Hoje vamos falar sobre o ciclo de vendas no e-commerce. Afinal, o universo do comércio eletrônico tem se destacado como um dos principais pilares da economia moderna, proporcionando oportunidades significativas para empresas expandirem suas operações e alcançarem uma base global de consumidores.

Nesse cenário em constante evolução, otimizar esse ciclo se tornou uma busca incessante para as empresas que buscam sucesso e crescimento sustentável.

Por isso, neste texto, vamos ver mais sobre a importância de diminuir o ciclo de vendas no e-commerce e como essa estratégia pode influenciar positivamente os resultados das empresas.

Afinal, compreender e aprimorar cada etapa do processo de vendas pode resultar em maior eficiência, aumento das vendas e, consequentemente, uma maior lucratividade para os negócios online.

Ademais, ao encurtar o ciclo de vendas, as empresas podem ganhar vantagem competitiva, permitindo-lhes atender às crescentes expectativas dos consumidores por agilidade e conveniência nas compras online.

Além disso, a redução do tempo necessário para fechar um negócio pode liberar recursos valiosos, que podem ser realocados para outras áreas estratégicas, como marketing, inovação de produtos e atendimento ao cliente. Fique com a gente e acompanhe a leitura!

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O e-commerce é extremamente relevante para a performance comercial do atacado distribuidor, especialmente devido ao crescente cenário digital e às mudanças no comportamento dos consumidores e das empresas.

Com uma plataforma de e-commerce, um atacadista distribuidor pode alcançar clientes em todo o mundo, superando as barreiras geográficas que normalmente limitariam suas operações a uma região específica.

Ter uma loja virtual também proporciona uma maior visibilidade para a marca e os produtos do atacadista distribuidor. A presença online permite que os clientes em potencial encontrem facilmente os produtos e conheçam os serviços oferecidos.

Neste artigo, nos aprofundamos na discussão apresentada até aqui ao explicar o porquê o atacado distribuidor é imprescindível. Continue a leitura para saber mais.

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Uma dúvida comum no varejo eletrônico é sobre como ajustar os vendedores externos dentro de um meio de vendas online. Entender este processo pode auxiliar a maximizar os resultados.

Um levantamento realizado pelo ABComm apurou que o faturamento do comércio eletrônico brasileiro chegou a R$262,7 bilhões no ano passado. O que significa um aumento de 1,6% em relação ao ano anterior.

Esse estudo mostra como o comércio eletrônico tem se tornado cada vez mais popular. É claro que esse crescimento foi impulsionado pela pandemia da Covid-19, que fez com que grande parte do comércio não-essencial tivesse os atendimentos presenciais suspensos.

E a projeção é bastante positiva para o comércio eletrônico este ano. Afinal, segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), em 2023 o faturamento deverá avançar 5% em relação ao ano passado, totalizando R$185,7 bilhões.

Vale lembrar que o e-commerce não cresce apenas para o comércio B2C. As empresas B2B também estão vendo a necessidade de ter um canal de vendas online – é aí que se dá início a um conflito.

Muitas dessas empresas business to business, ou seja, que vendem para outras companhias, trabalhavam, até então, com representantes comerciais. Esses profissionais acabam vendo a migração para o online de forma negativa, uma vez que acreditam que o e-commerce vai ocupar o lugar deles e os seus empregos estão ameaçados.

Entretanto, isso não acontece! A tendência é que as empresas busquem meios para aliar vendedor externo e canal de vendas online, em estratégias sólidas para os negócios.

É sobre isso que falaremos neste artigo! Vamos explicar como aliar os vendedores externos ao canal de vendas online. Antes disso, no entanto, é importante que você conheça as vantagens e desafios de apostar no e-commerce para o comércio B2B. Acompanhe.

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São muitos os desafios do atacado distribuidor nos dias de hoje. Um dos principais deles, certamente, é uma adequação ao processo acelerado de transformação digital pelo qual a economia vem passando.

Nesse sentido, chama a atenção a inserção de novas ferramentas na operacionalização de processos. Roteirização digital de entregas, automatização de tarefas, inserção de novos sistemas e integração de diferentes bases de dados são algumas das mudanças mais significativas.

E, para além dos pontos listados, ainda temos aqueles desafios costumeiramente presentes neste ecossistema de negócios. Para citarmos apenas alguns deles, podemos falar em concorrência acirrada, entraves logísticos e gestão de relacionamento com os clientes.

A boa notícia é que, com um dimensionamento adequado dos problemas e utilização das melhores estratégias os, desafios do atacado distribuidor podem ser melhor gerenciados. É justamente disso que falamos neste conteúdo. Continue a leitura para saber mais.

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