Em grande parte dos países onde o novo Coronavírus (COVID-19) está causando impacto, medidas de isolamento e distanciamento social estão sendo implementadas. 
 

Trabalhadores em alguns países, a exemplo do Brasil, foram solicitados a trabalhar em casa, as cidades, em casos mais extremos, como as da China e Itália, foram isoladas, além de escolas sendo fechadas ao redor do mundo. Como medida preventiva, as pessoas estão sendo orientadas a ficar em casa e evitar lugares públicos e lotados.
 

Para se ter uma ideia, de acordo com uma pesquisa feita pela empresa de pesquisa de mercado YouGov, de março de 2020, 85% dos usuários de internet na China e 83% em Hong Kong disseram ter evitado lugares públicos lotados nas últimas duas semanas em virtude do novo coronavírus. 
 

Além disso, a pesquisa feita pela americana Coresight Research, de fevereiro de 2020, mostrou que 27,5% dos internautas dos EUA estavam evitando locais públicos. Ela também indicou que 58% o faria se o surto de coronavírus piorasse nos EUA. Esperava-se que os shopping centers fossem os locais mais evitados, mais da metade dos entrevistados disse que também evitaria as lojas em geral.
 

Antes uma escolha, o coronavírus impôs em definitivo as compras online como um novo hábito

A pesquisa feita Coresight Research aponta que 8 em cada 10 entrevistados (85,6%) com 60 anos ou mais disseram que, provavelmente, evitariam shopping centers e lojas tradicionais. 
 

De fato, esse resultado não surpreende, já que o coronavírus atingiu fortemente as pessoas mais velhas, impondo como uma consequência não intencional mudanças em seus hábitos de compra.
 

Como os indivíduos mais velhos são os mais afetados pelo novo coronavírus, é mais provável que eles alterem seu comportamento. Isso significa uma maior adoção do comércio eletrônico, área em que eles são considerados como “retardatários”. 
 

“Prefiro não comprar a comprar on-line”

Pessoas cuja atitude tem sido “prefiro não comprar a comprar on-line”, agora, podem repensar esse conceito se entenderem que vão a lojas lotadas e com grande potencial de contaminação.
 

E essa mudança já pode ser vista. A atividade de comércio eletrônico, particularmente relacionada aos setores de saúde e mercearia, está crescendo nos EUA em geral. 
 

De acordo com dados do Pacvue, fornecedor de tecnologia de anúncios para comércio eletrônico, houve um aumento considerável nas pesquisas na Amazon por produtos como desinfetante para as mãos e sabão antibacteriano. 
 

Além disso, os consumidores digitais tradicionais também estão dispostos a consumir os produtos que precisam mesmo com períodos de entrega mais longas, a fim de evitar ir às lojas e correr qualquer tipo de risco em relação à contaminação com o coronavírus.
 

Apesar do cenário crítico e preocupante, a mudança no hábito de compra está provando ser um benefício e um desafio para varejistas e atacadistas. É provável que o aumento de compras online movimente ainda mais o mercado e consolide o comércio eletrônico como um dos alicerces da economia mundial nos próximos anos. 
 

As vendas online se multiplicam e aplicativos de entrega inovam

Os consumidores domésticos brasileiros, da mesma forma que ocorreu na China, devem recorrer às compras online para o fornecimento diário de alimentos e outros produtos de consumo individual. 
 

Segundo o varejista francês Carrefour, as entregas de vegetais aumentaram 600% ano a ano. O varejista online chinês JD.com informou que suas vendas de supermercado online cresceram 215% ano a ano, para 15.000 toneladas durante um período de 10 dias entre o final de janeiro e o início de fevereiro.
 

No gigante de marketplace Mercado Livre, as categorias de saúde, cuidado pessoal e alimentos e bebidas registraram crescimento de 15% quando comparado ao mês todo de fevereiro deste ano. Na comparação com a primeira quinzena de março do ano passado, o crescimento foi de 65%. 
 

O Mercado Livre atribui esse crescimento ao cenário atual de combate ao contágio do coronavírus, considerando que produtos como máscaras protetoras, álcool em gel e de primeiras necessidades (alimentos, papel higiênico, fraldas etc.) fazem parte dessas categorias.
 

As preocupações com a entrega de alimentos devido a uma possível contaminação de alimentos estimulam a recente inovação nos serviços de coleta e entrega sem contato. Empresas como McDonald’s e Starbucks estão aumentando os serviços de entrega que limitam o contato humano, e os pedidos são embalados para mantê-los livres de contaminação.
 

Startups estão fazendo sua parte para a prevenção do coronavírus

Em uma semana, as entregas diárias feitas pela Buymie, startup irlandesa que trabalha com duas das principais redes de supermercado que atuam no país (Lidl e o Tesco), aumentaram 300%, segundo o executivo-chefe e cofundador da startup, Devan Hughes. O número de usuários da plataforma cresceu 190% na última semana.
 

Com a proliferação do coronavírus pela América Latina, empresas como a startup colombiana Rappi, que tem cerca de 200.000 entregadores em nove países da América Latina, registrou um aumento de 30% nas entregas nos primeiros dois meses de 2020 em comparação com os últimos dois meses de 2019. Esse é um aumento significativo no número de pedidos de supermercado, uma resposta dos usuários preocupados com as incertezas e medidas de quarentena em diferentes cidades.
 

Enquanto isso, medidas preventivas estão sendo adotadas para proteger entregadores e usuários de aplicativos. A IFood, por exemplo, criou um fundo de R$ 1 milhão para apoiar os funcionários em quarentena, além de testar entregas sem contato.
 

O Uber EATS, por sua vez, fornecerá assistência financeira por até 14 dias aos motoristas ou parceiros de entrega que foram diagnosticados com o coronavírus, ou colocados em quarentena pelas autoridades de saúde.
 

O impacto comercial mais claro e imediato da pandemia de coronavírus foi uma grande mudança nas cadeias de atacado distribuidor

Um declínio no varejo físico, que compreende mais de 85% das vendas no varejo dos EUA, pode mudar as compras diárias tradicionais para canais digitais, como Amazon ou outros varejistas eletrônicos, e aumentar as vendas – efeitos já vistos por fornecedores como RedMart em Cingapura. 
 

Além disso, essa mudança tem potencial para reforçar o uso do comércio omnichannel, como comprar online e retirar na loja para clientes que desejam comprar na loja, mas evitam multidões. 
 

Esse aumento na demanda por e-tail (varejo através da internet) pode sobrecarregar os fornecedores e trabalhadores de logística, o que pode exigir que as empresas de comércio eletrônico revisitem suas estratégias para atendimento e entrega de pedidos, incluindo as estratégias de envio rápido, a fim de acompanhar a crescente demanda e manter trabalhadores seguros. 
 

Os relacionamentos entre empresas de atacado e varejistas, que geralmente estão alinhados com questões de fornecimento, planejamento de demanda e negociações comerciais, passam por grandes mudanças após o surto de coronavírus em todo mundo. 
 

Muitas negociações passaram para um processo de vendas online com apoio de chamadas de vídeo ou de voz, tornando-se ainda mais dinâmicas.
 

Além disso, o planejamento da demanda por produtos é uma preocupação crescente, já que a falta ou o excesso de estoque se tornaram cada vez mais inaceitáveis ​​para os varejistas atuais. 

 

As discussões padrão sobre preços, promoção e gastos comerciais, que normalmente compreendem a maioria das conversas com os principais gerentes de contas / compradores de varejo, estão se tornando processos digitais através de um ambiente online personalizado para cada segmento do atacado/varejo.
 

Por fim, as empresas tiveram que mudar muitas de suas atividades de marketing de offline para online para se adaptar às mudanças no tráfego do consumidor. 
 

Tecnologia que faz a diferença: comércio tradicional e comércio eletrônico enfrentam mudanças e desafios

Varejistas e atacadistas já lidavam com as fortes mudanças para o ambiente online no nos últimos anos. O coronavírus impulsionou ainda mais todo esse processo de transição, ainda mais com a possibilidade de cidades serem colocadas sob bloqueio, já que os governos locais impõem medidas de quarentena e restringem as viagens ao ar livre. 
 

Diante disso, conectividade e dados em tempo real passam a ser essenciais para visualizar uma cadeia de suprimentos ponta a ponta e fazer as alterações necessárias ao processo de negócios online.
 

Ainda não sabemos até que ponto o coronavírus afetará a economia global ao longo prazo, mas as interrupções nas cadeias de suprimentos no atacado são inevitáveis. É esperado que o impacto seja contido e mínimo, tanto do ponto de vista empresarial quanto humanitário. Mas deixe isso servir como um ponto de iluminação para as empresas.
 

Os atacadistas desempenham um papel extremamente importante no ciclo de vida do produto e, historicamente, têm sido atrasados ​​quando se trata de adotar os mais recentes avanços tecnológicos. 
 

Avaliar e investir em tecnologia que permita uma percepção em tempo real e a adaptabilidade às mudanças deve ser uma prioridade no futuro. Aqueles que são ágeis o suficiente para antecipar e executar alterações na cadeia de suprimentos estarão mais aptos a absorver as restrições globais de disponibilidade de produtos e obter maior sucesso em longo prazo.
 

Grandes empresas de tecnologia passam a fazer parte da luta contra o coronavírus

Gigantes da tecnologia, a exemplo do Google e Microsoft, uniram forças como parte de uma iniciativa para combater o coronavírus.
 

Por meio da iniciativa, a comunidade de ciência de dados Kagglef adquirida pela Google Cloud há três anos, o Allen Institute for AI, a Chan Zuckerberg Initiative (CZI), o Centro de Segurança e Tecnologia Emergente (CSET) da Universidade de Georgetown (CSET), Microsoft e a Biblioteca Nacional de Medicina (NLM) ) nos Institutos Nacionais de Saúde colaboraram para lançar o Covid-19 Open Research Dataset (Cord-19).
 

O Cord-19 representa a mais extensa coleção de literatura de coronavírus legível por máquina disponível para mineração de dados até o momento. 
 

Isso permite à comunidade mundial de pesquisa em IA a oportunidade de aplicar abordagens de mineração de texto e dados para encontrar respostas a perguntas e conectar informações sobre esse conteúdo, em apoio aos esforços contínuos de resposta do Covid-19 em todo o mundo. Há uma urgência crescente para essas abordagens devido ao rápido aumento da literatura sobre o coronavírus, dificultando o acompanhamento da comunidade médica.
 

Os supercomputadores da IBM ajudaram cientistas do governo a estudar possíveis compostos de drogas que podem combater o coronavírus, informou a empresa.
 

A divisão de saúde da Alibaba abriu, gratuitamente, os serviços de telemedicina para residentes de Hubei. Por meio de seus canais de comunicação, a gigante do e-commerce está encorajando pessoas que apresentarem quaisquer sintomas de doenças a realizarem um atendimento remoto, visando identificar casos de contaminação do vírus o quanto antes.

 

Mas a participação das empresas de tecnologia não ficou apenas nas questões científicas buscando a cura pelo coronavírus. 
 

Recentemente, a Amazon gigante de comércio eletrônico, anunciou aberturas para contratar 100.000 novos funcionários de armazém e entrega para atender ao aumento da demanda por remessas como resultado da pandemia de coronavírus. Também aumentará a remuneração horária dos trabalhadores ocupados nessas posições em US $ 2 adicionais nos Estados Unidos até abril.
 

Além disso, a versão paga do Hangouts Meet será gratuita até 1º de julho. Alguns dos recursos premium das empresas e escolas podem se beneficiar ao máximo durante esse período:

  • Um limite aumentado de 250 participantes por chamada.

  • Transmissão ao vivo com um limite de público aumentado de até 100.000 espectadores em um domínio.

  • A capacidade de gravar reuniões e salvá-las no Google Drive.
     

Isso, sem dúvida, ajudará as empresas a realizarem grandes reuniões on-line, fazendo apresentações em toda a empresa e salvando reuniões para que outras pessoas vejam mais tarde.
 

Caminho para a recuperação

Em momentos de tanta tensão, pode ser difícil acompanhar todos os desafios imediatos, e mais ainda manter o foco no médio e longo prazo. No entanto, as equipes de liderança em produtos de consumo sabem que não podem perder de vista seus objetivos mais amplos durante a turbulência criada pelo COVID-19. Elas precisam planejar a recuperação.
 

Embora demore algum tempo para voltar aos negócios como de costume. As empresas devem continuar a priorizar a criação de um ambiente de trabalho saudável e um processo de vendas online eficiente. 
 

Compartilhe as ações que você tomou para garantir segurança e higiene contínuas, e trabalhe com seus fornecedores e distribuidores para implementar medidas adicionais. Aprenda com esse choque para tornar sua empresa mais resiliente após choques externos futuros, como crises econômicas, ataques terroristas e desastres naturais.
 

Recuperação também significa redefinir e reiniciar o plano para 2020 com novos objetivos, orçamentos, previsões e planos operacionais. Além disso, as empresas precisarão atualizar seu plano, com foco especial nas principais ações:

  • Revise os dados do cliente e do mercado para destacar as áreas em que a empresa ganhou ou perdeu participação de mercado durante a crise. A revisão também deve cobrir como os clientes de maior valor da empresa enfrentaram a crise, identificando ações prioritárias para nutrir esses relacionamentos.

  • Reequilibrar os níveis de estoque para se ajustar à demanda pós-crise.

  • Desenvolver planos de revitalização comercial para reativar a demanda.

  • Atualize sua lista de parcerias, procurando oportunidades na cadeia de valor. Esteja pronto para avançar rapidamente se houver oportunidades.

  • Implemente a melhoria contínua de custos, especialmente em categorias que não estão se recuperando conforme o esperado.
     

Olhando mais adiante, as empresas podem usar esse momento como um catalisador para criar capacidades de longo prazo, não apenas como um teste de estresse para se preparar para futuras crises, mas também para atender às necessidades de clientes, consumidores e fornecedores de maneira mais eficaz e eficiente.
 

Uma crise que ainda tem muito a ensinar para as empresas

A crise atual está tendo um impacto significativo nas empresas de produtos de consumo, com vários efeitos de segunda ordem que ainda estão surgindo. Uma resposta focada e coordenada ao coronavírus, agora, deve estar no topo da agenda de todos os CEOs de produtos de consumo. O comércio eletrônico viverá com suas consequências por meses ou até anos.
 

As mudanças operacionais específicas exigidas são vastas, abrangendo questões urgentes e abrangentes de continuidade do fornecimento, distribuição e logística, evolução do relacionamento com os clientes e muito mais. 
 

O surto também destaca a importância da preparação, resposta rápida, aprendizado contínuo, adaptação e comunicação no planejamento de contingência. Acima de tudo, a segurança dos funcionários, clientes e parceiros de negócios é e continuará sendo a maior prioridade.
 

Nestes tempos difíceis, funcionários, clientes, comunidade de investidores e outras partes interessadas acompanharão atentamente a resposta do setor. Este é um momento decisivo de liderança. Aceite o desafio, tome ações decisivas que colocam as pessoas em primeiro lugar, demonstrem empatia e capacite a equipe ao seu redor.
 

As compras online se transformaram em um dos canais mais populares, tanto para consumidores quanto para fornecedores. Trata-se de um canal de vendas que oferece uma ampla gama de benefícios – como a oportunidade de compra 24 horas por dia, catálogos online, comparação de preços, menos tempo para a realização de uma compra e muito mais.

Mas quais são os fatores que motivam o consumidor a fazer compras online? Uma vez identificados esses fatores, os e-commerces podem aumentar os resultados conquistados com as vendas pela internet.
 

Neste artigo, vamos destacar os principais aspectos que influenciam na motivação do brasileiro para fazer compras online. Confira.
 

13 fatores que motivam o brasileiro a fazer compras online

Engana-se quem pensa que basta ter um bom produto com preços atrativos para fazer sucesso no mundo dos e-commerces. Apesar de esses serem dois fatores muito importantes para o sucesso de uma loja online, existem outros aspectos que influenciam nos resultados de vendas.
 

As compras online são motivadas por uma infinidade de aspectos – mesmo que nem todos eles sejam percebidos de forma consciente pelo consumidor. Para ajudá-lo a otimizar os resultados do seu negócio, vamos entender melhores quais são esses aspectos:

1. Conveniência

A conveniência da internet é um dos impactos mais importantes para motivar os consumidores a fazerem compras online. Para isso, precisamos destacar que as compras pela internet estão disponíveis para clientes 24 horas por dia – o que é um ótimo benefício em comparação com a loja tradicional, que fica aberta somente durante o horário comercial.
 

Muitos consumidores podem ser levados às compras online porque desejam comprar fora do horário comercial ou querem evitar multidões e filas – e um e-commerce oferece essa conveniência de um atendimento de qualidade em qualquer momento do dia.
 

Além disso, alguns clientes buscam as compras online apenas para escapar da interação cara a cara com o vendedor, porque se sentem desconfortáveis ao lidar com a invasão no atendimento, e não querem ser manipulados no processo de compra.
 

2. Acesso à informação

A internet facilitou o acesso às informações. Considerando que os clientes raramente têm a chance de tocar e sentir o produto antes de tomar uma decisão, os vendedores online, normalmente, fornecem mais informações sobre o produto, que podem fazer a diferença na hora da compra.
 

Além de obter informações de seu site, os consumidores também podem se beneficiar das avaliações de produtos de outros clientes. As revisões costumam ser bastante consultadas antes da tomada de decisão, para ter mais segurança no processo.
 

3. Produtos e serviços disponíveis

O comércio eletrônico tornou a transação mais fácil do que era e as lojas online oferecem benefícios aos consumidores, fornecendo mais variedade de produtos e serviços. 
 

Muitos varejistas tradicionais vendem determinados produtos disponíveis apenas online para reduzir seus custos de varejo ou oferecer aos clientes mais opções de tamanhos, cores ou recursos. Trata-se de uma tendência cada vez mais comum no mercado do e-commerce.

 

Considerando todo esse contexto, o consumidor brasileiro pode ser influenciado pela variedade de produtos oferecidos pela loja online. Com tantas ofertas de espalhadas pela internet, é comum que sejam buscadas as alternativas que oferecem opções mais variadas.
 

 

Imagine que você esteja comprando artigos para organizar uma festa. Se possível, seria preferível comprar todos os produtos em uma única loja, não é? Portanto, a variedade do mix de produtos oferecidos pode ser um fator diferencial na sua decisão.
 

4. Eficiência de custo e tempo

As lojas online ampliaram as possibilidades de compra para o consumidor. Ele pode encontrar os mesmos produtos que estão disponíveis nas lojas físicas por um preço mais baixo.
 

Como as lojas online oferecem aos clientes uma variedade de produtos e serviços, isso possibilita aos clientes mais chances de comparar sites diferentes e encontrar produtos com preços mais baixos do que se fossem comprar em lojas de varejo locais.
 

Novamente, as compras online podem ser feitas em qualquer lugar e a qualquer momento, facilitando a vida dos consumidores e, também, reduzindo os custos envolvidos na operação – como transporte e estacionamento para ir até à loja física.
 

5. Facilidade de uso – Velocidade e usabilidade do site

Um e-commerce que carrega com agilidade oferece diversos benefícios – incluindo uma boa experiência ao usuário e influência positiva no SEO. Na verdade, a velocidade do site é um dos fatores mais importantes para seus clientes, e o primeiro com o qual eles vão se deparar.
 

A primeira impressão que um cliente tira do seu site é a velocidade com que ele é carregado. Se sua página demorar muito para carregar, é provável que o cliente procure em outro lugar o produto que deseja comprar. Estudos realizados pela Forrester Consulting mostram que os visitantes raramente esperam mais de 3 segundos para carregar uma página, tornando a velocidade um dos fatores mais influentes na conversão de compradores online.
 

Se o tempo de carregamento da página for rápido e os consumidores optarem por permanecer no seu e-commerce, a próxima influência imediata será a usabilidade do site. Se seus clientes acharem difícil usar seu site (por exemplo, se for difícil navegar, a função de pesquisa não mostrar os produtos que eles estão procurando ou a experiência móvel não for boa), você pode perdê-los no meio do processo.
 

6. Segurança

As transações seguras são necessárias para qualquer site que transmita dados de pagamento e outros dados sensíveis. Com uma quantidade crescente de escândalos de hackers, os clientes estão se tornando cada vez mais conscientes da segurança online ao inserir suas informações de pagamento.
 

A utilização de certificados SSL para fornecer uma experiência de compra segura e criptografada não é apenas um fator extremamente influente na conversão do cliente, mas, agora, um requisito para todas as lojas de comércio eletrônico.
 

7. Apresentação do produto – fotos, descrições e revisões

Ter uma loja rápida e fácil de usar é apenas uma parte da equação, você também precisa apresentar seus produtos de uma maneira sedutora e tentadora, conseguindo influenciar seus clientes a fecharem uma compra.
 

É importante ter um forte impacto visual que chame a atenção. Você deseja atrair a atenção de seus clientes a partir do momento em que eles acessam seu site. As páginas dos produtos devem ser atrativas – assim como as vitrines das lojas tradicionais.
 

Uma série clara de fotos que mostra os ângulos e aspectos importantes de cada produto, bem como uma descrição clara de quaisquer recursos importantes, pode influenciar bastante a decisão de compra de um cliente.
 

8. Tempo e custos de envio

Os clientes sempre procuraram os preços mais baixos nas compras online, mas, agora, o envio mais rápido é quase uma prioridade. Com as opções de entregas rápidas e acessíveis fornecidas por grandes comerciantes, a maioria dos clientes optará por procurar seus produtos na loja com o menor tempo de entrega e custos mais baratos.
 

Portanto, oferecer custos de frete e um tempo de entrega razoável é uma enorme influência sobre a decisão de compra dos seus clientes. Se seus clientes colocarem os itens no carrinho apenas para descobrir que eles levarão 15 dias para chegar, enquanto seus concorrentes enviam em 5 dias, é provável que eles abandonem a compra e escolham outra loja.
 

9. Sinais de confiança e transparência

As lojas de comércio eletrônico menos conhecidas precisam se esforçar um pouco mais para motivar um consumidor a fazer suas compras online. Isso acontece porque é preciso levar os visitantes a confiarem na sua oferta.
 

Seus clientes precisam confiar no seu site para poder comprar dele. Para isso, você pode explorar alguns fatores que mostram ao público que a sua loja é respeitável e confiável para comprar.
 

Os sinais de confiança podem incluir:

  • Várias maneiras pelas quais os clientes podem se comunicar com sua empresa, como números de telefone e e-mail de contato

  • Atendentes no bate-papo ao vivo

  • Contas de mídia social nas quais a sua empresa pode interagir com os clientes

  • Existência de políticas de devolução

  • Página de perguntas frequentes para tirar as dúvidas do cliente

  • Envio de todas as informações de rastreamento da entrega ao cliente assim que os itens forem enviados

10. Alternativa de compra mobile

É necessário oferecer aos compradores online conveniência e facilidade de acesso instantâneo à sua loja online, independentemente do dispositivo que estejam usando. Sua loja online deve ser construída com base em um modelo de design responsivo e seus recursos precisam estar disponíveis para todos os usuários, a qualquer momento e de qualquer lugar.
 

Os modelos de design mais antigos não foram estruturados para ser flexíveis o suficiente para os vários tamanhos de tela disponíveis hoje em dia, de modo que o design responsivo assumiu o controle e está se tornando padrão nos sites móveis.
 

Portanto, seu site e seu conteúdo precisam ser suportados em todos os dispositivos que acessam a internet. Todos os recursos e funções devem funcionar perfeitamente, oferecendo aos navegadores uma experiência móvel fluida.
 

Você, certamente, pode enfrentar problemas para motivar um consumidor a fazer compras online na sua loja quando ele não consegue encontrar os produtos acessando o e-commerce pelo seu smartphone.
 

11. Comentários de clientes

As avaliações online feitas por outros clientes podem ser tão influentes quanto as recomendações pessoais feitas por amigos. Portanto, exibir análises de clientes sobre seus produtos pode ser um fator importante para motivar outros consumidores a realizarem compras online.
 

Seu público-alvo deseja ler sobre as experiências de outras pessoas que usaram o produto. As avaliações de clientes são vitais quando se trata de compras online. Trata-se de uma forma de adicionar um toque pessoal à experiência geral de compras.
 

12. Praticidade e agilidade no check-out

Uma das considerações finais, porém mais importantes, nas compras online, ocorre durante o processo de check-out. Em uma loja física, os compradores normalmente precisam esperar na fila dos caixas. Durante o horário de pico, a fila é longa e eles passam mais tempo lá. Esse é um dos principais motivos pelos quais os compradores online estão evitando lojas tradicionais e indo online para atender às suas necessidades.
 

Porém, eles não desejam acessar o seu site e ter o equivalente a uma longa fila de check-out. A praticidade no momento de adicionar produtos no carrinho e finalizar a compra faz toda a diferença na experiência do cliente. Quanto mais ágil e intuitivo for esse processo, maiores são as chances de levar os clientes até o final da operação.
 

Além disso, também é importante dar uma atenção especial às opções de pagamento que estão disponíveis no check-out. A ausência de opções atrativas para o consumidor pode, facilmente, desmotivá-lo e levá-lo a procurar outras lojas online, que supram suas necessidades.
 

13. Promoções atrativas

Por fim, não podemos deixar de considerar o impacto das promoções para motivar o brasileiro a fazer compras online. Assim como já ocorre nas lojas físicas, condições benéficas na realização de uma compra podem servir de incentivo para que um negócio seja fechado.
 

E são diversas as opções de promoções que podem ser exploradas por um e-commerce: cupons de desconto, frete grátis, desconto na compra de vários produtos, programas de indicação, entre outras. Basta que você consiga descobrir o que realmente chama a atenção do seu consumidor.
 

Você já conhecia esses fatores que motivam o brasileiro a fazer compras online? Quais deles você já explora na sua empresa? Deixe o seu comentário.

Basicamente, a diferença entre E-commerce B2B e o B2C está nas características do comprador. Os compradores de B2B são profissionais que estão comprando porque é necessário para o trabalho.

Seu produto está atendendo a uma necessidade específica da empresa, por isso, a decisão de compra não será estimulada no momento, mas planejada. As agendas de compras B2B geralmente são sincronizadas com as necessidades dos departamentos.

Além disso, os clientes e-commerce B2B passarão por uma metodologia de compra diferente. Suas decisões são mais baseadas em lógica, fatos e em encontrar o melhor produto pelo melhor preço. 

Claro, a emoção também entra em jogo, mas essa será uma compra com base nas necessidades que afetam os resultados da empresa, e não uma decisão tomada por capricho ou desejo.

Os clientes e-commerce B2B decidem com base na lógica e na busca do melhor preço

Para empresas que vendem para outras empresas, é basicamente um jogo de valores. Para justificar a compra para as principais partes interessadas em sua própria empresa, os clientes precisam ver que tipo de retorno do investimento (ROI) a compra trará. 
 

Os produtos e serviços com um preço alto ainda podem ser racionalizados se o ROI esperado compensar o investimento inicial. Por esse motivo, a venda E-commerce B2B depende muito de fatos, provas sociais, revisões por pares e exemplos de estudos de caso.
 

Os clientes em potencial precisam ver evidências de que a compra que estão considerando valeu a pena para outros negócios em circunstâncias semelhantes.
 

Em termos de eficácia ao negócio, a interface do usuário não importa tanto no E-commerce B2B. Com certeza, as lojas B2B com visão de futuro se adequam às preferências do comprador. Porém, mais importante que o design da loja é a capacidade do comprador de encontrar informações relevantes e localizar os produtos que deseja. 
 

Isso também nos leva ao processo de compra E-commerce B2B. A maioria dos pedidos é feita por meio de um comitê ou equipe. É raro lidar com um único tomador de decisão ao vender B2B. 
 

Normalmente, você tem várias pessoas que precisam aprovar a venda online para B2B. Uma maneira de aumentar suas chances de conseguir a venda é fornecer ao tomador de decisão todos os materiais relevantes necessários para tomar uma decisão fundamentada.
 

A maioria dos clientes B2B comprará de você por um período muito longo. Depois que eles encontram um fornecedor que atende às necessidades de seus negócios, não há realmente necessidade de mudar, a menos que novos avanços entrem em campo ou você seja prejudicado por um concorrente. 
 

Assista ao vídeo sobre a tendência de e-commerce para empresas B2B:

 

A viabilidade do E-commerce para B2B

O e-commerce para o atacado, quando comparado ao setor B2C, é projetado para ser duas vezes maior que o B2C em 2020. De fato, prevê-se que seja a área de maior crescimento de comércio eletrônico entre 2020 e 2025. 
 

Para se ter uma ideia da viabilidade do e-commerce B2B, no final de 2017, o valor estimado em um total global era US$ 7,661 trilhões, mais que o triplo do mercado de comércio eletrônico B2C. Em 2018, esse número atingiu US$ 10,6 trilhões.
 

As transações de vendas nos Estados Unidos processadas por sites de e-commerce B2B cresceram 11%, atingindo US$ 1,08 trilhão, de acordo com dados publicados no Relatório de Mercado de Comércio Eletrônico B2B dos EUA em 2019.
 

Uma oportunidade de trilhão de dólares: o e-commerce B2B atinge a maioridade

De acordo com as pesquisas da B2BecNews, em 2018, de 276 fabricantes, atacadistas e distribuidores, 60,7% dos fabricantes e 38,1% dos atacadistas e distribuidores ainda não possuíam um site de comércio eletrônico – mas a grande maioria das pessoas sem um site de comércio eletrônico, ou 75%, disse que planejava lançar em até dois anos.
 

Além disso, à medida que as empresas prosseguem com os planos de estender as transações do site de e-commerce, ele promoverá o desenvolvimento e a implantação da solução de loja online para atacado. 
 

Essas formas de ampliar o e-commerce B2B incluem: 

  • Sites que os fabricantes ajudam seus distribuidores.

  • Dispositivos móveis usados ​​por representantes de vendas em campo.

  • Páginas de mídia social.

  • Integração com sistemas de CRM.

  • Aplicativos conectados à dispositivos IoT.
     

Além disso, 49,3% do total de vendas em loja online para atacado, ou US$ 7,37 trilhões, ainda são realizados manualmente, como por gerentes de contas e representantes de vendas. 
 

Certamente, as vendas B2B continuarão fluindo por esses dois canais, com alguns tipos de clientes e transações grandes e complexas ainda mais adequadas a eles. Mas grande parte do mercado de US$ 7,37 trilhões em vendas realizadas manualmente está sendo transferida para sites de comércio eletrônico. 
 

Enquanto isso, mais compradores buscam a conveniência de usar sites de comércio eletrônico, e mais vendedores os veem como maneiras de alcançar mais clientes, processar mais pedidos de vendas e operar com menor custo.
 

É importante ressaltar que os vendedores percebem, cada vez mais, que precisam oferecer um e-commerce B2B moderno, útil e fácil de usar para manter seus concorrentes distantes.
 

O cenário brasileiro segue a mesma tendência de crescimento mundial

O índice Business-to-Business Online (B2BOL), medido pela E-Consulting, já previa que o e-commerce B2B teria o faturamento de R$ 2,39 trilhões até dezembro 2019 no Brasil. Um aumento de 17,1% em relação ao ano passado, que fechou o período arrecadando R$ 2,04 trilhões.
 

De acordo com números da E-Consulting, a expectativa é que os negócios digitais brasileiros arrecadem R$ 1,82 trilhão somente nesta modalidade, tendo um incremento de 15,2% em comparação com o R$ 1,58 trilhão conquistado em 2019.
 

Os segmentos que irão movimentar mais compras no período são: commodities agrícolas e minerais (15,2%), indústria de base e de capitais (12,7%), governo e agências públicas (11,4%), bens de consumo e varejo (11,3%) e convergência – telecomunicações, TI e internet, entretenimento e mídia – (10,3%).
 

Nos últimos anos, os dados do mercado brasileiro vêm apontando que o consumidor pessoa jurídica quer a mesma facilidade de um consumidor pessoa física, que compra no e-commerce. Esses dados também sugerem esse cliente jurídico como muito mais lucrativo. 
 

Grandes marcas, hoje, já possuem um canal próprio para vendas corporativas B2B, como é o caso da Amazon Business, no exterior, e da Americanas Empresas, no Brasil.
 

Se adaptar à essa realidade é uma visão estratégica que, no Brasil, apesar de ter mais de 1,2 milhão de empresas abertas, ainda é pouca explorada, mas tende a ganhar força. 
 

O grande desafio desse posicionamento com e-commerce B2B está em organizar uma plataforma que atenda às peculiaridades, às necessidades e à usabilidade das compras corporativas.
 

A viabilidade do e-commerce B2B acontece por razões estratégicas e operacionais

Os benefícios do comércio eletrônico não se limitam apenas aos consumidores. As empresas B2B com recursos de comércio eletrônico superam seus pares em quase todas as métricas. 
 

Os negócios B2B com melhor desempenho têm 70% mais chances de usar tecnologias digitais para automatizar processos com clientes, fornecedores e parceiros. 
 

Em um ambiente em que os ciclos e os relacionamentos de vendas são maiores que o B2C, as estruturas de comércio eletrônico e as tecnologias digitais permitem que as empresas atacadistas sejam mais eficientes, fornecendo atendimento personalizado ao cliente e usem dados analíticos para fundamentar as decisões comerciais.
 

À medida que mais empresas adotam o modelo de comércio eletrônico B2B, as expectativas dos compradores se equivalem, cada vez mais, as dos clientes B2C. O que isso significa para atacadistas? A necessidade de se adaptar ou ser deixado para trás. Mas como?
 

Agora, os compradores de B2B preferem as opções de autoatendimento do comércio eletrônico em todas as etapas do funil, desde a conscientização até a consideração e a compra.
 

Os fatores distintivos de um negócio B2B lucrativo incluem:

  • Contabilizar toda a jornada do comprador, do lead à receita.

  • Identificar, dissecar e duplicar comportamentos do comprador.

  • Diversificar os canais de vendas, com componentes online.

  • Utilizar sistemas de vendas e CRM online.
     

Todos esses fatores utilizam o comércio eletrônico ou as tecnologias digitais, e o investimento no comércio eletrônico B2B paga dividendos ao longo do tempo para os atacadistas na forma de:

  1. Economia de tempo e custo: a automação maximiza a eficiência e minimiza o risco de erros.

  2. Experiência positiva do comprador: os clientes B2B recebem a experiência personalizada e flexível que esperam do B2C.

  3. Maior previsibilidade dos negócios: as ferramentas de relatórios e análises permitem melhores previsões e planejamento.
     

Essas vantagens não apenas geram receitas mais altas, como também equipam atacadistas com as ferramentas certas para dimensionar e nutrir relacionamentos de longo prazo com os clientes. 
 

Conheça as principais datas de e-commerce para 2020:


 

Perspectivas 2020: o ano em que os vendedores B2B devem acelerar seu jogo

Com todos esses números positivos em relação aos anos anteriores para e-commerce B2B, a perspectiva para o ano 2020 é ainda maior.
 

Considere o seguinte: projeta-se que a geração do milênio seja 75% da força de trabalho global até 2025. A geração Z, ou nascida após 1996, já representa 24% da força de trabalho. 
 

Essas pessoas esperam uma experiência digital em tudo o que fazem. Você está se enganando se acha que essa nova força de trabalho atende o telefone ou até mesmo compõe um e-mail para fazer um pedido. 
 

Os nativos digitais estão assumindo o controle e rapidamente. Você está ciente de que isso está acontecendo?
 

Se 2019 já foi um bom ano para o B2B, 2020 precisa ser transformador para as empresas de comércio eletrônico B2B. As tendências estão acelerando e, quanto mais as empresas esperam para colocar o digital no centro de tudo, maior a probabilidade de que elas não sejam capazes de competir com as que estão se transformando digitalmente.
 

Aqui estão três tendências e previsões a serem consideradas ao planejar seu roteiro digital para 2020 e além.
 

  1. Mercados de nicho continuarão surgindo

Apesar do crescimento maciço da Amazon, ainda existem alguns setores que não foram capazes de crescer efetivamente. Isso deixa espaço para o crescimento de nichos de mercado. Eles são específicos do setor, alimentados pelo conhecimento desenvolvido por players que estão nessas categorias há muito tempo. 
 

A conversão de fluxos de trabalho B2B tradicionais em canais digitais em algumas dessas indústrias pode ser realmente complexa e requer experiências online únicas, que devem ser personalizadas para essa indústria.
 

  1. O B2B adotará modelos, métodos e táticas B2C comprovadas

Os vendedores B2B com visão de futuro e atuantes continuarão atendendo às necessidades de seus clientes digitalmente, adotando modelos, métodos e táticas comerciais comprovados de B2C. 
 

Veremos mais vendedores desenvolverem experiências ininterruptas com os clientes, implementando abordagens que se mostraram bem-sucedidas no B2C. Por exemplo, veremos mais empresas B2B desenvolvendo relacionamentos de remessa direta com fabricantes, quando os pedidos são feitos no site do vendedor, mas o fornecedor envia os itens diretamente para o comprador B2B.
 

Mais ferramentas e recursos estarão disponíveis para permitir sua transformação digital no mercado B2B

Independentemente do seu estágio na curva de maturidade digital, há um número crescente de ferramentas e recursos para ajudá-lo a fechar a lacuna e a superar os concorrentes. O ponto é que, não importa em que categoria do setor você esteja, há mais ferramentas e recursos disponíveis do que nunca – e mais surgirão em 2020.
 

Novas tecnologias digitais são introduzidas regularmente no mercado e, neste ano, provavelmente, veremos a diferença entre as empresas que investiram em comércio eletrônico e as que não o fizeram. 
 

Você não está mais preso por ter que construir sistemas internamente ou por um número limitado de suítes de software corporativo muito caras. Existem opções, e você precisa aproveitá-las.
 

Obviamente, nenhuma dessas tendências realmente importa se você não tem uma liderança disposta a tomar as medidas necessárias para agir e adotar o digital como um componente-chave do futuro da sua empresa.
 

Em um estudo conduzido pelo Digital Commerce 360 ​​B2B no ano passado, descobriu-se que o principal motivo pelo qual os vendedores de B2B não estão investindo em digital é a falta de adesão de executivos. 
 

Este é um grave desafio que precisa ser superado. Mas isso não precisa acontecer em sua organização, não seja uma dessas empresas. Aproveite sua oportunidade digital já em 2020! Você está pronto?

Mas você sabe, exatamente, o que é e-commerce?

O fato de o comércio eletrônico estar em expansão não é uma surpresa. São muitas as vantagens e benefícios que esse modelo de negócio oferece, tanto para os consumidores quanto para os vendedores.
 

É preciso conhecer a fundo as características das vendas pela internet para manter a competitividade em um ambiente que está sempre crescendo e inovando com novas técnicas e ferramentas digitais, estratégias e tendências. Afinal, vender pela internet vai muito além de criar um site e aguardar pelos compradores.
 

Se você quer saber tudo sobre como desenvolver um excelente site de comércio eletrônico, está no lugar certo! A seguir, falamos mais sobre o que é e-commerce! Acompanhe.

Conheça os segredos por trás do sucesso dos canais de venda do atacado distribuidor, assistindo ao vídeo abaixo:

 

Afinal, o que é e-commerce?

O e-commerce, também conhecido como comércio eletrônico, é um modelo de negócios que se refere à compra e venda de produtos ou serviços usando a internet. Simplesmente, é uma maneira de fazer negócios online, sem precisar visitar a loja física.
 

Para entender o que é e-commerce, pense na experiência de acessar o site de uma livraria para encomendar um box de livros sobre administração. Neste caso, você está realizando uma compra em um e-commerce! 
 

Mas são cada vez mais amplas as possibilidades a serem exploradas no comércio eletrônico.
 

O exemplo mais popular de e-commerce são as compras de produtos online, porém também existem outros tipos de atividades – como produtos digitais, serviços, pedidos a fornecedores B2B, entre outras. Ou seja, o entendimento sobre o que é e-commerce precisa ir além do comércio varejista.
 

Além disso, ao pensar no passado do comércio eletrônico, ele definitivamente evoluiu ao longo dos anos. Exemplos disso podem ser notados com opções de pagamento aprimoradas, entrega mais rápida, interfaces de usuário mais desenvolvidas, processamento automático de pedidos e muito mais. Essas mudanças tiveram um impacto significativo no entendimento do cliente sobre a utilidade do comércio eletrônico.
 

O “boom” das lojas online

Parte do entendimento sobre o que é e-commerce passa pela análise da evolução do mundo digital. A internet se tornou popular entre o público ao longo dos anos 90, mas foi somente em 2000 que as empresas começaram a explorar esse ambiente para fazer vendas ao cliente final. Porém, até muito recentemente, o comércio eletrônico remetia somente à venda de produtos físicos por meio da internet.
 

É exatamente por isso que, quando falamos sobre o que é e-commerce, é comum que as pessoas pensem diretamente nos grandes comércios online – esquecendo que existe um universo maior de transações digitais.
 

As lojas online estão se tornando cada vez mais populares entre o público. Os clientes estão mais habituados a esse tipo de operação e inúmeras empresas diversificam suas vendas para abranger a internet. Mas, para compreender esse “boom”, é preciso voltar um pouco na história.
 

História do e-commerce

Em 1970, embora os computadores ainda não tivessem aparecido como são agora conhecidos, surgiram as primeiras relações comerciais com computadores para transmitir dados. Com essa plataforma, em 1980, o comércio de catálogos foi modernizado com a ajuda da televisão por meio de “televendas”, o que mostrou maior realismo dos produtos quando eles foram exibidos, destacando seus atributos e características mais importantes. Esse tipo de venda direta era efetuado por meio de ligações telefônicas, e o pagamento via cartão de crédito.
 

Foi somente 1979 que Michael Aldrich, um empresário inglês, inventou as “compras online”, com as quais permitia o processo de transações online entre consumidores e empresas, ou entre uma empresa e outra. Em 1989, a tecnologia teria seu maior boom e, portanto, o comércio eletrônico, com o surgimento do “www” ou da World Wide Web. O site, criado pelo inglês Tim Berners-Lee, mudou completamente a maneira de comunicação e marketing no mundo.
 

A partir disso, surgiram empresas como Amazon e eBay, que continuam sendo relevantes até hoje. Outras empresas aderiram a esse mercado e ele continua em expansão.
 

Hoje, plataformas SaaS (Software As A Service) tornaram muito fácil a criação de uma loja de comércio eletrônico. A plataforma cuida do trabalho técnico necessário para iniciar e executar a loja online por uma pequena taxa de assinatura. É mais fácil iniciar uma loja de comércio eletrônico agora do que há 10 anos, porque os sistemas de gerenciamento de conteúdo para a criação desses sites permitem a montagem de um e-commerce em poucas horas.
 

Mudanças no comportamento do consumidor

Além de toda a facilidade para criar um comércio eletrônico, também precisamos considerar a mudança do comportamento do consumidor nesta equação. Com mais pessoas buscando por produtos ou serviços online, as empresas enxergam neste mercado ótimas oportunidades.
 

Mais do que compreender o que é e-commerce, é fundamental entender que esse modelo de negócio se tornou tão popular por conta do cliente. Ou seja, é o consumidor que está no comando. Se esse público deseja comprar com facilidade e segurança na internet, as empresas precisam acompanhar essa tendência.
 

Vantagens do comércio eletrônico

Agora que você já sabe o que é e-commerce, também é importante compreender todas as vantagens que esse modelo de negócio oferece. E esses benefícios não podem ser superestimados, pois remodelaram o mercado atual.
 

Veja quais são as principais vantagens do e-commerce:
 

Serviço 24 horas

Uma das vantagens de ter uma loja de comércio eletrônico em relação à física é que as online estão abertas 24 horas por dia para que os clientes possam comprar quando quiserem. Você não está mais limitado às poucas horas do horário comercial.
 

A compra pode ser feita em qualquer local

Ao falar sobre o que é e-commerce, precisamos compreender que não há mais barreiras geográficas para as vendas. Para comprar em uma loja física, é preciso se deslocar até ela. Como vendedores, estamos limitados a vender para um pequeno público, que está próximo geograficamente – o que não acontece no comércio eletrônico.
 

Você pode oferecer uma infinidade de produtos

Imagine só o tamanho do edifício que a Amazon precisaria para colocar todos os produtos que comercializa. Em estabelecimentos físicos, temos exposição limitada de produtos por espaço. No comércio eletrônico, isso não ocorre – ou seja, é possível oferecer um catálogo maior de produtos online.
 

Compra imediata de serviços

Na venda de serviços (como acesso a conteúdo pago), a compra pelo usuário e o consumo são imediatos e instantâneos. Depois de efetuar o pagamento, o cliente obtém acesso aos serviços em poucos segundos. E, mesmo na venda de mercadorias, houve uma redução significativa do tempo necessário para fazer entregas aos clientes.
 

Custo reduzido de inicialização.

Um dos pontos que mais chama atenção quando falamos sobre o que é e-commerce é que não é necessário um local físico para comercializar seus produtos, o que, na maioria das empresas, representa uma redução significativa nos custos.
 

Redução de intermediários

Os fabricantes podem vender diretamente ao cliente sem ter que passar por intermediários, obtendo economias de recursos que podem servir para oferecer valores mais atrativos ao cliente final. Ou seja, não é mais necessário ter uma imensa cadeia de vendas para alcançar o seu público. Para as organizações desse nicho de mercado, a compreensão sobre o que é e-commerce pode revolucionar seus modelos de negócio.
 

A evolução do e-commerce para empresas B2B

Já vimos que, quando falamos sobre o que é e-commerce, não podemos pensar somente no comércio tradicional de produtos, certo? Isso acontece, principalmente, porque é cada vez maior o número de empresas de diferentes nichos que exploram as vendas pela internet.
 

Ou seja, existem vários tipos de formas de comércio eletrônico para vender online, tanto se você quiser fazê-lo em seu próprio site de comércio eletrônico, quanto se deseja exibir seus produtos em um marketplace.
 

Veja quais são os principais tipos de e-commerce:
 

  1. B2C (empresa para consumidor). Essas empresas vendem produtos para o consumidor final e representam a maioria dos negócios eletrônicos.

  2. B2B (empresa para empresa). São empresas que vendem produtos para outras empresas. Elas geralmente vendem peças, serviços ou matérias-primas.

  3. C2B (consumidor para empresa). Nesse caso, é o consumidor que oferece seus serviços a uma empresa, como freelancers, por exemplo.

  4. C2C (consumidor para consumidor). O Mercado Livre é o palco para esses tipos de transações comerciais entre consumidores.
     

O principal foco nas vendas online ainda está nas mãos das empresas B2C, porém, as vendas B2B merecem destaque pelo seu crescimento. Em vez de depender das visitas presenciais, as empresas podem facilitar a vida de seus clientes – fazendo a venda de produtos ou serviços 100% online.
 

Essa é uma tendência que deve crescer nos próximos anos, pois o mercado está cada vez mais habituado a essas operações. Trata-se de um modelo de negócio benéfico tanto para o comprador quanto para o vendedor.
 

Como iniciar um e-commerce?

Você entendeu o que é e-commerce e está disposto a investir neste modelo de negócio? Essa é uma decisão lógica para muitos empresários – seja para abrir uma nova empresa ou para expandir as vendas de uma loja física.
 

Os princípios de negócios necessários para executar uma loja offline ainda se aplicam à execução de uma online, embora os desafios que você vai encontrar sejam diferentes.
 

Com isso em mente, o esboço básico de um modelo de negócios de comércio eletrônico é muito semelhante: você precisa de produtos para vender, um local para vendê-los e uma estratégia de marketing para atrair clientes. Com as lojas de comércio eletrônico, você também precisa de uma estratégia para entregar os produtos que vende, pois o cliente não pode simplesmente tirá-los das prateleiras.
 

Para ajudá-lo nesse processo, preparamos algumas dicas pontuais:
 

1. Escolha os produtos ou serviços vendidos

Primeiro, sua loja de comércio eletrônico precisará de produtos para você vender – e eles podem ser produzidos internamente ou adquiridos externamente.
 

Como varejista online, você não se limita a fornecedores online quando se trata de fornecer seus produtos. Qualquer fornecedor offline é perfeitamente viável. No entanto, devido à natureza de um negócio online, a maioria dos proprietários de comércio eletrônico fará negócios com outros semelhantes. 
 

De várias maneiras, a abordagem para encontrar produtos para uma loja de comércio eletrônico será idêntica à de uma offline: encontre o melhor produto pelo melhor preço. Simples, certo?
 

No entanto, há uma grande diferença. Pela internet, também é possível vender produtos ou serviços digitais.
 

Um bem digital é uma versão intangível de um bem físico do mundo real – pense em eBooks em vez de livros, e músicas e vídeos para download em vez de CDs e DVDs.
 

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2. Tenha uma estratégia de marketing em mente

Assim como qualquer outra organização, um e-commerce também precisa de uma boa estratégia para atrair o público e construir sua reputação no mercado. Porém, por executar vendas online, geralmente, essas ações de marketing também ficam concentradas no mundo digital.
 

Para isso, é possível explorar diversas ferramentas e estratégias: mídias sociais, e-mail marketing, aplicativos, anúncios online, resultados do Google, entre outras. O objetivo é sempre atrair um público qualificado e iniciar bons relacionamentos.

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3. Encontre uma plataforma de e-commerce

Quando falamos o que é e-commerce, vimos que sua principal diferença para uma loja física é por onde você faz negócios.
 

Obviamente, para um e-commerce, a venda é feita online. Para fazer isso, você precisará de um site.
 

Agora, seu site será, sem dúvida, a parte mais importante do seu negócio de comércio eletrônico. Afinal, é o local onde seus clientes interagem e compram de você. O design do seu site influencia fortemente a opinião deles sobre você e na probabilidade de eles fazerem uma compra.
 

Simplificando: se você deseja administrar uma empresa de comércio eletrônico, seu site é algo que você deve acertar.

E para isso, será fundamental encontrar uma plataforma adequada para montar sua loja virtual. Uma ótima solução para isso é buscar uma plataforma SaaS.
 

As plataformas de comércio eletrônico SaaS são hospedadas e mantidas por seu provedor e, depois, licenciadas para uso pelos comerciantes. Os usuários acessam esses aplicativos por meio de navegadores da Web e pagam uma taxa de assinatura mensal com base no nível de serviço e no número de usuários.
 

Um modelo SaaS tradicional oferece estabilidade e segurança. Muitos comerciantes são atraídos pela facilidade e confiabilidade do software SaaS, que normalmente requer muito menos desenvolvimento e manutenção – além de oferecer um atendimento qualificado com suporte instantâneo.
 

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