Integrar diferentes canais de vendas é uma das formas mais interessantes de expandir as vendas e crescer os negócios. Essa tática pode funcionar para todas as empresas que desejam vender em multicanais e expandir os seus resultados no mercado em que atuam. Para isso, é preciso buscar soluções tecnológicas que reúnam em um único ambiente todos os meios de comunicação da sua empresa.

Hoje em dia, o cliente não busca apenas os melhores preços e produtos, ele se preocupa, também, em ter a melhor experiência. Por isso, é importante entender essa nova realidade, em que o consumidor, através da transformação digital, fragmenta sua jornada de compras em diversos canais de vendas. 

A partir daí, é preciso aprender como integrar esses canais e proporcionar a melhor experiência que o seu cliente pode ter no mundo das compras. Veja, a seguir, o que é integração dos canais de vendas, sua importância e os 7 passos para integrar esses diferentes canais. 

O que é a integração dos canais de vendas?

Nos últimos anos, o comportamento do consumidor, especialmente no digital, vem sendo constantemente modificado. Com isso, os empreendedores estão buscando oportunidades de fechar vendas em diferentes canais, e as empresas estão trabalhando para se adequar de maneira eficiente para atender à essa nova realidade.

O principal desafio é fazer com que a tecnologia seja utilizada a favor do negócio. Dessa forma, a operação pode ser centralizada, e as rotinas de backoffice são agilizadas, oferecendo melhores experiências na jornada de compra do consumidor e maior facilidade na gestão empresarial.

Uma forma de integrar diferentes canais de vendas é oferecer a oportunidade de o cliente comprar em lojas virtuais, mas retirar o seu produto na loja física da empresa. Essa solução evita gastos com frete, fazendo com que o consumidor não precise pagar pela entrega, o que representa um benefício importante no custo final da compra.

Ou seja, de forma simplificada, a integração dos canais de vendas consiste em oferecer aos seus clientes um atendimento ininterrupto e funcional. E ele passa a ter autonomia para optar pela forma de comunicação com a empresa que seja mais adequada para ele, podendo fazer o primeiro contato por um canal, comprar por um segundo, pagar por um terceiro e receber por um quarto – tudo conforme a sua escolha.

Por que é importante integrar canais de vendas?

O fato é que integrar diferentes canais de vendas como lojas físicas, lojas virtuais e marketplaces é fundamental para o bom funcionamento de um negócio nos dias de hoje. 

Afinal, o novo comportamento do consumidor exige que a empresa ofereça essa possibilidade para se destacar diante das demais, oferecendo a melhor experiência com a marca.

Além disso, essa estratégia permite uma gestão otimizada, através da centralização de todas as informações de estoque, compras, vendas e finanças. Ou seja, a cada compra feita em um dos canais de vendas, o sistema atualiza as quantidades de estoque disponíveis para venda em todos os outros pontos.

A empresa também terá acesso rápido a todas as vendas realizadas em todos os canais, podendo comparar aqueles que oferecem melhores resultados. A partir daí, é possível traçar estratégias mais assertivas para aumentar o faturamento do negócio. Essa tática também facilita a criação de anúncios direcionados para cada público consumidor.

Além de possibilitar o acompanhamento de todas as operações e processos do negócio, fazer a integração entre os canais de vendas permite resolver erros de forma rápida. Afinal, de forma separada, fica difícil para a gestão lidar com tantos dados dos setores financeiros, de estoque, logística, entre outros.

Um software voltado para integrar os diferentes canais de vendas oferece grande capacidade gerencial. Ele possibilita configurações que permitem às empresas conectarem um ou mais canais de vendas, como lojas físicas, plataformas de e-commerce e marketplaces.

7 passos para integrar diferentes canais de vendas

Trabalhar com diferentes canais de vendas pode parecer uma missão complexa, e integrar todos eles é um grande desafio. Mas, a verdade é que essa integração é justamente o que facilita essa estratégia e permite que todas as estruturas funcionem de forma eficaz e tragam os resultados esperados.

Para isso, o empreendedor precisa entender bem como esse processo deve ser feito. E ter em mente que essa estratégia de atendimento em vários canais de vendas proporcionam uma experiência de muito valor para o cliente, se eles estiverem integrados. Sendo assim, o primeiro passo é promover o máximo de sinergia entre esses canais.

Com essa ligação profunda, os processos de atendimento podem se desenvolver de maneira mais fluida, eficiente e dinâmica. Se a experiência do cliente for fracionada, através de várias ações desconectadas, ela será prejudicada, e existem grandes chances de a empresa perder esse consumidor.

O cliente não gosta de ter que repetir falas e processos durante a sua jornada, a cada novo contato, ou a cada transferência de canal. Por isso, é muito importante estruturar as suas estratégias para integrar diferentes canais de vendas, e isso deve ser feito através dos passos abaixo.

1. Estude a jornada do cliente

O cliente pode passar por alguns caminhos diferentes desde o primeiro contato, passando pelo envolvimento, interesse e motivação, até chegar a fechar a compra. E a empresa precisa conhecer e estudar cada um deles para poder criar estratégias específicas para cada caminho e cada fase que o consumidor se encontra nessa jornada.

Por exemplo, o primeiro contato pode ocorrer através de diferentes meios. Ele pode iniciar através da visualização de uma fachada de uma loja física, de uma visita no site da empresa ou até da visualização de uma postagem em uma rede social de um algum conhecido que compartilhou algo sobre a sua empresa.

Como o relacionamento com o cliente é feito através de vários canais de vendas, é preciso estudar o caminho que pode ser traçado, passando por todos eles. Alguns clientes podem ser mais adaptados à tecnologia, enquanto outros tendem a ser mais resistentes. E existem ainda os que utilizam vários meios de comunicação, de forma combinada.

É preciso estudar cada caminho que um possível cliente pode percorrer até o fechamento da compra. Na verdade, até além disso, afinal, o objetivo ultrapassa a venda, ele se estende à fidelização do consumidor. Por isso, é necessário entender com o máximo de detalhes, todos os hábitos, comportamentos, problemas e dificuldades da sua persona.

Isso permite descobrir se algum ponto do seu sistema está com problemas ou precisa ter a sua estratégia modificada para impulsionar os seus resultados. Dessa forma, a empresa consegue facilitar o acesso do cliente ao até o seu produto ou serviço e contornar possíveis obstáculos que estejam impedindo que o consumidor chegue até você.

2. Defina os processos

Com essa jornada bem estudada, é possível elaborar estratégias mais assertivas para atrair consumidores. Dessa forma, você pode definir processos que ajudem a integrar esses canais de vendas e que também foque em eliminar possíveis problemas que o cliente possa vir a ter durante a sua jornada.

Existem alguns detalhes que precisam ser observados na hora de integrar os diferentes canais de vendas da sua empresa. Observe o acesso ao compartilhamento entre canais e a disponibilização de dados sobre produtos. Fique atento também à reposição do estoque e as imagens digitais, que precisam ser claras e consistentes com os produtos da loja física.

Observe também a comunicação interna da sua empresa. É preciso que o colaborador tenha fácil acesso a todas as respostas importantes sobre os produtos da loja, sempre que algo for questionado. Definir processos que otimizem esses pontos possibilita uma experiência mais satisfatória para o seu cliente.

Por exemplo, digamos que o seu cliente acessa uma informação sobre o estoque de um produto através de um marketplace. Mas quando ele se informa na sua cidade, a informação de estoque não bate com a realidade da loja física. Esse problema pode afastar o consumidor e até gerar uma propaganda negativa para a sua empresa.

Por isso, esses processos devem ser alinhados para que a jornada de compra dele seja fluida, independente dos canais de vendas escolhidos por esse cliente.

3. Treine a equipe

A sua equipe precisa entender do que se trata a integração dos diferentes canais de vendas e se comprometer com o processo. Por isso, incentive a criação de um time conjunto, e não permita que haja uma competição entre equipes de lojas físicas e do meio virtual. Todos precisam ter um bom relacionamento entre si e trabalhar em conjunto para atingir os melhores resultados.

Afinal de contas, não adianta ter uma integração perfeita através de um software de qualidade se as interações humanas estão enfraquecidas. Sendo assim, elabore treinamentos que incentivem uma ação conjunta e frise a importância do papel de cada um para que haja parceria e dedicação para a entrega de um trabalho de excelência.

O processo estruturado em todos os canais de vendas e as ferramentas disponíveis precisam ser dominados por todos os funcionários da empresa. Dessa forma, as informações passadas serão corretas e estarão alinhadas, proporcionando assim, melhores resultados.

4. Integre os sistemas

A integração dos diferentes canais de vendas é o ponto central da estruturação do negócio. Sendo assim, é preciso investir em ferramentas de alto nível para obter os resultados desejados. Para isso, podem ser utilizados aplicativos que centralizam o atendimento dos diversos canais de vendas e sistemas de cadastramento de produtos.

Também podem ser usados sistemas de inteligência artificial que fazem análises dos dados coletados. Ainda podem ser utilizados  os bots de atendimento e também um sistema integrado de gestão, que organiza os processos e disponibiliza as informações em tempo real para todos que precisam delas.

É preciso entender que cada um dos canais de vendas é um recurso complementar. E a integração entre eles garante uma experiência positiva para o cliente. Sendo assim, qualquer dado inacessível em qualquer um desses canais, pode ser um ponto fraco que precisa ser analisado e corrigido para que a integração atue com máximo potencial.

5. Monitore e avalie os resultados

As plataformas para integração de canais de vendas existentes no mercado são capazes de atender a todos os segmentos e contribuem para o monitoramento constante de dados. Além disso, elas fornecem relatórios completos e informações por métricas que facilitam o processo de gestão e contribuem para uma análise mais detalhada do negócio.

Esse monitoramento parece simples na teoria, porém, na prática, nem tudo ocorre como esperamos. Afinal, operar em vários canais de vendas diferentes envolve uma logística bastante complexa. Precisamos analisar os dados coletados, identificar as falhas e corrigir os problemas existentes para otimizar os resultados.

Porém, toda nova iniciativa requer adaptação. A análise desses dados não é simples e exige determinação. Mas, a partir do momento que se cria o hábito de coletar dados, analisar, identificar gargalos a serem corrigidos e traçar novas estratégias, os benefícios colhidos passam a ser fundamentais para o bom desenvolvimento da empresa.

6. Aprimore constantemente

A partir do momento que a integração dos canais de vendas é implantada na empresa, e que os dados passam a ser analisados, é preciso estar sempre aprimorando as estratégias traçadas. Existem ajustes que precisam ser feitos de forma constante e que ajudam a manter a tática estabelecida sempre em bom funcionamento.

E essas modificações devem ser feitas de acordo com uma lista de prioridades. Ou seja, se existe um problema expressivo em um dos canais de vendas utilizados, ele precisa ser resolvido em primeiro lugar, e o quanto antes, para que os problemas não cresçam e acabem prejudicando a empresa ou gere algum dado a imagem do negócio.

7. Conte com um software

Contar com um software especializado é fundamental para controlar todas as interações entre os diferentes canais de vendas de uma empresa. E as novas exigências do mercado pedem que essas interações proporcionem uma comunicação instantânea e eficiente.

Além disso, o software precisa ajudar a entender os clientes, as compras e permitir fazer o cadastro e a organização dos perfis, que colaboram no processo de pré-venda, venda e pós-venda.

O Venda+ é um aplicativo feito para o representante comercial atuar também nas vendas do e-commerce. Ele permite a integração entre os canais de venda online e externos. Com ele, você terá acesso ao carrinho de compras do cliente no e-commerce e uma maior positivação do vendedor externo com vendas não presenciais.

Funciona como um canal de relacionamento e negociação entre o vendedor externo e o cliente. E também possibilita um atendimento mais próximo com clientes menores e de difícil acesso.

Para saber mais sobre o assunto, conheça o Venda+, a ferramenta da LifeApps que possibilita que vendas online e físicas caminham juntas.

Toda empresa deseja vender mais, mas nem todo gestor está disposto a acompanhar o desempenho de vendas de seus funcionários. Essa pode ser uma verdade difícil de se ouvir, mas descreve perfeitamente o panorama de muitos negócios.

Na maioria dos casos, existe uma grande pressão por resultados, que não vem acompanhada de um trabalho minucioso de monitoramento da atuação dos vendedores. Ou seja, temos a famosa cobrança pela cobrança, que pouco contribuí para a proposição de soluções.

Para não ser mais um gestor a fazer mais do mesmo, vale conferir o conteúdo preparado por nossos especialistas para discutir a importância do acompanhamento das vendas em seu negócio. Para isso, falaremos dos problemas mais comuns enfrentados nos departamentos comerciais e de estratégias para estabelecer um monitoramento efetivo de desempenho. Acompanhe.

Por que é importante estar de olho no desempenho do seu time de vendas?

Como vínhamos falando, uma tendência muito natural de gestores de departamento comercial é acompanhar resultados de volume de vendas e faturamento. Ocorre que essas métricas, embora importantes, dizem pouco sobre o que acontece no dia a dia dos funcionários.

Na eventualidade de um desempenho abaixo do esperado, por exemplo, o faturamento não será capaz de indicar a causa do problema. Somente um acompanhamento amplo e detido dos processos de trabalho poderão demonstrar aonde está o problema.

Daí a importância de ser um gestor próximo de sua equipe de vendas, capaz de receber e oferecer feedbacks. Mais do que isso, o gestor precisa mobilizar ferramentas e estratégias para acompanhar o dia a dia dos funcionários.

No próximo tópico, exemplificamos como tudo pode ser feito. Continue a leitura e saiba mais.

5 formas de acompanhar o desempenho de vendas de seu time

Vejamos, então, oito dicas incríveis para acompanhar o desempenho do seu time de vendas.

1. Invista em um sistema de gestão

Um sistema de gestão é uma ferramenta altamente estratégica para quem deseja acompanhar de perto o desempenho de seu time de vendas. Com uma solução em CRM, por exemplo, o gestor pode verificar diariamente a evolução dos contatos mantidos entre vendedores e leads.

Quando aconteceu o primeiro contato? Em que sentido a conversa evoluiu? Visitas já foram marcadas?

A resposta para essas e outras perguntas você poderá encontrar nos registros mantidos por cada vendedor no sistema.

Nesse sentido, uma aplicação bastante prática é poder acompanhar o dia de cada vendedor. Ao verificar quantos contatos ou visitas são realizadas em um dia, é possível identificar quem está verdadeiramente engajado em gerar resultados.

2. Monitore indicadores de desempenho

Os indicadores de desempenho representam mais um recurso altamente estratégico para monitorar a atuação de equipes de vendas. Por meio de diferentes métricas, o gestor pode conhecer o nível de sucesso da atuação de cada um e identificar em quais aspectos é necessário realizar ajustes.

Para citarmos apenas alguns exemplos de indicadores, vele mencionar:

  • Ciclo de Venda: apuração do cumprimento do ciclo de vendas pré-estabelecido.
  • Ticket Médio: valor médio dos itens comercializados no e-commerce ou valor médio desembolsado pelos clientes em um determinado período de referência.
  • Churn Rate: taxa de rotatividade de clientes na empresa.
  • Taxa de conversão: percentual de vendas efetividades em relação ao total de abordagens comerciais realizadas.
  • Vendas mensais: volume de vendas apurado mensalmente.
  • Tempo gasto em atividades de vendas: tempo médio dedicado por sua equipe para atividades de vendas.

3. Esteja próximo a sua equipe

É um tanto óbvio afirmar que um gestor precisa estar próximo de sua equipe. Ocorre que ainda assim precisamos reforçar este ponto, que costuma ser negligenciado em muitos departamentos comerciais.

Na prática, o gestor precisa estar aberto a ouvir as considerações dos funcionários sobre a rotina diária da equipe, na tentativa de se antecipar a problemas e ajudar no for preciso.

Quanto a isso, os chefes de departamento comercial precisam ter claro para si que o fluxo de vendas pré-estabelecido nem sempre sairá como o esperado, sendo o time de vendedores a principal referência para a proposição de mudanças no processo. Afinal, são eles que estão mantendo uma interface direta com o público.

4. Realize avaliações 360°

A avaliação 360° é aquela realizada com a participação de todos os colaboradores com algum tipo de participação nas vendas. Atendentes, gerentes, vendedores, estagiários, superintendentes… absolutamente qualquer agente minimamente envolvido nos processos c comerciais.

A partir dessa abordagem, o funcionário tem seu comportamento e desempenho avaliado pelos demais colegas, sendo possível identificar aspectos como:

  • Capacidade de realizar trabalho em equipe.
  • Proatividade.
  • Comunicação.
  • Predisposição a inovar.
  • Empatia;
  • Produtividade.

Esses e outros aspectos são indispensáveis para que um vendedor obtenha sucesso. E para uma avaliação verdadeiramente consistente, nada melhor do que ouvir todos os agentes envolvidos nos processos de vendas.

Imagine, como exemplo, que na avaliação 360° você identifique que determinados vendedores tem dificuldades para cooperar com os demais colegas, fazendo com que o grupo os enxergue de forma diferente. Temos, neste caso, colaboradores com dificuldade para trabalhar coletivamente.

Para uma equipe de vendas não existe nada mais prejudicial. A falta de cooperação desengaja os demais colaboradores, cria divergências difíceis de contornar a longo prazo, afetando diretamente a produtividade.

Esse tipo de comportamento pode ser identificado e reparado por meio da avaliação de desempenho de vendedores.

5. Acompanhe a satisfação do cliente

O nível de satisfação dos clientes também é um excelente termômetro para medir o desempenho de vendas. Afinal, nada melhor do que ouvir a opinião do público para entender como é a experiência de quem está em contato direto com seus vendedores.

Para isso, incentive a oferta de feedbacks nas ações de atendimento. Dispare e-mails com formulários de pesquisa após a entrega de um produto, investigue as principais causas de reclamações em seus canais de relacionamento e esteja disponível para ouvir clientes no processo de pós-venda.

Todas essas iniciativas de maneira combinada servirão de base monitorar o desempenho de vendas em seu negócio.

Como otimizar o desempenho de vendas de sua equipe?

Agora que você já sabe como monitorar o desempenho de sua equipe de vendas, vejamos algumas estratégias para chegar a melhores resultados.

Invista na qualificação dos vendedores

A expectativa por desempenho de vendas por parte das lideranças de uma empresa deve ser diretamente proporcional à sua predisposição a investir em qualificação. Isto é, para cobrar por resultados é preciso antes oferecer condições ideais para que eles sejam alcançados.

Com qualificação adequada, os próprios vendedores passam a se sentir empoderados para fazer o que se espera deles no dia a dia. Além disso, eles estarão em contato com as melhores práticas em vendas da atualidade, passando a implementá-las nos processos da empresa.

Organize adequadamente o PDV

Para empresas que atuam em loja física, é muito importante organizar adequadamente o ponto de vendas e trazer para aquele ambiente elementos capazes de qualificar a experiência do cliente.

Para isso, comece estabelecendo um padrão sobre o que não pode faltar nas lojas em termos de organização. Crie um checklist com recomendações sobre posicionamento dos produtos, itens indispensáveis para as ações de atendimento, organização do ambiente como um todo, etc.

A própria abordagem a ser realizada no PDV também deve ser padronizada. Não podemos nos esquecer que, diferentemente de outros canais, na loja física o cliente vai diretamente em busca de seu produto ou serviço, sendo necessário planejar qual a melhor forma de construr relacionamento naquele espaço.

Roteirize o trabalho de seus vendedores

Durante os primeiros minutos de um dia de trabalho de um vendedor, ele já não pode ter dúvidas do que precisa ser feito durante as próximas oito horas. Quais contatos devem ser feitos? Quais visitas estão agendas? Quais relatórios precisam ser preenchidos?

Quando o colaborador começa o seu dia sabendo as respostas dessas e outras perguntas, a produtividade de toda a equipe é impactada positivamente.

Pensando nisso, os gestores devem criar meios para roteirizar o trabalho de vendedores, seja semanalmente ou até diariamente. Isso pode ser feito com o auxílio de uma solução em CRM, que também será útil para acompanhar o cumprimento da programação.

Divulgue as conquistas do time de vendas

Por último e não menos importante, devemos chamar a atenção para necessidade de divulgar as conquistas de seu time de vendas. Esse aspecto é especialmente relevante quando pensamos no clima de crescente pressão por resultados no mundo corporativo.

Destacando as equipes e os talentos individuais por seus méritos, os funcionários terão claro para si que apesar das dificuldades, o reconhecimento por bons resultados virá. A mensagem por trás disso é altamente motivante e capaz de melhor o clima da organização.
Depois de conferir este conteúdo sobre desempenho de vendas, nada melhor do que se aprofundar no tema, não é mesmo? Por isso, convidamos você a conferir mais um conteúdo preparado pelos especialistas da LifeApp. Desta vez, trazemos TOP 7 INDICADORES DE DESEMPENHO DE VENDAS NO ATACADO DISTRIBUIDOR.

Gerenciar um e-commerce da maneira correta tem relação direta com o sucesso, ou não, desse negócio. Aqui, não estamos falando apenas em realizar processos eficientes, mas também de contar com profissionais realmente capacitados para exercer cada um dos cargos que compõem um time de gestão de comércio eletrônico.

Mas por qual motivo se atentar ao gerenciamento de uma loja virtual é tão importante? Se destacar da concorrência e, consequentemente, atrair mais público e vender mais é, certamente, um excelente motivo, concorda? 

De acordo com o relatório Webshoppers 45ª edição, da NielsenIQ Ebit, o e-commerce brasileiro cresceu 27% em 2021, percentual que resultou em 182,7 bilhões em vendas.

Parte desse aumento é consequência do número maior de empresas que passaram a trabalhar também dessa forma, somado ao aumento da quantidade de consumidores online — segundo o mesmo estudo, o Brasil já conta com mais de 87,7 milhões de clientes virtuais. 

A pergunta que fica é: como destacar a sua loja virtual nesse mercado tão expressivo e que cresce mais e mais a cada dia? Saber como gerenciar um e-commerce de uma maneira realmente eficiente é o primeiro passo para isso. 

Continue a leitura deste artigo e confira quais são os outros. 

Qual a importância do gestor de e-commerce? 

Como dissemos logo na abertura deste artigo, gerenciar um e-commerce de uma forma que traga bons resultados inclui também contar com os profissionais certos. 

Um gerente de comércio eletrônico, por exemplo, tende a trazer para a empresa competências típicas de um administrador, bem como visão de estratégias de marketing, de relacionamento com o cliente, percepções com foco no futuro, entre outras habilidades. 

A esse profissional comumente são atribuídas funções como: 

  • avaliação de resultados de vendas;
  • gerenciamento de estratégias de marketing;
  • gestão de equipes, tais como de vendas;
  • monitoramento do progresso dos setores.  

O lado positivo de contar com um gestor de e-commerce é que o proprietário do negócio pode se dedicar a outras frentes da empresa, as quais ajudam a potencializar o crescimento da marca. 

Somado a esse ponto, ter um profissional designado especialmente para gerenciar loja virtual é uma maneira de promover a escalabilidade do negócio, visto que os setores e funções estarão devidamente divididos, contribuindo para absorver volumes de vendas mais expressivos. 

Quais as habilidades que um gestor de e-commerce precisa ter?

Mas para ajudar a gerenciar um e-commerce, esse gestor precisa ter algumas habilidades específicas, sendo as mais recomendadas: 

  • experiência no ramo varejista;
  • capacidade analítica e estratégica;
  • conhecimento amplo de ferramentas de internet;
  • visão global de mercado;
  • domínio sobre ações de marketing;
  • senso de liderança.  

Experiência no ramo varejista

Em linhas gerais, para uma pessoa chegar a um cargo de gerência significa que ela já passou por funções anteriores a essa e teve um crescimento gradual da sua carreira, concorda? 

Um gestor de e-commerce, a princípio, deve seguir essa mesma trilha. Um dos motivos é que o setor varejista conta com características bastante específicas, que o difere totalmente de outros segmentos. 

Por exemplo, não basta apenas ter um bom produto e/ou serviço e uma ação de marketing inovadora se tudo isso não conversar com o perfil do público-alvo. Ou ainda, de nada adianta lançar uma campanha incrível de divulgação de um item novo se não tiver estoque suficiente e uma boa equipe para atender a demanda de vendas. 

Em outras palavras, é preciso pensar em vários cenários distintos e relacionar diferentes setores de um comércio eletrônico para que o negócio realmente dê esse e isso, geralmente, só vem com experiência no ramo. 

Capacidade analítica e estratégica

Os números fazem parte da vida de um gestor de e-commerce e devem ser seus aliados no dia a dia. 

Ainda que não tenha formação em exatas, quem está designado para gerenciar um e-commerce precisa saber interpretar relatórios e extrair desses documentos insights que ajudem na criação de estratégias eficientes para o sucesso do negócio. 

No caso, estamos falando em, por exemplo, identificar o percentual de carrinhos abandonados e descobrir o que está motivando potenciais clientes da loja a fazerem isso. Ao ter essa resposta, o gestor tem a chance de ajustar a abordagem, melhorar o que não está de acordo e, com isso, evitar que esse problema continue. 

Dica extra! Confira este vídeo sobre os cinco principais indicadores de vendas de um e-commerce:

Conhecimento amplo de ferramentas de internet

E como estamos lidando com um comércio eletrônico, é óbvio que para saber gerenciá-lo é essencial ter um bom conhecimento — preferencialmente domínio — de diversas ferramentas de internet. 

Gerenciamento de conteúdo, conversão de leads, otimização de tráfego online, entre outros recursos similares, precisam fazer parte das habilidades de um gestor de e-commerce. 

Visão global de mercado

Ter uma visão global na hora de gerenciar um e-commerce envolve duas vertentes distintas. A primeira diz respeito a olhar o negócio como um todo, ou seja, ver os setores como uma grande engrenagem necessária para que o fluxo de todos os processos aconteça com fluidez. 

A segunda se refere a analisar o que está acontecendo no mercado de atuação, incluindo o posicionamento dos concorrentes, tendências, novos comportamentos dos consumidores e mais. 

A ideia não é copiar o que está sendo feito, mas, sim, tomar essas informações como base para manter a empresa atualizada e compatível com o que o público-alvo deseja no momento. 

Domínio sobre ações de marketing

O domínio sobre as ações de marketing começa com o entendimento e com a definição da persona, que é a descrição do cliente ideal de um negócio. É com base nessa figura que todas as estratégias devem ser criadas. 

Ainda que essa criação não seja uma atribuição direta de um gestor de e-commerce, esse é um bom exemplo de conhecimento básico que esse profissional precisa ter para direcionar quais abordagens pretende colocar em prática a fim de atrair e fidelizar público para a marca. 

Senso de liderança

E é certo que uma pessoa nesse cargo estará à frente de variadas equipes. Por conta disso, esse profissional precisa ter senso de liderança. O objetivo dessa habilidade é conseguir fazer uma gestão de e-commerce que garanta que todos os processos sejam realizados corretamente pelos liderados. 

Para isso, é primordial adotar ações que promovam o engajamento, comprometimento e que aumente a produtividade dos times. Manter a satisfação dos funcionários, de modo que isso reflita no bem-estar físico, mental e emocional dos trabalhadores também não pode ficar de fora desse tipo de abordagem. 

Quais outros cargos podem ajudar a gerenciar um e-commerce?

É importante que você saiba também que além do gestor existem vários outros cargos que podem ser criados para ajudar a gerenciar um e-commerce. 

A abertura dessas funções, comumente, está atrelada ao crescimento do negócio — ou seja, quanto mais a empresa cresce, mais profissionais são necessários para o seu funcionamento. 

Algumas delas são: 

  • Coordenador de e-commerce: responsável por coordenar as atividades do comércio eletrônico, tais como monitoração de métricas e indicadores para definição de estratégias;
  • Analista de e-commerce: profissional designado para execução de funções operacionais necessárias para o dia a dia do coordenador de e-commerce, por exemplo, elaboração de relatórios, acompanhamento de indicadores e mais;
  • Consultor de e-commerce: pessoa contratada para fazer uma análise criteriosa e constante do negócio, avaliando índices e definindo estratégias para melhorá-los. 

Como gerenciar um e-commerce de forma eficiente?

Agora sim, com tudo isso devidamente explicado, fica mais fácil entender como gerenciar um e-commerce da sua implantação ao crescimento de maneira realmente eficiente.  

As nossas sugestões para isso são: 

  • tenha os processos bem definidos;
  • conte com bons fornecedores;
  • defina boas estratégias de marketing;
  • atente-se ao estoque e à logística;
  • cuide corretamente da gestão financeira;
  • use softwares que facilitem o dia a dia. 

Tenha os processos bem definidos

Definir os processos de uma loja virtual consiste em, basicamente, “desenhar” todo o trajeto de uma compra.  

Em outras palavras, é preciso identificar o que acontece desde o momento que o potencial cliente acessa o site, passando pela escolha dos produtos, meios de pagamento oferecidos, custo do frete, formas de entrega, até o item chegar à casa do comprador. 

É primordial que todas essas etapas sejam fluidas e sem nenhum atrito, do contrário, há um grande risco de o consumidor desistir da aquisição, condição que, além de comprometer a imagem da empresa, resulta em prejuízos financeiros que podem ser significativos para o negócio. 

Conte com bons fornecedores

Mas não adianta muito ter processos bem definidos se a empresa tiver problemas com os fornecedores. Afinal, sem as mercadorias disponíveis em estoque, não há como o comércio eletrônico realizar as vendas, não é mesmo? 

Na hora de escolher esses parceiros de negócio é importante se atentar a alguns pontos, tais como: 

  • prazos de entrega que são praticados;
  • diversidade de produtos oferecidos;
  • tempo de atuação do fornecedor nesse mercado;
  • opinião de outros lojistas;
  • qualidade do atendimento prestado.  

Defina boas estratégias de marketing

Não há como falar sobre como gerenciar um e-commerce adequadamente sem mencionar a necessidade da adoção de boas estratégias de marketing. Afinal, como dissemos logo na abertura deste artigo, a concorrência nesse setor tende a aumentar mais a cada dia, e buscar meios de se comunicar efetivamente com os consumidores é essencial para se destacar. 

Uma prática sugerida para isso é acompanhar as tendências de comunicação (ferramentas, canais e redes sociais) que mais estão engajando as pessoas e, alinhado ao perfil de empresa e do público-alvo, criar ações nessas plataformas. 

Atente-se ao estoque e à logística

Quanto mais a sua estratégia de marketing der certo, mais clientes serão atraídos para a sua plataforma de venda — o que é justamente o esperado. 

Porém, o problema surge quando o comércio eletrônico não está pronto para absorver altas demandas de vendas, refletindo em problemas como o estoque e com a logística. 

Uma maneira de solucionar isso e, dessa forma, gerenciar um e-commerce corretamente, é usar sistemas que integram o site e aplicativo à gestão de estoque. Com isso é possível evitar, por exemplo, que um mesmo item seja vendido para duas pessoas diferentes. 

No caso da logística, quando a empresa não conta com frota própria, ter bons parceiros para esse serviço é essencial. Na hora de fazer essa escolha, não deixe de considerar o seu volume de entregas para verificar se o mais adequado é contratar uma transportadora particular ou seguir usando serviços como os dos Correios. 

Não deixe de assistir a este vídeo sobre logística para e-commerce!

Cuide corretamente da gestão financeira

Seguindo essa linha de raciocínio, quanto mais vendas, mais faturamento. Receitas maiores, por sua vez, requerem uma gestão ainda mais pontual. 

É preciso ter todas as entradas e saídas financeiras devidamente registradas para que se consiga acompanhar de perto a evolução (ou não) do negócio. 

Além disso, uma gestão financeira pontual é de suma importância para que os gestores identifiquem pontos de perda de dinheiro que precisam ser rapidamente ajustados, bem como para onde direcionar valores para potencializar o crescimento da empresa. 

Use softwares que facilitem o dia a dia

A tecnologia precisa ser a sua aliada no dia a dia, principalmente por estar fazendo o gerenciamento de um comércio eletrônico 100% conectado à internet. 

Soluções como as oferecidas pela LifeApps resolvem problemas como: 

  • integração entre canais de vendas digital e presencial;
  • interação com os clientes em tempo real via chat;
  • sincronização entre distribuição e localização geográfica do cliente;
  • integração de impostos e muito mais! 

Confira como funcionam os bastidores de um e-commerce e aprenda como ter sucesso nas suas vendas virtuais.

Reduzir o custo de venda de uma distribuidora é um dos grandes desafios dos gestores que estão à frente de um negócio desse modelo. Um dos principais motivos é que processos internos que geram gastos altos refletem diretamente no preço final da mercadoria. 

A questão, aqui, é que a empresa precisa faturar, ter lucro suficiente para conseguir se manter funcionando e continuar saudável financeiramente. Por essa razão, não são raras as situações em que é necessário “repassar” esses gastos para os clientes. 

O problema de fazer isso é que a distribuidora se torna menos competitiva, pois estará trabalhando com valores acima dos praticados por seus concorrentes. Com isso, a tendência é que os consumidores comprem de outras marcas, o que leva à perda de rentabilidade. 

Porém, diminuir a qualidade do serviço prestado como estratégia para tentar diminuir o custo de venda também não é a saída, visto que costuma gerar o mesmo resultado que acabamos de citar. 

Como fazer, então, para equilibrar gastos, manter o poder competitivo e não deixar de entregar soluções de qualidade para o público-alvo? É justamente sobre isso que vamos falar neste artigo. Acompanhe.

Quais são os principais custos de vendas?

Basicamente, existem três principais fatores que geram custo de venda alto para uma distribuidora, que são: 

  • gastos com logística;
  • despesas extras com devolução de mercadorias;
  • gestão da equipe de colaboradores e vendedores. 

Gastos com logística

O custo de venda de um e-commerce é fortemente impactado pelo processo de logística adotado pela empresa. Podemos dizer, inclusive, que esse ponto entra na lista dos principais gastos com os quais um comércio eletrônico precisa lidar. 

Aqui, não estamos nos referindo apenas à despesa gerada pelo envio da mercadoria ao cliente, mas também a forma de armazenagem dos produtos, controle de estoque e tipo de transporte escolhido, que são fatores que também afetam no valor final desse processo e tendem a refletir no preço cobrado do cliente. 

Apenas para ter uma ideia do quanto a questão da logística pode influenciar no custo de venda, afetar o relacionamento com os compradores e, consequentemente, abalar o faturamento da distribuidora, 58% das pessoas afirmam que deixam de comprar de um e-commerce por conta de fretes altos. 

Esse dado é da pesquisa “O perfil do consumidor em 2022”, realizada pelas empresas All iN, Social Miner, Opinion Box e Bornlogic, que conversou com 1.123 consumidores brasileiros. 

O levantamento também apontou que 23% dos entrevistados não estão dispostos a pagar pelo frete, e 7% não podem esperar pelo prazo de entrega apontado pelo comércio eletrônico. 

Por outro lado, 47% afirmam que compram online por conta da praticidade de receber os produtos desejados em casa. Ou seja, as pessoas querem comprar virtualmente e ter a comodidade de receber aquilo que adquiriram no endereço indicado, porém, esperam que isso esteja alinhado a cobranças e prazos justos. 

Na prática, significa que as distribuidoras precisam encontrar um equilíbrio entre o que os seus consumidores querem e o que a empresa pode entregar, de modo que isso afete positivamente o relacionamento entre eles. 

Despesas extras com devolução de mercadorias

Por mais que não se queira, a devolução de mercadorias é algo natural no comércio eletrônico. A questão é que isso também impacta negativamente no custo de venda desse modelo empresarial. 

A devolução de mercadorias pode acontecer pelos mais variados motivos. Alguns bons exemplos são: 

  • o produto despachado é diferente do comprado pelo cliente, ou seja, houve falha na etapa de conferência;
  • a descrição do item apresentada no site dava ao comprador um entendimento, mas, ao receber o objeto, percebeu se tratar de algo diferente do que ele precisava;
  • atraso na entrega que tornou o uso do produto desnecessário;
  • produtos com defeitos, quebrados, em cores, tamanhos ou formatos diferentes do esperado. 

Independentemente do motivo, a devolução gera gastos para a distribuidora, tanto decorrente de postagem reversa quanto para o envio do produto correto. E ainda que os gestores não queiram passar por esse processo, é preciso que a empresa esteja preparada para ele, se antecipando ao gasto — ou seja, o prevendo. 

Porém, mais uma vez, é preciso encontrar um ponto de equilíbrio, de modo que isso não afete o custo de venda. Nessa situação, inclusive, o ideal é evitar que ela aconteça — falaremos como isso é possível mais adiante. 

Gestão da equipe de colaboradores e vendedores

Uma parte do custo de venda de uma distribuidora pode ser proveniente de má gestão de pessoal e/ou da baixa performance dos times.  

Lembra do envio de produtos errados que citamos anteriormente? Esse é um bom exemplo de situação que tende a acontecer decorrente de treinamentos inadequados, insatisfação do funcionário com o local de trabalho e outros fatores semelhantes que refletem no dia a dia dos colaboradores e, por consequência, no que a empresa entrega para os clientes. 

Um dos grandes problemas é que esses pontos resultam em retrabalho que, por sua vez, origina gastos extras para a distribuidora, tal como os decorrentes de serviço de entrega (logística). 

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Como reduzir o custo de venda da distribuidora?

Uma das melhores maneiras de reduzir o custo de venda de uma distribuidora é resolvendo cada um dos pontos de despesas que acabamos de citar.  

Em outras palavras, para diminuir os custos de venda, é preciso identificar as falhas que estão acontecendo nos processos de logística, devolução de mercadorias e gestão de pessoal e, com base nessas percepções, adotar as medidas necessárias para resolver essas questões. 

Para ajudar você com isso, traremos a seguir algumas dicas de como melhorar cada uma dessas etapas e, dessa forma, contribuir para diminuir o custo de venda da sua empresa. 

Logística

Para otimizar o processo de logística a fim de gerar menos gastos para a companhia, é bem importante abordar pontos como: 

  • aperfeiçoar as rotas de entrega;
  • monitorar os gastos com combustível;
  • manter a qualidade da frota;
  • terceirizar as entregas;
  • automatizar os processos. 

Aperfeiçoar as rotas de entrega

Aperfeiçoar as rotas significa definir trajetos que possibilitam realizar o maior número possível de entregas, tornando essa etapa muito mais eficiente e menos onerosa para a distribuidora. 

Basicamente, consiste em encontrar caminhos que permitam aproveitar melhor o tempo e o combustível. Para isso, usar a tecnologia é essencial.  

Existem diversos softwares que ajudam a resolver essa questão, inclusive, encontrando vias menos extensas e com menos movimento veicular, que são pontos que também refletem na dinâmica de entrega e nos custos que esse processo gera. 

Monitorar os gastos com combustível

Seguindo essa linha de raciocínio, monitorar os gastos com combustível é outra maneira de diminuir o custo de venda.  

Aqui, é interessante se atentar a questões como a qualidade do combustível, visto que produtos ruins podem afetar o desempenho dos veículos e gerar gastos extras com manutenção. 

Encontrar um bom fornecedor também ajuda com isso, bem como dá mais margem para negociar preços melhores.  

E não se pode esquecer de definir uma boa rota de entrega para diminuir o consumo de combustível, por exemplo, acompanhando se os trajetos percorridos são realmente os mais curtos e viáveis ou se estão gerando gastos desnecessários. 

Manter a qualidade da frota

E já que falamos sobre manutenção, cuidar da preservação dos veículos utilizados para a entrega das mercadorias é primordial.  

Nesse caso, a manutenção preventiva tende a ser uma boa aliada que evita gastos maiores, visto que essa é uma forma de se antecipar a possíveis problemas que costumam ter valores muito mais elevados. 

Terceirizar as entregas

Para as distribuidoras que não têm frota própria, ou que fazem entregas para outros estados e até países, a terceirização desse serviço pode ser a melhor saída para reduzir o custo de venda. 

A depender do parceiro de negócio contratado, é possível fechar um bom valor com base no volume de entregas a serem feitas em determinado período, que pode até ser menor que se mantivesse uma logística interna. 

Automatizar os processos

Reforçando um ponto que já mencionamos, automatizar os processos pode fazer toda a diferença na hora de diminuir os custos logísticos.  

Além de definir as melhores rotas, a tecnologia também pode (e deve) ser usada para integrar o setor de vendas, estoque e logística, a fim de evitar atrasos nas entregas e/ou do envio errado de um produto, situação que resulta em retrabalho e perda de tempo e de dinheiro. 

Devoluções

Para evitar devoluções, há dois principais pontos que devem ser trabalhados a fundo, que são: 

  • descrever com precisão a mercadoria que está sendo negociada;
  • ter bem definida e executada a etapa de conferência dos produtos antes do envio. 

Assim como comentamos, o cliente pode querer devolver o item se, ao recebê-lo, constatar que está diferente do apresentado no site do e-commerce. Por conta disso, é bem importante se dedicar a essa descrição, de modo que ela seja clara, de fácil entendimento e totalmente compatível com o que está sendo vendido. 

No que se refere a uma conferência bem realizada, o treinamento adequado dos colaboradores faz toda a diferença. Ao serem bens instruídos de como deve ser o passo a passo dessa verificação, os profissionais costumam se sentir mais seguros para executar suas funções e, com isso, diminuem a margem de erro na tarefa. 

Somado a esses pontos é interessante também: 

  • entender por quais motivos o produto está sendo devolvido e, com base nessa informação dada pelo cliente, resolver a raiz do problema;
  • evitar atrasos na entrega, o que pode resultar no cancelamento da compra por parte do consumidor;
  • verificar se há algum dano na mercadoria, se está dentro do prazo de validade, se tem peças faltando, entre outros pontos relacionados que vão além de apenas conferir se está sendo enviado o produto certo;
  • disponibilizar canais de atendimento que orientem o comprador a como usar o item comprado, visto que esse também pode ser um motivo para a devolução da mercadoria (não conseguir usar corretamente). 

Equipe

Um bom treinamento deve ser oferecido logo que o colaborador entra na empresa. Porém, com o passar do tempo, é bem interessante reciclar esse conhecimento, visto que é normal a aquisição de alguns hábitos de trabalho que, ainda que sejam inconscientes, podem afetar o desempenho da função. 

Além disso, sempre que houver alguma mudança de processo, alterações na gestão de estoque e outras modificações, é primordial repassar para os funcionários para que se sintam seguros em executar a tarefa e, com isso, se tornar mais produtivos. 

Como minimizar seus gastos e aumentar as vendas do seu negócio?

É preciso ter em mente que as mesmas ações que ajudam a diminuir o custo de venda podem colaborar para uma distribuidora vender mais

A razão para isso é que, com menos gastos e processos mais otimizados, a tendência é que os preços finais praticados se tornem menores e mais competitivos, afetando diretamente o relacionamento com o cliente e fomentando a sua fidelização à marca. 

Aproveite e assista:

Boas soluções voltadas para o e-commerce, a exemplo do LifeApps, ajudam bastante no alcance de pontos como esses. 

A plataforma Life Apps ajuda a aprimorar a gestão do seu comércio eletrônico de diversas formas, por exemplo: 

  • integrando produtos e estoque;
  • integrando preço e distribuição;
  • integrando pedidos;
  • integrando vendedores e RCAs;
  • integrando créditos e planos de pagamento. 

A integração nativa com o WinThor, sistema de ERP, ajuda a controlar as vendas online, as operações realizadas diariamente pela distribuidora e muito mais. 

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