A experiência do usuário nas páginas é cada vez mais importante para o Google. E uma das amostras disso foi a criação do Core Web Vitals ou “sinais vitais para web” – que são fatores de classificação do motor de pesquisas do Google relacionados com a experiência do usuário.

Trata-se de um recurso que faz parte da nova atualização do algoritmo do famoso buscador que entrou em vigor em junho de 2021. Com base nisso, é possível avaliar de forma objetiva a qualidade de navegação que as empresas oferecem aos usuários.

Quer entender melhor como funciona o Core Web Vitals e descobrir como otimizar seu e-commerce conforme os algoritmos do Google? Então confira logo a seguir. Leia mais

Você já conhece os impactos das regras da LGPD no e-commerce? A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) surgiu para regular a proteção de dados pessoais e afeta as organizações de todos os setores – especialmente aquelas que coletam dados para operações online.

Em meio ao cenário de pandemia e crescimento das vendas online, os e-commerces precisam ter uma atenção ainda maior com a LGPD. Diversos cuidados precisam ser tomados para gerenciar corretamente os dados pessoais de clientes, fornecedores e outras pessoas que possuem relação com a empresa.
 

Quer entender como você pode se adequar às regras da LGPD no e-commerce? Confira logo a seguir!
 

O que você precisa saber sobre a LGPD?

Com muita frequência, dados altamente confidenciais são usados indevidamente para fins publicitários ou mesmo transmitidos a terceiros. E, apesar de já existirem normas sobre o assunto, ainda não existia uma legislação específica para regular a proteção de dados pessoais – especialmente considerando as operações em formato digital. Foi justamente para isso que foi criada a Lei Geral de Proteção de Dados.
 

A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) é a versão brasileira do Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR) da União Europeia – que é uma norma que estabelecesse princípios básicos para o tratamento de dados. Trata-se de um conjunto de normas claras e rígidas sobre o tratamento de dados no Brasil – aumentando a liberdade e a privacidade dos usuários.
 

O principal objetivo da LGPD é garantir que os dados do usuário estejam seguros e sejam coletados somente com o seu consentimento. Por isso, estão previstas graves punições para as empresas em caso de vazamentos, roubo ou uso indevido dos dados pessoais.
 

As determinações sobre a proteção de dados pessoais estão previstas na Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018 (LGPD). Veja quais são as principais delas:

Art. 1º Esta Lei dispõe sobre o tratamento de dados pessoais, inclusive nos meios digitais, por pessoa natural ou por pessoa jurídica de direito público ou privado, com o objetivo de proteger os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade e o livre desenvolvimento da personalidade da pessoa natural.

Art. 2º A disciplina da proteção de dados pessoais tem como fundamentos:

I – o respeito à privacidade;

II – a autodeterminação informativa;

III – a liberdade de expressão, de informação, de comunicação e de opinião;

IV – a inviolabilidade da intimidade, da honra e da imagem;

V – o desenvolvimento econômico e tecnológico e a inovação;

VI – a livre iniciativa, a livre concorrência e a defesa do consumidor; e

VII – os direitos humanos, o livre desenvolvimento da personalidade, a dignidade e o exercício da cidadania pelas pessoas naturais.

Obrigações da LGPD no e-commerce

As lojas de comércio eletrônico processam dados pessoais. Elas coletam, armazenam ou de outra forma usam informações que poderiam identificar um indivíduo. Por essa razão, é fundamental observar as normas da LGPD no e-commerce.
 

Veja alguns exemplos de dados pessoais que são processados por um e-commerce em suas operações:

  • Nomes, endereço de e-mail, endereços de entrega e outras informações que podem ser usadas para identificar diretamente os indivíduos.

  • Detalhes do cartão de pagamento e, em alguns casos, informações confidenciais ou reveladoras que devem ser processadas com segurança.

  • Informações técnicas, como endereços IP e cookies, que podem ser usados para identificar indiretamente os indivíduos.

Todos esses são dados que devem ser tratados corretamente para evitar complicações para a empresa e para os usuários. Neste sentido, as obrigações da LGPD no e-commerce são baseadas nos seguintes princípios:

  1. Finalidade: realização do tratamento para propósitos legítimos, específicos, explícitos e informados ao titular, sem possibilidade de tratamento posterior de forma incompatível com essas finalidades;

  2. Adequação: compatibilidade do tratamento com as finalidades informadas ao titular, de acordo com o contexto do tratamento;

  3. Necessidade: limitação do tratamento ao mínimo necessário para a realização de suas finalidades, com abrangência dos dados pertinentes, proporcionais e não excessivos em relação às finalidades do tratamento de dados;

  4. Livre acesso: garantia, aos titulares, de consulta facilitada e gratuita sobre a forma e a duração do tratamento, bem como sobre a integralidade de seus dados pessoais;

  5. Qualidade dos dados: garantia, aos titulares, de exatidão, clareza, relevância e atualização dos dados, de acordo com a necessidade e para o cumprimento da finalidade de seu tratamento;

  6. Transparência: garantia, aos titulares, de informações claras, precisas e facilmente acessíveis sobre a realização do tratamento e os respectivos agentes de tratamento, observados os segredos comercial e industrial;

  7. Segurança: utilização de medidas técnicas e administrativas aptas a proteger os dados pessoais de acessos não autorizados e de situações acidentais ou ilícitas de destruição, perda, alteração, comunicação ou difusão;

  8. Prevenção: adoção de medidas para prevenir a ocorrência de danos em virtude do tratamento de dados pessoais;

  9. Não discriminação: impossibilidade de realização do tratamento para fins discriminatórios ilícitos ou abusivos;

  10. Responsabilização e prestação de contas: demonstração, pelo agente, da adoção de medidas eficazes e capazes de comprovar a observância e o cumprimento das normas de proteção de dados pessoais e, inclusive, da eficácia dessas medidas.
     

Penalidades no descumprimento das normas

Quando as normas da LGPD no e-commerce não são observadas é preciso encarar uma série de penalidades. O artigo 52 da LGPD prevê as seguintes sanções que podem ser aplicadas em razão de infrações cometidas às normas previstas nesta na lei:

  • Advertência, com indicação de prazo para adoção de medidas corretivas;

  • Multa simples, de até 2% (dois por cento) do faturamento da pessoa jurídica, excluídos os tributos, limitada, no total, a R$ 50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais) por infração;

  • Multa diária, observado o limite total de R$ 50.000.000,00

  • Publicização da infração após devidamente apurada e confirmada a sua ocorrência;

  • Bloqueio dos dados pessoais a que se refere a infração até a sua regularização;

  • Eliminação dos dados pessoais a que se refere a infração;

  • Suspensão parcial do funcionamento do banco de dados a que se refere a infração pelo período máximo de 6 (seis) meses, prorrogável por igual período, até a regularização da atividade de tratamento pelo controlador;

  • Suspensão do exercício da atividade de tratamento dos dados pessoais a que se refere a infração pelo período máximo de 6 (seis) meses, prorrogável por igual período;

  • Proibição parcial ou total do exercício de atividades relacionadas a tratamento de dados.
     

7 dicas para se adequar às regras da LGPD no e-commerce

Afinal, como se adequar às regras da LGPD no e-commerce?
 

Além de seguir os princípios da Lei Geral da Proteção de Dados que vimos anteriormente, existem diversas outras medidas que podem ser adotadas. Veja algumas dicas para colocar isso em prática:

1. O consentimento é fundamental

A LGPD capacita os usuários a controlar exatamente como seus dados são usados. Como resultado, ser compatível com a LGPD no e-commerce significa que você não pode presumir o que seus usuários desejam.
 

Ou seja, você deve garantir que os usuários que passam pelo seu site autorizem o uso de seus dados para as mais diversas finalidades – como envio de e-mails com promoções ou veiculação de anúncios personalizados.
 

2. Colete apenas os dados de que você precisa

O coração da conformidade com a LGPD no e-commerce é proteger os dados das pessoas. Você pode limitar sua exposição não coletando dados desnecessários.
 

Se não houver valor comercial em saber, digamos, para qual empresa seu comprador trabalha, a LGPD lhe dá um incentivo para nem perguntar. A lógica é bem simples: se você não vai usar as informações, não as peça. E se você for usá-las, seja bem claro para que você usará.
 

Por exemplo, às vezes você verá páginas de checkout que pedem o número de telefone de um comprador. Os proprietários de lojas precisam se perguntar: “para que vou usar o número de telefone dessa pessoa?”
 

Definitivamente, existem razões legítimas para solicitar um número de telefone. Pode ser para campanhas de SMS ou como proteção contra pedidos fraudulentos. Entretanto, é preciso que isso fique claro para os consumidores.
 

3. Deixe tudo bem claro

Outra palavra-chave quando falamos sobre LGPD no e-commerce é “transparência”. Você pode colocar um link “cancelar” em seu site ao lado de “assinar”. Você pode criar um link diretamente para seus termos e condições no rodapé. E sua política de privacidade.
 

Colocar tudo isso abertamente é uma das maneiras mais simples de se proteger de preocupações com a conformidade com a LGPD.
 

4. Não faça coisas questionáveis

Em grande parte dos casos, se adequar às regras da LGPD se resume a simplesmente não ser sorrateiro. Se você for honesto e transparente e implementar as práticas recomendadas, não enfrentará maiores complicações.
 

Mantendo em mente os princípios da LGPD e tomando os cuidados necessários para ser transparente, a maior parte das ameaças já serão neutralizadas.
 

5. Atualize sua política de proteção de dados

Atualizar sua política de privacidade é um passo importante para se adequar às regras da LGPD no e-commerce. Conforme já vimos, é importante manter todas as comunicações com os consumidores relacionadas aos dados o mais transparente possível. Quando não há nada a esconder, o procedimento fica ainda mais simples.
 

Se estiver envolvido com outras ferramentas de terceiros, certifique-se de que elas também sejam compatíveis com a LGPD – incluindo plataformas de marketing por e-mail, fornecedores de loja online e aplicativos móveis de terceiros.
 

6. Faça os ajustes necessários no site

Alguns ajustes podem ser necessários no site da sua empresa para garantir adequação às normas da LGPD no e-commerce. Veja os principais desses ajustes:
 

Formulários de inscrição

Esta é a forma padrão com que as empresas coletam informações, portanto, você precisa ajustar todos os formulários que usa. Isso inclui algumas práticas simples:

  • Adicionar uma caixa de consentimento sobre a finalidade dos dados

  • Não solicitar dados que não serão usados
     

Uso de cookies

Informe seus visitantes em linguagem simples sobre a finalidade de seus cookies e rastreadores antes de definir qualquer coisa que não seja os cookies estritamente necessários.
 

Existem diferentes maneiras de as empresas implementarem isso, mas geralmente estamos falando de uma pequena caixa que surge quando o usuário acessa o site pela primeira vez – que permite selecionar quais cookies podem ser usados.
 

7. Monitore constantemente

As empresas devem reconhecer que ser transparente sobre como os dados são usados e protegidos agora é exigido por lei. Cada organização deve definir um escopo para o qual coletam dados específicos.
 

Você só deve coletar informações pessoais necessárias para fornecer o serviço ou produto e nada mais. Além disso, os dados não devem ser compartilhados para outros fins não relacionados.
 

Outra grande coisa é manter os dados protegidos contra hackers, precisos e atualizados, e até mesmo excluí-los após um período.
 

Com as dicas que vimos ao longo deste artigo, você tem condições de se adequar às regras da LGPD no e-commerce. Porém, continue acompanhando as novidades sobre o assunto – afinal, trata-se de uma legislação nova que ainda pode passar por mudanças.
 

A LGPD chegou para beneficiar a todos!

Na opinião de muitas pessoas, a LGPD é uma norma que já deveria ter sido criada há muito tempo. Suas normas garantem direitos básicos aos usuários que navegam pela internet e compartilham seus dados com empresas – gerando mais segurança para todos.
 

Além disso, um e-commerce tem condições totais de continuar executando suas operações de vendas e publicidade com eficiência mesmo incorporando as limitações impostas pela LGPD. Ou seja, todos podem sair ganhando com essa lei.
 

-> Confira também: Ações de sustentabilidade: como o e-commerce pode ajudar na preservação do planeta
 

A sua empresa já está se adequando às regras da LGPD no e-commerce? Ficou com alguma dúvida sobre o assunto? Deixe o seu comentário!

 

 

Recentemente a LifeApps, lançou algumas melhorias em sua plataforma de e-commerce e gostaríamos de compartilhar um resumo delas com você.

São recursos novos que preparamos para melhorar e potencializar sua experiência com o e-commerce.

Novos recursos e funcionalidades:

Notificações de pedidos via whatsapp (veja mais)

✅ Pagamentos com PIX (veja mais)

Integração com a Frenet, com novas formas de entrega (veja mais)

✅ Características/Campos customizados para o carrinho e pedido (veja mais)

✅ Configuração de cliente referência, para automatizar a definição da tabela de preços padrão (veja mais)

✅ Suporte à bandeiras específicas na forma de pagamento.

✅ Políticas de desconto permitem agora ignorar o fator de preço da forma de pagamento pela configuração “Ignorar fator de preço para formas de pagamento”

✅ Área e notificação de novidades integrada ao backoffice do e-commerce.

Forte abraço,

PS: Preparamos uma série de conteúdos para ajudá-lo e todo mês você terá novidade por aqui.

Espero que goste do conteúdo e estou à disposição para ajudá-lo no seu crescimento.

.

Para quem tem um e-commerce, é interessante pensar em não atender apenas às pessoas físicas, mas também fazer vendas B2B. Isso se justifica porque vender para as empresas têm se mostrado cada vez mais vantajoso para os negócios online.

De acordo com uma pesquisa realizada pela McKinsey, que foi divulgada em uma reportagem do portal E-commerce Brasil, as vendas B2B feitas pela internet aumentaram em 62% após a pandemia da Covid-19.
 

É bem provável que isso tenha acontecido por conta da quarentena que foi imposta pelas autoridades de saúde e que impossibilitaram as organizações de receberem representantes comerciais em suas sedes, por exemplo.
 

No entanto, a tendência é que os hábitos adquiridos durante a pandemia sigam em alta, mesmo quando a maior parte da população já estiver vacinada e conseguirmos voltar totalmente à normalidade em nossas rotinas.
 

Por esse motivo, saber como fazer vendas B2B no e-commerce é muito importante. É sobre isso que falaremos neste artigo. Siga conosco e tire as suas dúvidas sobre o assunto!
 

O que são as vendas B2B?

B2B é uma sigla para “Business to Business”, que significa “de negócio para negócio”. Ou seja, as vendas B2B são aquelas feitas de uma empresa para outra empresa, e não para o consumidor final.
 

É o caso, por exemplo, de uma fábrica de shampoos e sabonetes que produz esses produtos e vende para hotéis, que colocam os itens em seus banheiros para os hóspedes utilizarem. 
 

Nesse caso, a venda é feita de uma empresa (a fábrica de shampoos e sabonetes) para outra empresa (o hotel). Até pouco tempo atrás, as negociações, nesses casos, eram feitas por meio de representantes comerciais.
 

Desse modo, era necessário que um vendedor externo fosse até os hotéis da região em que a empresa atende e conversasse com os seus gerentes, para mostrar os produtos e explicar como eles poderiam ser úteis e econômicos.
 

Se o gerente do hotel julgasse interessante, poderia fazer a compra de um lote de sabonetes e shampoos e iniciar o uso no estabelecimento.
 

Porém, com a popularização das vendas B2B pela internet, a figura do representante comercial deixou de ser tão necessária. Isso porque o gerente do hotel pode entrar no site da fábrica de sabonetes, escolher os produtos que deseja adquirir e fazer a compra.
 

Tudo isso sem a intermediação de outras pessoas, de forma rápida. Ambas as partes, vendedor e comprador, saem ganhando com essa prática.
 

Aqui, trouxemos um exemplo que fala de uma fábrica de cosméticos e um hotel, porém, essa realidade se aplica a qualquer operação em que haja relação de venda entre uma empresa e outra.
 

Quais são os passos necessários para realizar vendas B2B?

Para realizar vendas B2B pela internet, é importante que uma série de passos sejam seguidos. Somente assim será possível ter sucesso ao realizar o comércio entre empresas. Veja, a seguir, quais são eles!
 

1º passo: desenvolva estratégias de marketing digital para atrair clientes

No processo de vendas B2B pela internet, a figura do vendedor externo deixa de ter tanta relevância. Isso porque esse profissional não precisa mais fazer ligações, enviar e-mails ou visitar as empresas com as quais tem o interesse de fazer negócios.
 

Agora, é importante mudar de tática e investir em marketing digital. Para isso, diversas estratégias podem ser executadas para captar leads, ou seja, empresas interessadas em fazer negócios com a sua organização.
 

Entre as estratégias digitais que podem ser executadas estão o marketing de conteúdo, o relacionamento com clientes pelas redes sociais, investimento em links patrocinados etc.
 

2º passo: invista em uma boa plataforma de e-commerce

O segundo passo para realizar vendas B2B é investir em uma boa plataforma de e-commerce. Afinal, de nada adianta você ter um marketing incrível e, quando o cliente tentar fazer as compras, não conseguir, por motivos de infraestrutura.
 

O seu site precisa ser bastante intuitivo, para que os usuários consigam realizar todas as operações com facilidade. Além disso, a plataforma escolhida deve ser bem rápida, para evitar a lentidão, que acaba fazendo com que os usuários desistam da compra.
 

3º passo: tenha uma equipe preparada para esclarecer dúvidas dos clientes

Outro ponto importante, no que se refere ao negócio entre empresas, está relacionado com a preparação da equipe para atender aos clientes. Embora as vendas sejam feitas pela internet, pode ser que, antes de efetivar a compra, o consumidor tenha alguma dúvida sobre o produto ou forma de pagamento, por exemplo.
 

Por conta disso, é importante manter uma equipe preparada para prestar esse atendimento, que pode ser feito via telefone, WhatsApp ou pelas redes sociais, por exemplo.
 

4º passo: aposte em estratégias digitais para o pós-vendas

Assim como acontece nas vendas presenciais, ao vender B2B pela internet, é importante apostar no pós-vendas. Aqui é interessante definir boas políticas de relações públicas, para manter um relacionamento bom com o cliente e garantir que ele volte a comprar em outras oportunidades.
 

Uma boa prática a ser adotada é o envio de e-mail marketing, por exemplo, para garantir que a comunicação e o relacionamento com a sua marca sejam mantidos, mesmo após a efetivação de uma compra.
 

Que boas práticas são necessárias para vender para empresas?

Ao fazer vendas B2B online, é relevante seguir algumas boas práticas, que garantem que tudo ocorra de forma correta, proporcionando um bom serviço ao cliente.
 

A seguir, listamos algumas dicas para você ter sucesso com o negócio entre empresas. Veja!
 

Invista no relacionamento com o decisor

Mesmo quando você está fazendo vendas B2B, é importante sempre pensar que por trás de toda pessoa jurídica existe uma pessoa física, que é quem toma as decisões.
 

É por isso que, ao pensar nas estratégias de marketing para vendas B2B, convém que você sempre tenha como foco manter um bom relacionamento com o decisor dentro da empresa. No exemplo que apresentamos anteriormente, essa pessoa seria o gerente do hotel.
 

Logo, toda a comunicação deve ser pensada para ser feita com uma linguagem que agrade e seja de fácil entendimento para essa pessoa, por exemplo.
 

Pense em estratégias de fidelização do cliente

Philip Kotler, que é um dos maiores nomes do marketing de todos os tempos, tem uma famosa frase que diz: “conquistar um novo cliente custa de 5 a 7 vezes mais do que fidelizar um antigo”.
 

Por isso, mesmo nas vendas B2B, é importante pensar em estratégias de fidelização, para garantir que os seus clientes sempre comprem de você, de preferência de forma recorrente.
 

Vamos voltar para o exemplo da fábrica de cosméticos e do hotel? Nessa situação, é interessante que a empresa ofereça vantagens, para que o gerente do estabelecimento de hospedagem siga comprando os sabonetes e shampoos, e não de uma concorrente.
 

Uma boa maneira de conseguir isso é dando descontos para vendas recorrentes, distribuindo brindes para clientes fiéis, pensar em boas soluções de logística, para que as entregas sejam mais rápidas etc.
 

É preciso conhecer muito bem o seu perfil de cliente, para garantir estratégias de fidelização que sejam realmente eficientes para os negócios.
 

Considere oferecer condições de pagamento facilitadas

Também é importante garantir condições de pagamento facilitadas para os clientes que comprarem de você pela internet. Permitir os parcelamentos, por exemplo, é sempre uma boa prática, tendo em vista que isso pode servir como um fator motivacional para as empresas comprarem de você, principalmente em tempos de crise.
 

Além disso, é interessante variar as formas de pagamento que o seu negócio aceita. Os pagamentos mais tradicionais são via boleto bancário, cartão de crédito e cartão de débito.
 

Porém, já existem outras formas de pagamento que podem ser aceitas e que garantem mais agilidade nas operações. É o caso do Pix, por exemplo, serviço de transparência bancária que foi lançado em 2020, e ganha cada vez mais adeptos.
 

Com o Pix, os pagamentos são transferidos de forma instantânea e isso faz com que se ganhe agilidade para processar o recebimento dos valores, dando força para que as etapas seguintes, como a da logística, sejam conduzidas com maior eficiência.
 

Cumpra os prazos de entrega

Finalmente, não podemos deixar de citar a importância de cumprir todos os prazos de entrega. É de extrema importância que isso seja realizado, para que se possa garantir que mais vendas sejam realizadas no futuro.
 

Imagine, por exemplo, se você tem uma empresa que fornece peças para montadoras de carros. Se os itens que foram adquiridos pelo comprador não chegarem no momento certo, pode ser que toda a produção da fábrica seja parada, o que causaria um problema sério.
 

Por isso, sempre cumpra os prazos de entrega. Uma boa maneira de garantir isso é tendo processos de logística bem estruturados. Parcerias com boas empresas de entrega e transportadoras também são uma boa ideia, para não ficar refém dos Correios, por exemplo.
 

Agora você já sabe o que o e-commerce precisa fazer para ter sucesso ao realizar vendas B2B. Por isso, não deixe de colocar em prática o seu aprendizado e conquistar mais resultados positivos para o seu negócio. Vender para empresas pode fazer o seu lucro crescer muito.
 

Continue conosco e confira 7 dicas para alcançar experiência personalizada no e-commerce