consistente por meio de uma declaração forte em seu site, suas postagens de blog, sua mídia social e todo o seu conteúdo.
 

2. Implemente transporte sustentável

A demanda por remessa rápida no comércio eletrônico nunca foi tão alta. E o volume de itens enviados como resultado de compras online tem um enorme impacto ambiental. Uma boa parte desse impacto vem da “última milha de entrega” do processo de envio, quando a embalagem é movida de um centro de distribuição para um endereço residencial, o que aumenta a poluição veicular em áreas residenciais.
 

Há muitas maneiras de reduzir o impacto do transporte, desde o uso de embalagens recicláveis ou redução da quantidade de embalagens até a impressão de etiquetas em impressoras térmicas para economizar tinta. Mas outra maneira de melhorar o envio é investigar programas ecológicos de grandes transportadoras – que podem oferecer faturamento sem papel e outras opções verdes.
 

Outra forma de tornar suas práticas de envio mais sustentáveis é reduzir o tempo de devolução de mercadorias, já que o envio em ambos os sentidos obviamente duplica o impacto. Forneça descrições de produtos e informações de tamanho muito claras (se relevantes) para garantir que os clientes saibam exatamente o que estão comprando. Você também pode adaptar sua política de devolução para desencorajar os clientes de, digamos, comprar vários tamanhos de um item para ver o que se encaixa melhor.
 

3. Reduza a embalagem

Você já fez um pedido em um e-commerce para comprar um pequeno item e recebeu uma caixa gigante com várias embalagens de plástico? Esse é apenas um exemplo de como o desperdício de embalagens é um dos problemas de sustentabilidade de muitas marcas de comércio eletrônico. De acordo com dados do First Insight, quase metade das pessoas acha que as remessas da Amazon incluem embalagens em excesso (embora isso varie entre as gerações).
 

Fazer esforços concretos para reduzir o desperdício de embalagens de comércio eletrônico pode ter um impacto significativo nas ações de sustentabilidade de sua empresa. Isso pode envolver a compra de caixas em mais tamanhos para melhor caber em itens menores. Caixas muito grandes não apenas desperdiçam espaço, mas também requerem mais material de embalagem para proteger os itens.
 

4. Crie políticas de reciclagem

Além de dimensionar as caixas e acompanhar as embalagens de acordo com o tamanho do item que está sendo enviado, outra das ações de sustentabilidade que seu e-commerce também pode aplicar para a reduzir o desperdício é escolher embalagens e materiais de embalagem sustentáveis.
 

Aqui estão alguns fatos rápidos:

  • A reciclagem de papelão consome apenas 75% da energia necessária para fazer um novo papelão.

  • Uma tonelada de papelão reciclado economiza 9 metros cúbicos de espaço no aterro.

Usando caixas de papelão e outras embalagens recicláveis você pode tornar o processo de reciclagem mais fácil para os clientes. Dessa forma, sua empresa pode reduzir drasticamente a quantidade de lixo que produz.
 

5. Reduza o desperdício de energia

As ações de sustentabilidade também podem ir além de suas práticas de remessa e composição de produtos, incluindo como seus escritórios e depósitos são administrados. Fazer mudanças simples, como desligar o equipamento quando não estiver em uso, investir em iluminação de baixo consumo e reduzir a temperatura no escritório pode reduzir significativamente as contas de energia.
 

A primeira etapa para reduzir o desperdício de energia em sua infraestrutura de negócios é fazer uma auditoria energética para determinar onde os cortes podem ser feitos. Você pode então começar a fazer alterações com base no que será o levantamento mais fácil com o maior impacto geral.
 

6. Adicione produtos que incentivem a sustentabilidade

Esta é uma dica que vai depender do que você já vende, mas uma maneira de tornar a sustentabilidade uma parte fundamental do seu negócio é incluir produtos focados na sustentabilidade em suas ofertas – especialmente porque um mercado crescente de clientes está interessado em comprar esses produtos.
 

Isso pode significar fornecer alternativas mais ecológicas aos produtos existentes ou que resolvam problemas que permitem às pessoas viver de forma mais sustentável. Por exemplo, uma empresa que produz molhos para vender pela internet poderia substituir as embalagens de plásticos por embalagens de vidros que podem ser reutilizadas pelos clientes. Além de ser mais sustentável, essa ainda seria uma ótima maneira de fortalecer a marca – garantindo embalagens com a logo da empresa na casa dos clientes.
 

Seu e-commerce está preparado para as ações de sustentabilidade?

Resumindo, a sustentabilidade ambiental e o comércio eletrônico são compatíveis e a implementação de ações de sustentabilidade para o seu negócio online representa uma grande oportunidade para o crescimento do negócio.
 

O mundo está mudando e nós – consumidores e varejistas – devemos mudar com ele. Aqueles que são corajosos e responsáveis o suficiente para dar o passo e liderar um caminho para a era dos negócios sustentáveis certamente se beneficiarão com isso.
 

A tendência das ações de sustentabilidade está crescendo e os clientes estão cada vez mais conscientes das questões ambientais e do papel do comércio eletrônico na preservação do meio ambiente. Eles não só atribuem grande importância ao transporte ecológico e ao cumprimento sustentável, mas também insistem em um design sustentável de produtos justos e duráveis.
 

Tornar-se uma empresa de comércio eletrônico verde não significa necessariamente um grande fardo financeiro, especialmente a longo prazo. Na verdade, é ótimo para suas atividades de marketing e ajuda você a obter uma imagem de marca positiva no mercado como um varejista responsável.
 

Agora é sua chance de usar esse conhecimento e implementar uma estratégia baseada em ações de sustentabilidade para sua loja online!

 

Você já conhecia a importância das ações de sustentabilidade para ajudar na preservação do planeta? Seu e-commerce já enxerga a sustentabilidade como uma de suas prioridades? Deixe o seu comentário!

Para quem tem um e-commerce, é interessante pensar em não atender apenas às pessoas físicas, mas também fazer vendas B2B. Isso se justifica porque vender para as empresas têm se mostrado cada vez mais vantajoso para os negócios online.

De acordo com uma pesquisa realizada pela McKinsey, que foi divulgada em uma reportagem do portal E-commerce Brasil, as vendas B2B feitas pela internet aumentaram em 62% após a pandemia da Covid-19.
 

É bem provável que isso tenha acontecido por conta da quarentena que foi imposta pelas autoridades de saúde e que impossibilitaram as organizações de receberem representantes comerciais em suas sedes, por exemplo.
 

No entanto, a tendência é que os hábitos adquiridos durante a pandemia sigam em alta, mesmo quando a maior parte da população já estiver vacinada e conseguirmos voltar totalmente à normalidade em nossas rotinas.
 

Por esse motivo, saber como fazer vendas B2B no e-commerce é muito importante. É sobre isso que falaremos neste artigo. Siga conosco e tire as suas dúvidas sobre o assunto!
 

O que são as vendas B2B?

B2B é uma sigla para “Business to Business”, que significa “de negócio para negócio”. Ou seja, as vendas B2B são aquelas feitas de uma empresa para outra empresa, e não para o consumidor final.
 

É o caso, por exemplo, de uma fábrica de shampoos e sabonetes que produz esses produtos e vende para hotéis, que colocam os itens em seus banheiros para os hóspedes utilizarem. 
 

Nesse caso, a venda é feita de uma empresa (a fábrica de shampoos e sabonetes) para outra empresa (o hotel). Até pouco tempo atrás, as negociações, nesses casos, eram feitas por meio de representantes comerciais.
 

Desse modo, era necessário que um vendedor externo fosse até os hotéis da região em que a empresa atende e conversasse com os seus gerentes, para mostrar os produtos e explicar como eles poderiam ser úteis e econômicos.
 

Se o gerente do hotel julgasse interessante, poderia fazer a compra de um lote de sabonetes e shampoos e iniciar o uso no estabelecimento.
 

Porém, com a popularização das vendas B2B pela internet, a figura do representante comercial deixou de ser tão necessária. Isso porque o gerente do hotel pode entrar no site da fábrica de sabonetes, escolher os produtos que deseja adquirir e fazer a compra.
 

Tudo isso sem a intermediação de outras pessoas, de forma rápida. Ambas as partes, vendedor e comprador, saem ganhando com essa prática.
 

Aqui, trouxemos um exemplo que fala de uma fábrica de cosméticos e um hotel, porém, essa realidade se aplica a qualquer operação em que haja relação de venda entre uma empresa e outra.
 

Quais são os passos necessários para realizar vendas B2B?

Para realizar vendas B2B pela internet, é importante que uma série de passos sejam seguidos. Somente assim será possível ter sucesso ao realizar o comércio entre empresas. Veja, a seguir, quais são eles!
 

1º passo: desenvolva estratégias de marketing digital para atrair clientes

No processo de vendas B2B pela internet, a figura do vendedor externo deixa de ter tanta relevância. Isso porque esse profissional não precisa mais fazer ligações, enviar e-mails ou visitar as empresas com as quais tem o interesse de fazer negócios.
 

Agora, é importante mudar de tática e investir em marketing digital. Para isso, diversas estratégias podem ser executadas para captar leads, ou seja, empresas interessadas em fazer negócios com a sua organização.
 

Entre as estratégias digitais que podem ser executadas estão o marketing de conteúdo, o relacionamento com clientes pelas redes sociais, investimento em links patrocinados etc.
 

2º passo: invista em uma boa plataforma de e-commerce

O segundo passo para realizar vendas B2B é investir em uma boa plataforma de e-commerce. Afinal, de nada adianta você ter um marketing incrível e, quando o cliente tentar fazer as compras, não conseguir, por motivos de infraestrutura.
 

O seu site precisa ser bastante intuitivo, para que os usuários consigam realizar todas as operações com facilidade. Além disso, a plataforma escolhida deve ser bem rápida, para evitar a lentidão, que acaba fazendo com que os usuários desistam da compra.
 

3º passo: tenha uma equipe preparada para esclarecer dúvidas dos clientes

Outro ponto importante, no que se refere ao negócio entre empresas, está relacionado com a preparação da equipe para atender aos clientes. Embora as vendas sejam feitas pela internet, pode ser que, antes de efetivar a compra, o consumidor tenha alguma dúvida sobre o produto ou forma de pagamento, por exemplo.
 

Por conta disso, é importante manter uma equipe preparada para prestar esse atendimento, que pode ser feito via telefone, WhatsApp ou pelas redes sociais, por exemplo.
 

4º passo: aposte em estratégias digitais para o pós-vendas

Assim como acontece nas vendas presenciais, ao vender B2B pela internet, é importante apostar no pós-vendas. Aqui é interessante definir boas políticas de relações públicas, para manter um relacionamento bom com o cliente e garantir que ele volte a comprar em outras oportunidades.
 

Uma boa prática a ser adotada é o envio de e-mail marketing, por exemplo, para garantir que a comunicação e o relacionamento com a sua marca sejam mantidos, mesmo após a efetivação de uma compra.
 

Que boas práticas são necessárias para vender para empresas?

Ao fazer vendas B2B online, é relevante seguir algumas boas práticas, que garantem que tudo ocorra de forma correta, proporcionando um bom serviço ao cliente.
 

A seguir, listamos algumas dicas para você ter sucesso com o negócio entre empresas. Veja!
 

Invista no relacionamento com o decisor

Mesmo quando você está fazendo vendas B2B, é importante sempre pensar que por trás de toda pessoa jurídica existe uma pessoa física, que é quem toma as decisões.
 

É por isso que, ao pensar nas estratégias de marketing para vendas B2B, convém que você sempre tenha como foco manter um bom relacionamento com o decisor dentro da empresa. No exemplo que apresentamos anteriormente, essa pessoa seria o gerente do hotel.
 

Logo, toda a comunicação deve ser pensada para ser feita com uma linguagem que agrade e seja de fácil entendimento para essa pessoa, por exemplo.
 

Pense em estratégias de fidelização do cliente

Philip Kotler, que é um dos maiores nomes do marketing de todos os tempos, tem uma famosa frase que diz: “conquistar um novo cliente custa de 5 a 7 vezes mais do que fidelizar um antigo”.
 

Por isso, mesmo nas vendas B2B, é importante pensar em estratégias de fidelização, para garantir que os seus clientes sempre comprem de você, de preferência de forma recorrente.
 

Vamos voltar para o exemplo da fábrica de cosméticos e do hotel? Nessa situação, é interessante que a empresa ofereça vantagens, para que o gerente do estabelecimento de hospedagem siga comprando os sabonetes e shampoos, e não de uma concorrente.
 

Uma boa maneira de conseguir isso é dando descontos para vendas recorrentes, distribuindo brindes para clientes fiéis, pensar em boas soluções de logística, para que as entregas sejam mais rápidas etc.
 

É preciso conhecer muito bem o seu perfil de cliente, para garantir estratégias de fidelização que sejam realmente eficientes para os negócios.
 

Considere oferecer condições de pagamento facilitadas

Também é importante garantir condições de pagamento facilitadas para os clientes que comprarem de você pela internet. Permitir os parcelamentos, por exemplo, é sempre uma boa prática, tendo em vista que isso pode servir como um fator motivacional para as empresas comprarem de você, principalmente em tempos de crise.
 

Além disso, é interessante variar as formas de pagamento que o seu negócio aceita. Os pagamentos mais tradicionais são via boleto bancário, cartão de crédito e cartão de débito.
 

Porém, já existem outras formas de pagamento que podem ser aceitas e que garantem mais agilidade nas operações. É o caso do Pix, por exemplo, serviço de transparência bancária que foi lançado em 2020, e ganha cada vez mais adeptos.
 

Com o Pix, os pagamentos são transferidos de forma instantânea e isso faz com que se ganhe agilidade para processar o recebimento dos valores, dando força para que as etapas seguintes, como a da logística, sejam conduzidas com maior eficiência.
 

Cumpra os prazos de entrega

Finalmente, não podemos deixar de citar a importância de cumprir todos os prazos de entrega. É de extrema importância que isso seja realizado, para que se possa garantir que mais vendas sejam realizadas no futuro.
 

Imagine, por exemplo, se você tem uma empresa que fornece peças para montadoras de carros. Se os itens que foram adquiridos pelo comprador não chegarem no momento certo, pode ser que toda a produção da fábrica seja parada, o que causaria um problema sério.
 

Por isso, sempre cumpra os prazos de entrega. Uma boa maneira de garantir isso é tendo processos de logística bem estruturados. Parcerias com boas empresas de entrega e transportadoras também são uma boa ideia, para não ficar refém dos Correios, por exemplo.
 

Agora você já sabe o que o e-commerce precisa fazer para ter sucesso ao realizar vendas B2B. Por isso, não deixe de colocar em prática o seu aprendizado e conquistar mais resultados positivos para o seu negócio. Vender para empresas pode fazer o seu lucro crescer muito.
 

Continue conosco e confira 7 dicas para alcançar experiência personalizada no e-commerce

As vendas online e físicas, cada vez mais, caminham juntas. Isso porque o lançamento de lojas híbridas e soluções que unem os universos físico e digital já é uma realidade, e essas estão inseridas no dia a dia dos clientes e vendedores.

O avanço da internet e de novas tecnologias, como a computação em nuvem, fez com que as pessoas deixassem de estar conectadas para ser conectadas. A esse fenômeno, a escritora e pensadora Martha Gabriel dá o nome de cibridismo.

Para a autora, um universo cíbrido é aquele que é ON e OFF ao mesmo tempo. Antigamente, para estarmos online, era preciso sentar em frente a um computador e fazer o login em nosso provedor de internet.

Hoje em dia, a popularização dos dispositivos móveis e da computação em nuvem, bem como das conexões wi-fi, nos libertaram de fios e cabos. Estamos sempre conectados e as atividades físicas se confundem com as realizadas no mundo digital, e vice-versa. O cibridismo é uma realidade!

O trabalho do vendedor externo no contexto atual

O vendedor externo é o profissional responsável por realizar atendimentos e negociações com clientes externos. Ele também é o responsável por fazer propostas comerciais e abrir novas oportunidades com os clientes, além de fazer a prospecção de outros consumidores para a empresa.

A rotina desse profissional também está cada vez mais digital. Até pouco tempo atrás, era necessário que essas pessoas viajassem muito, para encontrar clientes em qualquer localidade, por exemplo.

Isso gerava muitos gastos para as empresas, que tinham que arcar com despesas de hospedagem e alimentação desses profissionais. Logo, começou-se a perceber a necessidade de fazer esse trabalho de forma online, em alguns momentos.

Atualmente, o vendedor externo não precisa fazer todo o seu trabalho in loco, encontrando diversas vezes com o cliente. O trabalho pode ser remoto na maioria dos casos, com as interações físicas sendo limitadas a alguns momentos específicos.

As vendas online e físicas, mais do que nunca, caminham juntas – por isso a importância de ficar atento a essas questões. Caso a sua empresa não busque meios para proporcionar esse cenário, ela pode acabar sendo ultrapassada pela concorrência.

Venda+: solução ideal para unir vendas online e físicas

O Venda+ é o mais novo aplicativo da LifeApps, empresa do Grupo Máxima. Esse app veio para revolucionar as vendas online e físicas das empresas.

O novo aplicativo Venda+ está disponível para os sistemas operacionais iOS e Android. Ele é dedicado exclusivamente para o trabalho dos vendedores externos (RCA).

Trata-se de um canal de conexão entre o RCA, a empresa e o cliente. Esse novo meio de comunicação permite que o vendedor externo ganhe muito mais mobilidade, independência e venda mais, mas não necessariamente de forma presencial.

É esse o grande diferencial do Venda+: o app é o único que realmente consegue unir as vendas online e físicas, de modo que elas andem juntas e complementem umas às outras.

A ferramenta é inédita no mercado e pode ampliar rotas e a área de cobertura, sem que o RCA precise mudar o seu trajeto habitual ou aumentar os custos operacionais. Isso porque os relacionamentos podem ser feitos de forma totalmente remota.

Por meio do Venda+, o vendedor pode, inclusive, negociar com os seus clientes, sem se encontrar fisicamente com eles.

Dores resolvidas pelo Venda+

Com a criação do Venda+, conseguimos resolver duas grandes dores do ciclo comercial de qualquer atacado distribuidor brasileiro.

Ampliação da rota de atuação

Como consegue unir as vendas online e físicas, o Venda+ consegue ampliar a sua rota de atuação e seu mapa de cobertura, sem a necessidade de ampliar o time de RCAs ou os custos de deslocamento.

Isso acontece porque a própria equipe otimiza o seu tempo, para que possa cobrir os espaços e trabalhar de maneira mais ágil. Isso porque a possibilidade de trabalhar à distância existe, e consegue ser realizada com sucesso.

Desmistificação da separação das vendas online e físicas

O Venda+ é uma solução que consegue desmistificar a máxima de que times de vendas field e inside (presencial e online) não têm sinergia, e um sabota o outro.

Essa realidade se justifica pelo fato de que o RCA terá ao seu alcance, como plataforma de trabalho, uma própria e exclusiva ferramenta de e-commerce para maximizar os seus contatos e potencializar as suas vendas.

Ou seja, as vendas online e físicas caminham juntas, sem concorrência. Além disso, a empresa consegue aumentar a sua carteira de clientes, a cobertura de atendimento e a margem de ganho dos vendedores, por meio das comissões.

O nosso aplicativo é revolucionário, trazendo algo que nunca havia sido visto antes no mercado. Ele é o próximo passo para o omnichannel, ou seja, a presença da empresa nos mais diversos canais – e em sinergia.

Essa é exatamente a tendência de compra do consumidor de hoje em dia (a quem, até pouco tempo atrás, chamávamos de consumidor do futuro).

Os clientes contemporâneos querem ter a opção de comprar por meio do canal que lhe for mais conveniente, inclusive por multicanais. Eles também querem negociar com as empresas, e isso é possível ao utilizar a nossa plataforma.

Treinamento para uso do Venda+

A plataforma do Venda+ é muito simples e intuitiva. Para utilizar o app, recomenda-se apenas um treinamento EAD, com um de nossos consultores.

O aplicativo é simples, dispensando a necessidade de uma capacitação extensa. Também não há complexidade no processo de implantação. Assim que habilitado, já é possível usá-lo.

Mais informações úteis sobre o Venda+

As vendas online e físicas, agora, andam juntas, basta que você conheça e utilize o Venda+. Veja, a seguir, mais algumas informações relevantes sobre a nossa plataforma exclusiva:

  • O Venda`+ revela todo o histórico de interesse de compra e movimentações financeiras do cliente, baseado na navegação dentro da plataforma de e-commerce;

  • Para fazer o download do aplicativo, basta que você acesse a Apple Store ou a Play Store no seu smartphone;

  • Trata-se de uma inteligência artificial, que também auxilia o vendedor a exibir campanhas segmentadas;

  • Proporciona a interação em real time entre o RCA e o cliente, por meio de um chat com acesso a descontos exclusivos, que só o vendedor tem autonomia de oferecer;

  • Forma uma verdadeira ponte de negociação entre o vendedor e o cliente, mesmo quando essas pessoas estão fisicamente distantes uma da outra;

  • Aumenta a positivação por parte dos RCAs, uma vez que os possibilitam ampliar as rotas, sem o esforço e o custo de se locomover;

  • Aumenta também a positivação de pequenos clientes, uma vez que otimiza o atendimento sem a necessidade de negociação presencial. Se antes você não atendia clientes menores, distantes das vias principais, porque o custo para chegar até eles era enorme, agora não tem mais esse problema.

6 benefícios que só o Venda+ proporciona para a sua empresa

Só o Venda+ tem a capacidade de proporcionar diversos benefícios para o departamento de vendas da sua empresa. Listamos, a seguir, os principais deles. Confira!

  1. O RCA conseguirá positivar mais, mas com vendas não presenciais;

  2. O RCA conseguirá ampliar a sua área de cobertura, mas sem ter que mudar a sua rota convencional;

  3. O RCA poderá acessar um histórico de desejos da sua carteira de clientes, antes de fazer a visita. Dessa forma, já vai munido de informações sobre o prospect e consegue fechar mais vendas;

  4. O RCA terá mais insumos para vender mais e diminuir o ciclo de venda;

  5. O cliente poderá comprar online, mas com a liberdade de negociar e conversar diretamente com o seu RCA;

  6. As vendas online e físicas caminharão juntas, formando uma coisa só, sem competição.

O Venda+ é o primeiro canal online de relacionamento e negociação, que funciona de forma simultânea, conectando os RCAs com os clientes, sem intermediários.

Somos, também, a primeira solução omnichannel do atacador distribuidor, e a melhor experiência de compra para os clientes deles.

A solução está disponível e você já pode utilizá-la! Pronto para revolucionar a forma como os seus vendedores externos atuam? Então, comece agora mesmo a unir as vendas online e físicas do seu negócio.

Para mais informações, converse agora mesmo com um de nossos consultores. Estamos à disposição para esclarecer todas as suas dúvidas e questionamentos.