Você já deve ter ouvido falar do novo PIX, certo? Esse novo meio de pagamento está chegando para revolucionar o e-commerce! A eficiência dos sistemas de pagamentos online sempre foi um fator decisivo para o sucesso de qualquer e-commerce, não é? Afinal, uma empresa que comercializa produtos por meio da internet necessita entregar segurança e agilidade para os clientes – garantindo que as operações possam ser executadas com facilidade.

Com o PIX, seu e-commerce tem muito a ganhar. Trata-se de um novo meio de pagamento que está sendo criado pelo Banco Central para simplificar as transações financeiras no Brasil. Essa facilidade promete melhorar os meios de pagamentos digitais, podendo se tornar uma grande aliada aos e-commerces.
 

Quer entender melhor o que é o PIX e como seu e-commerce pode se beneficiar com esta novidade? Acompanhe!
 

O que é PIX?

Já imaginou se fosse possível realizar transações financeiras em tempo real e 24 horas por dia, 7 dias por semana? É exatamente isso que o PIX promete oferecer.
 

O PIX é a nova tecnologia brasileira de pagamentos instantâneos anunciada pelo BACEN (Banco Central). O Circular nº 4.027, de 12 de Junho de 2020 institui o pagamento instantâneo no Brasil:

Art. 1º Ficam instituídos no Banco Central do Brasil o Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI) e a Conta Pagamentos Instantâneos (Conta PI).

Parágrafo único. O SPI é a infraestrutura centralizada de liquidação bruta em tempo real de pagamentos instantâneos que resultam em transferências de fundos entre seus participantes titulares de Conta Pagamentos Instantâneos (Conta PI) no Banco Central do Brasil.

Para compreender melhor o que é pagamento instantâneo, podemos usar a própria definição do BACEN:

Pagamentos instantâneos são as transferências monetárias eletrônicas na qual a transmissão da ordem de pagamento e a disponibilidade de fundos para o usuário recebedor ocorre em tempo real e cujo serviço está disponível durante 24 horas por dia, sete dias por semana e em todos os dias no ano.
 

Ou seja, estamos falando sobre transferências financeiras que ocorrem diretamente da conta do usuário pagador para a conta do usuário recebedor, sem qualquer necessidade de intermediários. Com isso, teremos operações mais ágeis e com menores custos de transação.
 

PIX, TED e DOC

Atualmente, as principais formas de transferências financeiras são o TED e o DOC:

  • TED: o dinheiro cai no mesmo dia se realizado antes das 17h e permite transferências maiores que 5 mil reais.

  • DOC: o dinheiro cai no dia seguinte e o valor máximo é de 4999,99 reais.
     

Entretanto, tanto o TED quanto o DOC não permitem a realização de operações em feriados, fins de semana ou fora do horário comercial. Além disso, os bancos costumam cobrar uma taxa para a realização dessas transações.
 

Por outro lado, o PIX possui uma proposta completamente diferente e mais benéfica para todos: será possível realizar transações em tempo real em qualquer dia ou horário – incluindo fins de semana, feriados e fora do horário comercial. Além disso, espera-se que muitos bancos não cobrem taxa alguma para o uso dessa tecnologia.
 

Como funcionam os pagamentos instantâneos?

Para utilizar o PIX, será necessário que o usuário tenha uma conta com um prestador de serviço de pagamento – que pode ser um banco, um intermediador ou uma instituição de pagamento. A partir disso, ele poderá solicitar transferências sem a necessidade de inserir todos os dados do recebedor (como banco, agência, conta ou CPF). Em poucos segundos, a transação será finalizada.
 

Ou seja, em vez de inserir todas as informações (como estamos acostumados a fazer), o PIX permite que as transações sejam feitas de diversas formas:

  • Inserção manual dos dados do recebedor (nome completo, CPF, CNPJ e/ou outros).

  • Inserção de chave de endereçamento que identifica o recebedor (e-mail, número do celular ou um documento).

  • QR Code Recebedor, que é gerado pelo recebedor.

  • QR Code Pagador, que indica os dados do pagador e deve ser apresentado ao recebedor.
     

As partes que compõem o sistema de pagamento instantâneo

Veja quais são as partes que participam do PIX:

  • Pagador: usuário pagando ou transferindo dinheiro

  • Recebedor: usuário que recebe o valor da operação

  • Participante direto: bancos, bandeiras e todas instituições financeiras que têm contas no BC conectada à infra de liquidação

  • Participante indireto: fintechs, contas de pagamento e outras instituições que não têm conta no BC e que usam um participante direto para realizar as liquidações

  • Infraestrutura única de liquidação: BACEN

  • Provedor de serviço: softwares e instituições nas quais o usuário detém contas de pagamento
     

Quem pode usar o PIX?

Segundo dados do Banco Central, as transferências pelo PIX poderão ser utilizadas em diversas transações. Veja quais são elas:
 

  • Transações P2P: transações realizadas entre pessoas físicas.

  • Transações P2B: transações entre pessoas e empresas – sendo que o comércio eletrônico também entrará nessa categoria.

  • Transações B2B: transferências entre empresas diferentes.

  • Transações P2G e B2G: transferências para órgãos governamentais. Elas podem ser de uma pessoa física para o órgão (P2G) ou de uma empresa para o governo (B2G).

  • Transações G2P e G2B: transações de órgãos governamentais para pessoas físicas (G2P) ou empresas (G2B).
     

Como se cadastrar no PIX?

Você ficou interessado em levar o PIX para o seu e-commerce? Para isso, será preciso cadastrar uma “chave PIX” – que substitui os seus dados bancários quando você for receber dinheiro pelo sistema de pagamento instantâneo.
 

Essas chaves podem ser as seguintes informações:

  • Número do celular

  • Endereço de e-mail

  • CNPJ

Além disso, se você não quiser nenhuma dessas chaves, a instituição pode gerar um número aleatório para a sua chave PIX. Também é importante ressaltar que o cadastro das chaves é completamente gratuito para pessoas e empresas de todo tamanho.
 

Confira a seguir um passo a passo para se cadastrar no PIX:
 

  1. Conta no banco. O primeiro passo para se cadastrar no PIX é ter uma conta em banco ou carteira digital – afinal, esse sistema funciona como uma funcionalidade online dentro do aplicativo ou site do seu banco.

  2. Selecionar o banco ou fintech. Caso você tenha conta em mais de um banco, é importante que você selecione em qual ou quais instituições você quer receber o dinheiro enviado por PIX. Você tem direito pelo menos três chaves PIX pode cadastrar todas elas em um único banco – mas pode também designar cada chave para um banco diferente.

  3. Registro das chaves. Você deve acessar o site ou o aplicativo da instituição financeira em que você possui conta. Neste ambiente você encontrará as instruções para cadastrar suas chaves PIX.

  4. Confirmação. Haverá um período para que a sua chave seja confirmada. Uma vez que o cadastro é enviado ao Banco Central ele confere as informações, cruza dados e então confirma o cadastro. Você será avisado pelo seu banco que sua chave está cadastrada.

  5. Uso do Pix. O PIX será liberado para uso no dia 16 de novembro. A partir desta data, já será possível a realização de transferências financeiras com mais facilidade!
     

Quais as principais vantagens do PIX para o e-commerce?

Do ponto de vista do e-commerce, qualquer forma de simplificar as transações financeiras é uma ótima notícia, não é? Isso significa que será possível tornar o processo de checkout mais fácil para os consumidores – gerando mais resultados de vendas!
 

Confira este MáximaCast em que falamos sobre como ter uma visão afiada para identificar oportunidades de crescimento explorando o mercado digital:

https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/885802705&color=%23ff5500&auto_play=false&hide_related=false&show_comments=true&show_user=true&show_reposts=false&show_teaser=true

Veja a seguir quais são as principais vantagens do PIX para o comércio eletrônico:
 

Agilidade no recebimento

Segundo informações do Banco Central, o PIX deve levar apenas 10 segundos para a efetivação dos pagamentos e transferência. Trata-se de algo muito diferente do que ocorre atualmente, com transações que levam horas (ou dias) para serem concretizadas.
 

As empresas sempre preferem receber o pagamento mais rapidamente e a liquidação imediata reduz ou elimina os processos que levam vários dias. Isso é especialmente relevante para pagamentos de consumidor para empresa (C2B), permitindo que as empresas possam processar a maioria de seus pagamentos sem problemas.
 

Simplificação do reembolso

Reembolsos são situações comuns no e-commerce – e sempre podem levar a imprevistos. Com o uso do PIX, torna-se mais fácil garantir a devolução do dinheiro para os clientes com facilidade e baixos custos.
 

Padronização dos processos

O recebimento por meio de diversos meios de pagamento pode levar a um aumento da complexidade dos controles financeiros, não é? Como o PIX é uma forma mais benéfica para todas as partes, será possível centralizar as entradas e saídas de recursos do e-commerce.
 

Como os consumidores e as empresas podem enviar e receber pagamentos mais rapidamente, isso pode permitir uma gestão mais fácil do fluxo de caixa e orçamentos, gastos e investimentos mais previsíveis.
 

Otimização da experiência do cliente

Se as soluções de pagamento mais rápidas forem projetadas para processar pagamentos 24 horas por dia, 7 dias por semana, os usuários finais podem se beneficiar da flexibilidade adicional para concluir transações rapidamente.
 

Ou seja, o PIX proporciona uma experiência mais satisfatória ao cliente. Ele pode finalizar o pagamento pelas suas compras com agilidade e segurança – sem a necessidade de passar por diversos processos para inserir todos seus dados.
 

Aumento da segurança

Os pagamentos instantâneos podem ajudar a reduzir muitos dos riscos no sistema atual, diminuindo o atraso entre o início do pagamento, a compensação e a liquidação. A confirmação oportuna de bons fundos e a certeza da finalidade do pagamento podem beneficiar as instituições financeiras e seus clientes.
 

Ou seja, há amplos benefícios a serem obtidos em relação a segurança. O PIX atende a altos padrões de gerenciamento de risco, segurança e proteção. Com isso, tanto seu e-commerce quanto os consumidores podem ter uma experiência mais segura.
 

Redução de custos

Outra das vantagens do PIX para e-commerces é a redução de custos para a realização das transações. As tarifas serão definidas pelas instituições financeiras, mas o custo de uma operação com o novo sistema será mais econômico – sendo que muitos bancos já prometem tarifa zero para esse serviço.
 

Gestão de fraude

Receber pagamentos online sempre carrega um risco, não é? Qualquer e-commerce já precisou lidar com fraudes ou consumidores inadimplentes. Com o PIX, será possível centralizar as opções de pagamento para o cliente e reduzir os riscos de fraude.
 

Diferencial competitivo

Os comércios eletrônicos que se adaptarem ao PIX com mais agilidade e eficiência podem obter um ótimo diferencial competitivo no mercado. Ao entregar uma experiência mais satisfatória aos consumidores e facilitar o pagamento, muitas boas oportunidades de vendas podem ser aproveitadas.
 

Aqueles clientes que abandonam o carrinho no último instante por dificuldades no pagamento serão cada vez mais raros no seu e-commerce. Com a possibilidade de pagamento instantâneo, todo o processo será mais simples e intuitivo – permitindo que sua empresa alcance seus objetivos de vendas.
 

Produtividade interna

Além de todos esses benefícios no relacionamento com o cliente e no recebimento de pagamentos, o PIX também gera vantagens para a produtividade interna da sua empresa. Afinal, toda essa simplicidade também estará presente em todas outras transações financeiras.
 

Ou seja, atividades comuns de um e-commerce – como o pagamento de fornecedores ou recolhimento de tributos – podem se tornar mais práticas. Além disso, todos os controles financeiros também devem ficar mais completos e atualizados.
 

Você já conhecia todas essas informações sobre o PIX? Gostou das novidades para o seu e-commerce? Ficou com alguma dúvida sobre o assunto? Deixe o seu comentário.

A Black Friday é um momento mágico do ano para qualquer varejista, não é? Trata-se de uma data que reúne milhares de consumidores dispostos a comprar diversos produtos, criando uma grande oportunidade para o seu negócio. Porém, é preciso ficar atento aos erros comuns na Black Friday para não comprometer as  suas vendas.

Se por um lado temos todos os benefícios da Black Friday, de outro há toda a insegurança em relação ao aproveitamento máximo dessa data. E se as vendas não forem boas o suficiente? E se os anúncios não funcionarem? E se os produtos não forem enviados no prazo?

São muitas as dúvidas que tiram o sono dos gestores. Mas com um bom planejamento é possível evitar os erros comuns na Black Friday e focar apenas no lado positivo desse evento: um aumento considerável no número de vendas fechadas e um grande sucesso com o público.

Quer entender melhor quais são os erros comuns na Black Friday para que você possa evitá-los? Acompanhe a seguir.

10 erros comuns na Black Friday

1. Estoque insuficiente

Se você quer realmente aproveitar ao máximo a Black Friday, certifique-se de ajustar os níveis de estoque para acompanhar o aumento da demanda. Caso contrário, você pode causar uma grande decepção nos seus clientes quando aquelas mensagens de “esgotamento” aparecerem antes do previsto.

É difícil estimar as quantidades exatas de estoque corretas para um evento como a Black Friday, mas isso não significa que você não possa fazer um palpite bem fundamentado – usando como base as vendas de anos anteriores, de outras datas comemorativas e dos últimos meses.

2. Não seguir os prazos de envio

Os clientes querem que suas compras cheguem dentro do tempo previsto. Basta que você atrase a entrega das mercadorias para que toda a satisfação por encontrar uma oferta atrativa se transforme em frustração.

Por esse motivo, é fundamental garantir que você possa seguir os prazos previstos. E se você acha que pode levar mais tempo que o normal, certifique-se de informar isso ao consumidor, evitando criar uma expectativa que não será cumprida.

3. Simplesmente copiar promoções de outras empresas

Depois de um tempo, as promoções podem começar a parecer um pouco redundantes. Afinal, quantas vezes você pode ver um anúncio de “50% de desconto! COMPRE AGORA!” antes de parar de se importar?

Você precisa ser criativo se quiser ganhar a atenção dos consumidores. Por conta disso, um dos erros comuns na Black Friday é se limitar a copiar promoções feitas por outras empresas.

Não é preciso ir muito longe para colocar boas ideias em prática. Uma dinâmica nas redes sociais, imagens com uma arte atrativa, promoções relâmpago, mensagens personalizadas para seus leads ou interação constante já podem dar uma nova cara às ações da sua empresa.

4. Dar descontos nos produtos errados

Outro dos erros comuns na Black Friday é tentar utilizar a data para se livrar de produtos antigos que não estão vendendo. Afinal, se esses produtos não forem atrativos, é improvável que funcionem como a espinha dorsal de sua venda.

Se você realmente precisa eliminar o estoque que está parado, escolha uma estratégia mais suave, como:

  • Ofereça descontos para produtos populares e, em seguida, use a seção “Você também pode gostar” dessas páginas de produtos para promover os itens que está tentando vender;

  • Combine best-sellers com produtos menos populares em kits de produtos.

Dessa forma, aquele produto que está parado no estoque gera valor na venda de um outro produto que realmente é atrativo para o seu consumidor. Trata-se de uma ótima maneira de unir o útil ao agradável!

5. Baixar demais os preços

A cada ano, os descontos da Black Friday ficam mais agressivos. E essas guerras de preços podem ser quase impossíveis de vencer, não é mesmo?

Porém, se algumas empresas estão baixando os preços de forma absurda, isso não significa que você deva fazer o mesmo. Afinal, você ainda precisa garantir a sua margem de lucro.

Um dos erros comuns na Black Friday é tentar vender o máximo possível, de uma forma que comprometa os seus resultados. Afinal, esse alto volume de vendas pode causar várias complicações: comprometimento do estoque, dificuldade no envio, insatisfação dos clientes, excesso de acessos no site da sua empresa e perda da credibilidade no mercado.

6. Manipulação dos preços

Você já ouviu falar que na Black Friday os produtos são vendidos “pela metade do dobro” do preço? Essa é uma fama que surgiu justamente pelo abuso da manipulação dos preços feita por alguns lojistas.

Quer seja um simples erro ou um erro intencional, os preços com desconto nem sempre são o que parecem. Mesmo as grandes marcas foram presas por jogar jogos de preços com seus clientes.

Algumas das fraudes de preços mais comuns incluem:

  • Aumentar os preços alguns dias antes da Black Friday e, em seguida, reduzi-los ao preço original;

  • Exagerar uma venda: por exemplo, a loja anuncia “até 70% de desconto”, mas o desconto médio em toda a loja é de apenas cerca de 20%;

  • Termos de desconto enganosos: por exemplo, uma loja oferece um desconto fixo de R$ 20, mas quando o cliente tenta finalizar a compra, ele fica sabendo que só está disponível com uma compra de R$ 500 ou mais.

Obviamente, enganar os clientes não é algo que você deva fazer. Talvez você até conquiste algumas vendas a mais em curto prazo, mas os riscos definitivamente não valem a recompensa. A internet nunca esquece e, se você for pego trapaceando, pode ser difícil recuperar a reputação da sua marca.

7. Oferecer apenas descontos

Não há dúvida sobre isso: grandes descontos (50% de desconto, 75% de desconto) atraem a atenção de um grande número de clientes. No entanto, se toda a sua estratégia gira em torno de descontos, você pode estar perdendo outras promoções com as quais seus concorrentes estão lucrando.

Ou seja, um dos erros comuns na Black Friday é entrar em uma corrida de descontos para oferecer o preço mais baixo e não utilizar outras estratégias eficientes:

  • Frete grátis;

  • Kits de produtos com desconto;

  • Descontos na próxima compra;

  • Envio de um presente na compra;

  • Promoções no estilo de “compre um, ganhe dois”.

8. Esquecer de criar urgência

E se disséssemos que sua loja online favorita está com 75% de desconto, mas apenas pela próxima hora? Você provavelmente pararia de ler esta postagem do blog muito rapidamente para encher seu próprio carrinho, não é?

A ideia de escassez de recursos – um produto disponível apenas em uma quantidade limitada ou por um tempo limitado – é um gatilho mental para os compradores.

Todos nós já vimos “apenas 1 assento restante” ou “2 quartos restantes com esse preço” em sites de reserva de viagens e ficamos tentados a clicar no botão “reservar” imediatamente.

Dizer aos clientes que um produto está acabando ou que eles têm tempo limitado para comprar pode realmente levar os clientes a fazer uma compra. E é justamente essa a lógica que está por trás da Black Friday: apenas um dia (ou poucos dias) de grandes ofertas – e não explorar isso corretamente é um dos erros comuns na Black Friday.

No entanto, a urgência é como usar um tempero forte: adicionar um pouco é ótimo, mas se você usar demais pode deixar um gosto ruim na boca do seu cliente. Ou seja, use com moderação.

9. Não direcionar as ações para os clientes certos

Na Black Friday, as pessoas são bombardeadas com muitas mensagens promocionais chamativas. Se as ações da sua empresa forem genéricas demais, você corre o risco de ser esquecido em meio a toda essa loucura.

Ou seja, um dos erros comuns na Black Friday é tentar alcançar uma rede muito ampla, enviando milhares de e-mails ou gastando uma tonelada em publicidade, mas não de uma forma significativa.

10. Não preparar sua loja online

A Black Friday pode levar a um aumento considerável no tráfego do site – o que é bom –, mas também pode trazer uma variedade de novos desafios que você provavelmente não encontra no seu dia a dia, como o excesso de visitantes simultaneamente. E isso pode levar a vários erros comuns na Black Friday.

Então, no mínimo, você vai querer:

  • Otimizar as imagens de produtos para acelerar o tempo de carregamento do site;

  • Inserir métodos de pagamento adicionais em caso de falhas no serviço;

  • Garantir que a equipe de atendentes da sua empresa esteja preparada para responder as perguntas dos clientes pelos principais canais de comunicação – que incluem chat, redes sociais, e-mail e telefone;

  • Certificar-se de que o seu site consegue comportar o volume de acessos simultâneos que você está esperando para a Black Friday.

Além disso, é uma ótima ideia garantir que o seu cliente possa fazer seus pedidos com facilidade e comodidade, aumentando os canais de vendas utilizados. Para isso, muitos varejistas investem em aplicativos próprios para entregar uma experiência ainda mais completa ao consumidor.

Você já conhecia esses erros comuns na Black Friday? Quais deles mais chamaram a sua atenção? 

Você já ouviu falar em bounce rate ou taxa de rejeição? Esse termo é muito importante para quem é gestor de um e-commerce, tendo em vista que se trata de um indicador que contribui para que os sites performem melhor. 

Ao conhecer a taxa de rejeição do seu e-commerce, assim como fazer a análise de dashboard, de modo geral, você poderá desenvolver estratégias mais eficientes para o seu negócio. Vale lembrar que estamos passando por uma transformação no cenário do varejo brasileiro, e ser estratégico, mais do que nunca, é necessário.
 

Ao fazer a análise de dados no e-commerce, você poderá tomar decisões com embasamento e não por meros achismos. O uso da tecnologia, como recursos de Big Data, são o caminho para tomar as melhores decisões e aumentar os seus lucros. 
 

Ao compreender o real diagnóstico do seu negócio, será mais fácil desenvolver estratégias, como a precificação dos produtos que são vendidos. E, entre os indicadores que precisam ser acompanhados, um dos mais importantes é a bounce rate.
 

Como existem muitas dúvidas acerca dessa taxa, responderemos as principais delas, a seguir. Confira!
 

O que é a bounce rate?

A bounce rate, ou taxa de rejeição, é a porcentagem de visitantes que saem de um site ou página da web sem executar qualquer ação, como clicar em um link, preencher um formulário ou realizar uma compra.
 

Na prática, é o que acontece quando alguém acessa o seu e-commerce, olha a página e simplesmente a fecha, sem nem mesmo pesquisar produtos, colocar alguns deles no carrinho ou finalizar uma compra. 
 

Por isso, é muito importante que essa taxa seja acompanhada pelos e-commerces. Afinal, todas as pessoas que entraram na sua loja virtual são possíveis compradoras, que abandonaram a página por qualquer motivo.
 

Qual é a taxa de rejeição média dos sites?

Uma pesquisa desenvolvida pela empresa Go Rocket Fuel apurou que a bounce rate média dos sites está entre 41% e 51%. Esse número, no entanto, varia de um segmento para outro.
 

No que se refere aos e-commerces, por exemplo, a taxa de rejeição média, segundo o mesmo estudo, está entre 20% e 45%. Por isso, se a sua bounce rate estiver muito acima desse número, é preciso ligar o sinal de alerta e desenvolver ações para reverter essa situação.
 

Como fazer o cálculo da bounce rate?

Não é preciso usar nenhuma fórmula matemática para fazer o cálculo da bounce rate do seu e-commerce, tendo em vista que essa informação é disponibilizada pelo Google Analytics.
 

Por isso, basta que você vincule o seu site ao Google Analytics e monitore esse indicador. O serviço é totalmente gratuito e poderá ser muito útil para acompanhar não apenas a taxa de rejeição, mas também diversas outras métricas.
 

Outra vantagem do Google Analytics é que ele permite que você acompanhe a bounce rate de cada página da sua loja virtual. Ou seja, se você tem um e-commerce que vende roupas e separa os produtos por categorias, por exemplo, pode verificar as diferentes taxas de rejeição das páginas, como o setor masculino, feminino e infantil. 
 

Quais motivos fazem com que as pessoas abandonem os sites?

Uma vez que você conhece a bounce rate do seu e-commerce, é necessário tomar as medidas cabíveis para reduzi-la ao máximo. Para isso, compreender os motivos que mais fazem com que as pessoas abandonem os sites é importante.
 

Fizemos uma lista com os principais deles. 
 

#1 Não cumprimento das expectativas criadas

Imagine a seguinte situação: uma pessoa quer muito comprar uma televisão nova. Por isso, ela acessou o Google e pesquisou por “televisores com frete grátis para a cidade X”.
 

Um anúncio do seu e-commerce é um dos primeiros do relatório gerado pelo buscador, e esse possível cliente clica nele. Porém, em vez de ser direcionado exatamente para a página de TVs, que é o produto que essa pessoa está buscando, o link leva para a home do site.
 

Se esse usuário não encontrar as televisões disponíveis para venda na primeira página, ele provavelmente abandonará o e-commerce e voltará para o Google para acessar lojas concorrentes, em que o produto está mais acessível.
 

#2 Design ruim e pouco intuitivo

De nada adianta o seu e-commerce ter bons preços e oferecer vantagens para o cliente se o design for ruim. Tudo precisa ser muito organizado e intuitivo para que os usuários encontrem rapidamente o que eles estão procurando.
 

E, quando falamos em UX Design, muitas vezes, menos é mais! Vale mais a pena ter poucos recursos no site e eles serem fáceis de usar, do que encher de firulas e os usuários abandonarem a página por terem dificuldades para fazer a navegação.
 

Para fins comparativos, imagine que você entrou em uma grande loja de departamentos física. Porém, tudo está misturado, as prateleiras bagunçadas, eletrodomésticos na sessão de brinquedos, roupas na parte onde ficam os livros e CDs etc. Certamente, você dará meia volta e irá embora desse lugar, não é mesmo? A mesma coisa acontece quando alguém acessa um e-commerce e não encontra tudo arrumado.

 

#3 Lentidão

Outro motivo que faz com que a bounce rate seja alta é a lentidão do site. As pessoas estão cada vez mais impacientes e querem resolver tudo com muita agilidade. Logo, ficar esperando por mais de um minuto para que uma  página carregue é motivo suficiente para abandonar um e-commerce e procurar outro lugar para fazer as compras.
 

Por isso, é muito importante fazer testes de velocidade no seu site. Se for o caso, trocar o provedor de hospedagem também é uma medida interessante para garantir que as páginas não demorem muito para carregar.
 

Quais medidas podem ser tomadas para reduzir a bounce rate?

Conhecidas as principais razões que fazem com que a bounce rate aumente, agora, é importante que você saiba quais são as melhores estratégias para reverter essa situação. 
 

Confira, na sequência, algumas dicas para evitar que o seu e-commerce tenha uma taxa de rejeição muito grande.
 

Desenvolva um layout atrativo

O layout do seu e-commerce é uma vitrine virtual, ele precisa chamar a atenção das pessoas que o acessam e fazer com que elas permaneçam ali. Por isso, aposte em um design mais clean e que seja muito bem organizado.
 

Estratégias como a psicodinâmica das cores também podem ser trabalhadas. Segundo essa área da psicologia, o nosso cérebro reage de maneira diferente quando visualiza determinadas cores.
 

O amarelo e o vermelho, por exemplo, remetem à fome. Logo, se o seu e-commerce é para uma rede de food service, usar essas cores pode ser interessante para reter os usuários no site ou aplicativo e fazer com que eles finalizem os pedidos.
 

Quando se está trabalhando com alguma promoção especial ou ofertas do dia, também é interessante ter um banner com essas informações. Nesses espaços, além das cores, os textos também precisam ser trabalhados de forma persuasiva.
 

Tenha uma plataforma responsiva

Para você ter uma ideia, de acordo com o estudo Panorama do Comércio Móvel no Brasil, publicado em 2019, 85% dos consumidores que têm smartphones já fizeram alguma compra por meio desse dispositivo.
 

Logo, a sua loja virtual precisa ser desenvolvida em uma plataforma responsiva, ou seja, que se adapte a diferentes tamanhos de tela. Independentemente de o consumidor acessar o seu site em um computador, notebook, tablet ou celular, em todas as opções ele precisa ter uma boa experiência.
 

Se o seu e-commerce não for responsivo e um potencial cliente acessá-lo pelo celular, ele vai simplesmente abandonar a página e procurar por outro, que atenda melhor às suas necessidades naquele momento.
 

Incorpore vídeos à sua página

Um estudo feito pela empresa Wistia descobriu que a adição de vídeos aumenta o tempo médio dos usuários nas páginas em até 2,6 vezes. Isso acontece porque as pessoas param para assistir os vídeos e acabam ficando mais minutos com o site aberto, fazendo com que a bounce rate reduza.
 

No caso de um e-commerce, podem ser produzidos vídeos com reviews dos produtos, para que os clientes tenham mais informações sobre aquilo que estão comprando. Isso também gera a vantagem de os usuários terem mais informações para fazer a compra com mais segurança.
 

Monitore a velocidade do seu e-commerce

Como explicamos, a lentidão para carregar as páginas é um dos principais fatores que fazem com que a bounce rate cresça. Por isso, monitorar a velocidade do site e fazer correções para que ele se torne mais rápido é algo extremamente necessário para que o seu e-commerce possa reter as pessoas na página e faturar mais.
 

Para fazer isso, você pode usar uma excelente ferramenta, que é disponibilizada gratuitamente pelo Google, a PageSpeed Insights. O uso dela é bem simples, basta colar a URL do seu site no campo indicado e fazer a pesquisa.
 

A ferramenta fará uma varredura em todo o seu site e dará uma nota para ele, que varia de 0 a 100. Quanto mais próxima a 100 fora a sua nota, melhor para o seu e-commerce, pois significa que ele tem uma boa velocidade e que os usuários não abandonarão a página por conta da lentidão.
 

Porém, apenas saber os números não é suficiente! Por isso, a PageSpeed Insights também mostra os motivos que fazem com que o seu site seja lento. A ferramenta mostra se as fotos cadastradas são muito pesadas, códigos HTML e CSS que podem ser otimizados etc. 
 

Assim, todas as correções apontadas podem ser feitas com facilidade pelo seu time de programação. Logo, o site performará melhor e a taxa de rejeição será reduzida.
 

Use mapas de calor para conhecer como as pessoas usam o seu site

Os mapas de calor são ferramentas que mostram como as pessoas usam e interagem com o seu site. Uma boa ferramenta para isso é o Hotjar, que possibilita que você cadastre o seu site gratuitamente e monitore como as pessoas leem, clicam e rolam pela sua página.
 

A ferramenta mostra visualmente a quantidade de pessoas que clicam em determinados pontos da página. Assim, se um determinado botão de compra não tem muitos cliques, por exemplo, pode significar que ele está pouco visível para os visitantes.
 

Uma alternativa para resolver essa situação é fazendo testes A/B, mudando cores e textos, até que se consiga chegar a um layout que seja realmente atrativo e possa converter os visitantes do site em clientes para o seu negócio.
 

A bounce rate está entre os principais dados para gestão que devem ser acompanhados pelos administradores de e-commerce. Por isso, não deixe de acompanhá-la e colocar em prática todas as dicas que trouxemos aqui. Seus resultados em vendas serão muito maiores quando você adotar as mudanças para que os usuários passem mais tempo em sua loja virtual.
 

Siga se informando para melhorar o desempenho da sua loja virtual! Leia, também, nosso artigo sobre o mapeamento da jornada do cliente no e-commerce, e até a próxima!

Estamos vivendo um dos momentos mais atípicos dos últimos anos! A quarentena imposta para evitar a propagação do novo coronavírus tem feito com que as pessoas mudem as suas rotinas e adquiram novas hábitos, como fazer compras em supermercado online.

Tendo em vista essa realidade, muitos empreendedores estão vendo uma oportunidade de negócio. Afinal, proporcionar compras de supermercado online pode ser algo muito lucrativo.

Porém, é preciso cuidado nesse momento! Assim como qualquer negócio, um supermercado online necessita de planejamento para dar certo e realmente se tornar uma empresa eficiente para os consumidores – com bons potenciais de ganhos para os proprietários.
 

Nos tópicos a seguir, entenda como pode tirar proveito do boom do e-commerce e faturar com um supermercado online. Vamos lá?
 

O crescimento do e-commerce durante a pandemia

Apenas durante o mês de maio deste ano, o comércio eletrônico mundial teve um aumento de 81% nas vendas, de acordo com uma pesquisa realizada pela ACI Worldwide. Não se pode negar que esse número é bastante significativo, e que as empresas que já estavam preparadas para vender digitalmente puderam tirar mais proveito desse cenário.
 

Falando especificamente sobre supermercado online, vemos um número ainda mais expressivo. Segundo a Associação Paulista de Supermercados, as vendas nesse setor tiveram uma alta de 107%, apenas no mês de março de 2020.
 

Outro dado interessante, revelado por um estudo feito pela Corebiz, mostra que a venda de alimentos em e-commerces, especificadamente em supermercado online e restaurantes, cresceu 330% durante o último mês de março. Isso demonstra uma mudança de comportamento nos hábitos de consumo das pessoas.
 

Vale lembrar que a crise sanitária causada pelo coronavírus também gerou uma crise econômica. Muitas pessoas perderam os seus empregos ou tiveram a renda reduzida, e isso impacta na forma como gastam o seu dinheiro. A tendência é que tudo que for considerado supérfluo seja cortado do orçamento das famílias que estão com menos posses. 
 

Comer, no entanto, é uma necessidade de todos. Logo, a procura por compras online no setor alimentício realmente tende a crescer. Isso também é impulsionado pelo fato de os supermercados físicos serem locais com uma grande circulação de pessoas, o que contribui para a disseminação do coronavírus. O medo de ser contaminado pela doença tem feito com que muitos consumidores prefiram comprar pela internet, em supermercado online.
 

Um mercado que tem um estabelecimento físico e já atendia demandas online, por meio de aplicativos ou site, certamente teve mais facilidade em atrair clientes para compras digitais, expandindo a atuação. Os estabelecimentos tradicionais, que não vendiam online, agora precisam correr atrás do prejuízo e investir em plataformas para atender os consumidores que preferem fazer compras à distância nesse momento.
 

A possível bolha das lojas e supermercado online

O cenário atual é positivo para os e-commerces, tanto que muitos estabelecimentos físicos estão migrando para o digital. Para você ter uma ideia, de acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), houve um registro de 107 mil novas lojas virtuais entre 23 de março e 31 de maio deste ano. 
 

Chegamos à incrível marca de mais de uma loja virtual ser aberta por minuto em nosso país, incluindo supermercado online. Estaríamos, então, caminhando para uma bolha, com chances de estourar em curto e médio prazo?
 

Seria o supermercado online um modismo, assim como já aconteceu com outros serviços nos últimos anos, como os food trucks, casas de bolo, paleterias, entre outros? A resposta para essa pergunta é não, e nós explicaremos o por quê.
 

A pandemia do coronavírus fez com que a transformação digital fosse acelerada de uma forma impressionante. As pessoas não tiveram apenas que aprender a fazer compras de supermercado online, mas também a trabalhar, a estudar, a manter conversas e até mesmo relacionamentos amorosos a distância.
 

Para alguns historiadores, como Lilia Schwarcz, o momento que estamos vivendo é o que realmente marcará a passagem do século XX para o XXI. Apesar de já terem passado quase 20 anos desde a entrada nesse novo ciclo, os hábitos ainda não eram muito diferentes do que os de antes de 2001.
 

Agora, tudo muda! Mesmo quando a pandemia for superada, muitas empresas manterão os colaboradores em home office, pois perceberam que esse método de trabalho é eficiente. As escolas e universidades devem seguir com um modelo híbrido de ensino, mesclando as aulas presenciais com atividades de educação a distância.
 

E, como não poderia ser diferente, as compras online continuarão sendo realizadas. Mesmo pessoas que nunca tinham usado o celular para fazer um pedido em um supermercado online adquiriram esse hábito durante a quarentena. Por conta da comodidade que isso gera e a inserção dessa atividade como algo comum em suas rotinas, elas devem continuar comprando dessa forma nos próximos anos.
 

O fato é que, em meio a um cenário com muitas lojas virtuais sendo abertas, se destacarão aquelas que realmente forem eficientes para os consumidores. Não basta investir em uma plataforma online, é preciso se especializar no digital, prestar um bom atendimento e, assim, fidelizar clientes.
 

5 dicas práticas para ter um supermercado virtual lucrativo

Agora você já entende que o comércio eletrônico não é algo passageiro e que deve continuar crescendo, mesmo após o fim da pandemia. No entanto, para ser competitivo e realmente ter resultados positivos com esse modelo de negócio, é preciso fazer uma gestão eficiente.
 

Na sequência, confira algumas dicas práticas para você ter um supermercado online lucrativo. Confira!
 

1. Tenha um planejamento estratégico

Qualquer negócio precisa ter um planejamento estratégico bem definido, com bases sólidas para que possa crescer e se desenvolver de forma saudável. Em um supermercado online, isso não é diferente!
 

Entre as diversas metodologias para planejar estrategicamente está análise SWOT. Nesse método, são cruzadas as forças (strenghts) e fraquezas (weaknesses) da empresa, com as oportunidades (opportunities) e ameaças (threats) do ambiente em que ela está inserida.
 

Com base nesses dados, devem ser geradas estratégias de venda, de relacionamento com o cliente, de organização do negócio etc. É importante que tudo seja planificado e com metas e prazos bem definidos. Somente assim será possível garantir que o planejamento realizado seja seguido à risca.
 

2. Atraia clientes para o seu supermercado online

Em meio a tantos e-commerces que estão surgindo, as pessoas precisam entender o porquê elas devem comprar de você e não de um concorrente. Além disso, se o seu supermercado online é novo, ele precisa ser apresentado aos consumidores.
 

Investir em estratégias de marketing é fundamental nesse momento! As redes sociais são canais que podem ser muito explorados por esse tipo de negócio, por meio de anúncios criados em suas páginas no Facebook e no Instagram, por exemplo.
 

Também é uma possibilidade investir em marketing de conteúdo e inbound marketing, para que os usuários encontrem o seu supermercado online quando fizerem buscas relacionadas aos produtos que você vende. 
 

3. Pense na usabilidade da plataforma e experiência do cliente

De nada adianta, porém, atrair consumidores até o seu supermercado online e, quando eles acessarem o seu site ou aplicativo, não terem uma experiência agradável. É por isso que você precisa pensar na usabilidade da plataforma.
 

É interessante que os produtos não sejam simplesmente “jogados” no layout mostrado para o cliente. Eles devem ser organizados para que sejam encontrados de forma intuitiva pelas pessoas. Uma boa prática é criar sessões específicas, assim como acontece nos supermercados físicos.
 

A sessão “Feira” pode incluir todas as frutas, legumes e hortaliças, a “Padaria”, conter diversos tipos de pães, bolos, doces e salgados, entre outros exemplos. De tal maneira, os clientes saberão onde encontrar o que desejam comprar.
 

Também é importante pensar na facilidade para o cliente cadastrar o seu endereço, programar um horário para entrega e escolher um método de pagamento para finalizar a compra. Tudo isso deve ser prático e intuitivo!
 

O design do seu e-commerce precisa ser simples, de modo que qualquer pessoa, mesmo que nunca o tenha acessado, consiga iniciar e finalizar uma compra. Se o consumidor achar a plataforma complicada, é bem provável que ele abandone a compra e a faça em uma loja concorrente.
 

4. Faça o gerenciamento de estoque corretamente

É relevante, também, que você faça um bom gerenciamento de estoque em seu supermercado digital. Para isso, é preciso ter uma ferramenta de logística que indique a quantidade exata de produtos que você tem em seu centro de armazenagem.
 

Por estarmos falando de supermercado, a maior parte dos produtos vendidos é perecível ou com prazo de validade curto. Logo, deve-se ter muito cuidado para não comprar itens além da sua demanda, para que não se tenha prejuízo e eles acabem estragando antes de ser vendidos.
 

Na logística, há uma metodologia chamada de PEPS (Primeiro que Entra, Primeiro que Sai). Como o nome sugere, os produtos que deram entrada antes no estoque devem ser os primeiros a ser entregues para os clientes, quando eles fizerem os pedidos no seu e-commerce.
 

Ainda sobre o gerenciamento de estoque, é preciso que você fique atento às altas e baixas de demandas no setor de supermercados. Logo que a pandemia do novo coronavírus iniciou, por exemplo, vimos uma corrida dos clientes para estocar papel higiênico e álcool em gel.
 

A alta do consumo desses itens fez com que muitos estabelecimentos ficassem com os estoques desguarnecidos. Logo, aqueles que se prepararam no início e conseguiram injetar esses produtos em mais quantidade em seus estoques lucraram mais.
 

Passado o pânico inicial, as vendas desses itens caíram, já que as pessoas compraram mais do que realmente necessitavam. Agora, comprar quantidades maiores de tais produtos para o seu supermercado virtual já não é mais necessário.
 

É por isso que você precisa ficar de olho nessa e em outras movimentações, de acordo com diversos fatores externos que impactam um supermercado online. Assim, seus clientes nunca ficarão na mão.
 

5. Trabalhe em ações de fidelização de clientes

“Conquistar um novo cliente custa entre 5 e 7 vezes mais do que manter um cliente atual”. Essa frase é de nada mais e nada menos que Philip Kotler, considerado por muitos como o pai do marketing. Ela mostra como as empresas devem investir no relacionamento com os consumidores, para que eles se fidelizem ao negócio.
 

É por isso que as estratégias do seu supermercado online não devem focar apenas em chamar novos clientes, mas também fazer com que os usuários que já compraram de você sigam preferindo o seu negócio. Nesse sentido, diversas ações podem ser realizadas.
 

Uma das mais comuns é a interação via redes sociais. Crie promoções, faça enquetes, mostre as ofertas do dia, interaja com as pessoas, esclareça dúvidas etc. Isso gerará uma relação de confiança entre as partes, estreitará os laços do relacionamento e fará com que a sua marca seja sempre lembrada quando for necessário fazer uma compra em supermercado.
 

Outra ação de relacionamento interessante para esse tipo de negócio, são os cupons de desconto. Você pode enviá-los em momentos estratégicos, como no quinto dia útil do mês, quando as pessoas geralmente recebem os seus salários e estão com dinheiro para fazer a compra mensal no supermercado. Também aproveite as datas comemorativas e dê cupons de desconto específicos. Na Páscoa, por exemplo, os cupons podem servir para comprar ovos de chocolate.
 

A entrega gratuita também se enquadra aqui, tendo em vista que as pessoas perceberão mais uma vantagem em comprar do seu negócio. Para não ter prejuízo, pode ser estipulado que esse serviço é oferecimento sem cobrança para os clientes que comprarem acima de uma quantidade X de produtos ou Y de valor, por exemplo.
 

Agora você já sabe que realmente está ocorrendo um “boom” no e-commerce e os supermercados online são os estabelecimentos que mais estão crescendo. Essa é uma tendência que veio para ficar, mas é necessário ter planejamento e profissionalização para se destacar perante a concorrência e ter sucesso nessa área.
 

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